Análise de óleo: uma das principais ferramentas de manutenção preditiva

Existem várias ferramentas de manutenção preditiva, cada uma com a sua função específica e objetivo definido. Alguns exemplos são a análise de ruídos, a análise de vibrações e a análise termográfica.

No artigo de hoje, vamos falar de outra delas, a análise de óleo, que vai te ajudar a economizar em lubrificantes para os seus equipamentos e também a resolver os possíveis defeitos que eles venham a ter.

Leia mais: Técnicas de manutenção preditiva: como a análise de vibração pode ajudar

Um pouco sobre a manutenção preditiva

Antes de falarmos sobre a ferramenta em si, vamos falar um pouco sobre a manutenção preditiva em si.

Ela tem a grande responsabilidade de, por meio de diversas técnicas, identificar qual o estado em que o seu aparelho e/ou estrutura se encontra, estimando a sua vida útil, o que ainda está em boas condições e o que já precisa ser trocado.

Dessa forma, é possível tomar decisões assertivas sobre a manutenção, substituindo peças apenas quando é realmente necessário, e não mais pelo seu tempo de uso.

Saiba mais: Manutenção condicionada: como funciona a termografia elétrica

A importância da análise de óleo

Uma das ferramentas de manutenção preditiva que ajuda a fazer essa identificação, é a análise de óleo, que tem a importante função de monitorar e avaliar como está a qualidade dos fluidos e dos seus equipamentos.

Com ela, é possível otimizar o desempenho de cada máquina, assim como o seu grau de confiabilidade, distinguindo os problemas que possam surgir, antes que se transformem em falhas, parando o equipamento de uma vez.

Em outras palavras, com essa ferramenta pode-se economizar tempo, ganhar assertividade nas correções e ainda reduzir os seus custos na hora de fazer a manutenção como um todo.

Tipos de análise de óleo que são feitas

Como essa é uma das principais ferramentas de manutenção preditiva, ela também possui tipos específicos a serem escolhidos, que vão variar de acordo com o tipo de líquido, de aparelho e de indústria que se vai analisar. A seguir, veja alguns dos mais utilizados.

Leia mais: 3 ferramentas para o controle de manutenção de equipamentos

Análise físico-química

Neste primeiro modelo de ferramentas de manutenção preditiva, seu principal objetivo é saber quais são as condições atuais do lubrificante, examinando elementos como a sua aparência, sua densidade, sua contagem de partículas, seu cheiro, seu índice de viscosidade, etc.

Análise espectrométrica

Neste segundo, a ideia é fazer a prevenção de eventuais falhas, fato que também colabora para aumentar a sua vida útil. Aqui olhamos os seus metais de desgaste, seus contaminantes e também os aditivos presentes no líquido.

Para que o resultado seja o melhor possível, é ideal realizar a comparação com os números anteriores a essa análise, para que a comparação seja feita e gere resultados mais assertivos.

Saiba mais: Quais são as 4 principais etapas do plano de manutenção?

Análise infravermelha

O último tipo das ferramentas de manutenção preditiva focadas na análise de óleo, é o ensaio infravermelho.

Nele somos capazes de realizar a medição da sua oxidação, seus índices de nitrato, de sulfato e, por fim, de fuligem oriunda dos compostos.

Para fazer a sua manutenção preditiva, conte com a TDGI

Para fazer um bom uso das ferramentas de manutenção preditiva, é preciso contar com uma equipe experiente e especializada no assunto. Para isso, conte com a TDGI.

Nós possuímos profissionais capacitados e qualificados para fazer a análise de óleo dos seus equipamentos, além de proporcionar uma assistência técnica 24×7, cuidando da sua manutenção e valorizando os seus ativos.

Acesse agora mesmo e fale com um de nossos consultores.

Riscos de não contar com um projeto e execução de obras

Elaborar um projeto e execução de obras exige que o responsável aplique uma série de técnicas, usando ferramentas e habilidades, que têm o objetivo de garantir que a construção seja entregue no prazo, sem gastar mais do que o orçamento prevê. Tudo isso com uma boa qualidade.

Fazê-lo de qualquer jeito, sem o devido cuidado, pode trazer uma série de problemas no futuro, e neste artigo iremos falar dos maiores riscos que você corre quando deixa de dar importância a ele.

Leia também: 3 benefícios de um cronograma de execução de obras bem elaborado

Riscos de não criar um projeto e execução de obras

Como consequência de um mal planejamento de projetos e execução de obras, ou mesmo da falta de um, podem ocorrer alguns eventos indesejados com o passar do tempo. Veja alguns deles, a seguir.

Grande desperdício de materiais

Quando não se tem um projeto e execução de obras, os trabalhadores não terão uma explicação minuciosa do que e quando usar, fazendo com que o responsável tenha de imaginar a quantidade de materiais, estimando muitas vezes o número errado.

Com isso, é comum que a compra dos materiais seja maior do que realmente era necessário, acarretando em um acúmulo exagerado e em um prejuízo financeiro para quem está pagando.

Contar com uma gestão de qualidade em obras te ajuda na negociação de compra, no seu valor total, no cálculo do frete e também na forma de pagamento.

Veja também: 5 falhas para nunca cometer no seu planejamento de obras

Segurança comprometida

Mesmo quando estamos falando de profissionais experientes, cada construção tem as suas próprias particularidades, fazendo com que as histórias delas sejam diferentes entre si.

Ter um projeto e execução de obras também colabora para elaborar como será a estrutura do local, analisando e identificando as ferramentas e melhores materiais para cada situação.

Quando ele não é feito, a integridade física dos seus funcionários, e de quem vai usar o local no futuro, correm um grande risco.

Perda de qualidade e de tempo

Seja em obras de remodelação, de manutenção ou mesmo de uma construção nova, é vital prezar pela qualidade do serviço, dos materiais usados e de toda a estrutura que os compõem, como o sistema elétrico, hidráulico e os acabamentos, por exemplo.

Ter de quebrar novamente para consertar algo que foi feito errado, indica a falta de um projeto e execução de obras, forçando os trabalhadores a retrabalhos, que seriam facilmente evitados em outras circunstâncias.

Dessa forma, o tempo gasto também aumenta e pode resultar no atraso da entrega final, já que os erros durante o processo serão mais comuns do que o desejado.

Leia também: 5 passos para um planejamento e controle de obras infalível

Prejuízo financeiro

E a consequência natural de todos os elementos acima citados, é ter um prejuízo no orçamento total da obra propriamente dita, afinal, contar com um projeto e execução de obras pode ter um custo no início, mas evita problemas maiores durante todo o percurso.

Este planejamento ajuda a prevenir erros, a comprar a quantidade e qualidade correta de materiais, a ter um cronograma bem estabelecido e, por fim, a entregar tudo dentro do prazo estipulado.

Para te apoiar no desenvolvimento do seu projeto, conte com a TDGI

Como vimos, ter um projeto e execução de obras bem feito evita uma série de contratempos para todos os envolvidos e, para te ajudar, a TDGI presta assessoria para o seu planejamento.

Somos uma empresa multinacional, com profissionais experientes e qualificados, para que você não tenha prejuízo em sua obra.

Com a nossa solução de Gestão de Espaços e Obras (GEO), te auxiliamos a:

– Ter controle sobre cada passo;

– Monitorar todas as etapa;

– Analisar resultados;

– Entregar no prazo.

Para mais detalhes sobre os nossos serviços, acesse aqui e fale com um de nossos especialistas!

Entenda mais sobre sustentabilidade energética

Por definição, a sustentabilidade energética trata de buscar recursos capazes de atender a população, mas sem a necessidade de comprometer o meio ambiente de alguma forma.

Isso pode ser alcançado através de energias renováveis, que não prejudicam o planeta em que vivemos e que são capazes de atender às necessidades do mundo moderno.

Essa preocupação é global, e a prova disso é o plano “Energia Sustentável para Todos”, lançado no ano de 2012, pelo secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, que pede que todos os países alcancem essa meta até 2030.

Já de acordo com um relatório da BP Energy Outlook, até 2040, cerca de 48% da energia consumida no Brasil virá de uma origem limpa e renovável, incluindo a solar, eólica e o uso de combustíveis menos poluentes, como o etanol, por exemplo.

Leia também: Gerenciamento de obras: como ter maior sustentabilidade nas empresas

Qual a sua importância?

A sustentabilidade energética é importante para que o nosso planeta não sinta tanto os efeitos da ação humana.

Existem problemas como o efeito estufa, por exemplo, que estão afetando a todos e essas mudanças climáticas são o resultado de anos da emissão excessiva de CO2 e demais produtos para a atmosfera.

Além disso, também podem ser sentidos efeitos em nossa vida cotidiana, como problemas respiratórios, que são o resultado da alta poluição gerada pelas grandes cidades.

Fontes de energia sustentável

A sustentabilidade energética pode ser conquistada a partir de fontes de energia sustentável e renovável, que consiste em consumir um recurso considerado inesgotável, sobre os quais iremos citar a seguir.

Veja também: O que é a eficiência energética de equipamentos e instalações?

Energia solar

Um dos recursos renováveis mais conhecidos é a energia solar, afinal, é por causa dela que tudo na Terra existe e consegue viver.

Para ter acesso a ela da maneira como precisamos, é necessário recorrer a painéis solares, para que seja possível captá-la e usá-la da maneira que queremos no nosso dia a dia, sem a obrigação de qualquer outro processo ser envolvido.

Essa sustentabilidade de energia é altamente durável, compensando o investimento inicial que é necessário.

Energia eólica

Outro pilar da sustentabilidade energética é a energia eólica, gerada a partir dos ventos, que por sua vez são o resultado do movimento das massas de ar do nosso planeta.

Essa conversão se dá devido à energia cinética que as hélices dão para as turbinas, sendo uma ótima alternativa para a produção de energia elétrica, com o Brasil tendo altos índices de ventos ao longo do ano, principalmente nas regiões Nordeste, Sul e Sudeste.

Leia também: Quais são as principais vantagens de investir em eficiência energética na indústria?

Energia hidroelétrica

Este tipo de fonte é o mais popular em todo o território brasileiro, e consiste em gerar energia a partir do fluxo da água, normalmente se aproveitando de quedas.

Ele é considerado renovável, de início, pela quantidade abundante de rios que temos em todo o planeta Terra, mas para isso é preciso construir uma usina, desviar o seu curso natural e ainda criar um reservatório, para as épocas de poucas chuvas.

Portanto, é preciso ter cuidado para fazer uso desta fonte, para que o ambiente ao redor dela não seja prejudicado com a sua utilização.

Veja também: Como fazer a gestão de instalações da sua empresa?

Para melhores soluções de energia, chame a TDGI

Como vimos, a sustentabilidade energética é um assunto muito importante para o nosso futuro na Terra, e para te ajudar a deixar o seu negócio com as melhores fontes, chame a TDGI.

Realizamos consultoria, auditoria e análise de energia, apresentando estudos e soluções técnicas, a fim de otimizar a eficiência dos seus aparelhos e de suas instalações.

Entre em contato conosco e fale com um de nossos especialistas.

Saiba quais são os testes elétricos realizados periodicamente

Para saber quais são os testes elétricos realizados periodicamente, antes é necessário falar sobre a real importância que eles têm no seu dia a dia.

Estes ensaios são responsáveis por determinar qual é o atual comportamento dos materiais isolantes e também dos condutores. Dessa forma, será possível otimizar a sua utilização, a fim de fazer com que o seu funcionamento seja pleno e também seguro.

Ou seja, ao analisarmos adequadamente as instalações elétricas, podemos identificar eventuais problemas. É exatamente neste ponto que realizar estes testes se torna tão relevante.

Veja também: Conheça 5 tipos de ferramentas para testes elétricos

Qual deve ser a periodicidade?

Cada aparelho possui as suas próprias especificações. A princípio, deve-se seguir o que o fabricante indicou para o seu produto. Caso não haja nenhuma indicação pré-determinada, é recomendável realizar os testes, pelo menos, uma vez ao ano.

Por que eles são importantes?

A sua realização deve ser feita para que não haja nenhum tipo de notificação ou multa para o local, além de garantir que todos os aparelhos presentes funcionem em sua máxima potência, mas sem trazer riscos desnecessários às pessoas e às instalações.

Com isso, todos podem ficar mais tranquilos e com a certeza de estarem em um local devidamente testado e seguro.

Principais testes elétricos realizados

Para realizar a manutenção elétrica, existem algumas testagens que normalmente são feitas e já dão algumas respostas sobre o cenário real da construção.

Para saber quais são os testes elétricos realizados periodicamente, é preciso entender que cada um deles tem a sua própria finalidade e devem ser feitos de maneira variada, realizando testes distintos no mesmo equipamento, para descobrir se está tudo bem de fato.

A seguir, vamos te contar alguns dos principais.

Leia também: Entenda como os serviços elétricos prediais atuam em caso de curto-circuito

Teste de análise de qualidade de energia

Para começarmos a responder quais são os testes elétricos realizados periodicamente, vamos falar do teste de qualidade, que é indicado para quando as instalações elétricas industriais já não estão rendendo o que poderiam.

Nele, é possível entender como está sendo realizada a distribuição da energia em si, assim como a qualidade que é entregue.

Tensão aplicada

Analisar a fuga de corrente é muito importante, já que este é um dos problemas mais recorrentes em equipamentos elétricos.

Ele pode acontecer por diversas variáveis, desde uma simples sujeira acumulada, até uma grande absorção de umidade. Aqui, o objetivo é entender se tudo está funcionando adequadamente, dentro dos padrões estabelecidos.

Resistência de isolação

Este ensaio é parte integrante para entender quais são os testes elétricos realizados periodicamente.

Como o próprio nome indica, aqui o foco é verificar se há qualquer tipo de falha nos materiais isolantes presentes, para entender se está tudo funcionando adequadamente e sem maiores riscos para as pessoas e respectivas instalações.

Veja também: 5 dicas do que analisar durante a manutenção elétrica predial

Para realizar seus testes elétricos, conte com a TDGI

Agora que sabemos quais são os testes elétricos realizados periodicamente, também é importante ressaltar que é importante contar com uma equipe especializada em manutenção. Para isso, você pode contar com a TDGI.

Com mais de 20 anos de vivência no mercado, contamos com uma equipe experiente e capacitada, sempre pronta para realizar a manutenção e os testes elétricos necessários.

Invista em um serviço de qualidade, entre em contato conosco e fale com um de nossos consultores.

Baixe nosso “Guia prático para redução de custos no setor industrial” e saiba as principais boas práticas para economizar e ter maior competitividade.

Redução do consumo de energia nas empresas: como os funcionários podem ajudar nessa missão

A redução do consumo de energia nas empresas tem sido um tema cada vez mais recorrente nos dias de hoje, com as pessoas se preocupando em ter opções mais sustentáveis para o seu dia a dia, tanto no âmbito pessoal, quanto no trabalho.

De acordo com uma pesquisa feita pelo Sebrae Mato Grosso, a energia elétrica representa mais de 15% do orçamento gasto todos os meses pelos empreendimentos, o que torna a pergunta de como reduzir custos de energia na empresa, muito relevante.

Algumas destas soluções podem estar dentro das próprias empresas, e é sobre isso que iremos tratar neste artigo, a partir de agora.

Leia também: Como reduzir custos de uma empresa: conheça as vantagens da indústria 5.0

Como os funcionários podem ajudar?

Parte dos custos que os locais de trabalho têm com energia elétrica podem ser cortados, mas para isso é preciso que haja uma atuação conjunta, entre líderes, gestores e colaboradores, aplicando algumas práticas simples. Veja algumas.

Desligar totalmente os aparelhos

É comum deixarmos os computadores no modo Stand-by, mas mesmo quando estão dessa forma, eles consomem mais energia do que quando estão desligados, prejudicando a redução do consumo de energia nas empresas.

Portanto, quando for sair do local definitivamente, seja para voltar apenas no dia seguinte, ou para voltar daqui algumas horas, é importante orientar a sua equipe a evitar que se mantenha os aparelhos ligados, a fim de economizar o máximo possível com eles enquanto estiverem inativos.

Veja também: Redução de custos na indústria: como as tecnologias podem ajudar

Tirando alguns da tomada

Além dos equipamentos que são utilizados com certa frequência, que realmente precisam ficar à disposição rapidamente, assim que necessário, existem aqueles que não precisam ficar permanentemente ligados na tomada.

As cafeteiras e micro-ondas, por exemplo, são aparelhos que podem ser ligados apenas no horário de almoço ou de lanche, evitando um consumo desnecessário e aumentando a sua eficiência energética.

Use a abuse da luz natural

Boa parte das empresas do Brasil trabalha em horário comercial, ou seja, durante o dia dispõe de muita luz natural para iluminar o seu interior, algo que certamente pode ajudar na redução do consumo de energia nas empresas.

Portanto, oriente os seus funcionários a desligarem a luz artificial enquanto a iluminação ainda estiver boa.

Em condições normais, isso pode ser feito sem maiores problemas, até o fim do período da tarde, quando o sol começa a se pôr e se faz, de fato, necessária a ação da luz elétrica.

Oriente sua equipe

Todas essas atitudes só terão efeito se os seus colaboradores aderirem, então cabe aos líderes e gestores darem a devida orientação para que a redução do consumo de energia nas empresas seja alcançada.

Separe um tempo para treinar a todos, inclusive os seus coordenadores, para que eles sejam os seus olhos durante o período de trabalho, garantindo que as suas soluções em eficiência energética e sustentabilidade estão sendo implantadas conforme o planejado.

Leia também: Quais são as principais vantagens de investir em eficiência energética na indústria?

Para reduzir o seu consumo de energia, conte com a TDGI

Existem muitas atitudes que podem ser tomadas para que a redução do consumo de energia nas empresas seja efetiva, e a TDGI pode te ajudar a alcançar seus objetivos.

Nós damos consultoria, auditoria e análise energética, apresentando estudos e soluções técnicas, sempre com o objetivo de aumentar a eficiência dos seus equipamentos e das suas instalações.

Entre em contato conosco e veja fale com um de nossos especialistas.

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cronograma de execução de obra

3 benefícios de um cronograma de execução de obras bem elaborado

O cronograma de execução de obra é um dos primeiros documentos a serem elaborados pelo engenheiro responsável, principalmente por tratar com clareza todos os passos e estabelecer os prazos que devem ser cumpridos durante a sua duração.

Ele poderá ser dividido em semanas, quinzenas, meses, ou da forma que for mais interessante para o seu andamento. Essa decisão varia de acordo com o tamanho e do tempo estimado para a sua conclusão.

Veja também: 5 falhas para nunca cometer no seu planejamento de obras

Qual a sua importância?

Além de visualizar cada etapa, um cronograma de execução de obra tem a função de impedir atrasos e também de evitar que ocorram desperdícios, afinal, nele deve constar todos os detalhes de mão de obra e de materiais necessários em cada momento.

Com isso, o gestor das equipes pode solicitar mais urgência em certos momentos, quando notar que não vai conseguir cumprir com o estabelecido no seu projeto e execução de obras, por exemplo.

3 benefícios de contar com este cronograma

Agora que entendemos que o cronograma de execução de obra é uma peça fundamental para o bom trabalho dos seus colaboradores, veja mais alguns de seus benefícios.

Redução de custos

Um dos impactos mais visíveis de um bom gerenciamento de obras, é a redução nos custos globais que ele vai te proporcionar, já que com o seu auxílio, o responsável pode fazer uma estimativa e um gerenciamento de pessoas e materiais mais preciso.

Com isso, ele será capaz de acompanhar o cronograma de execução de obra em tempo real, ganhando em organização interna e prevendo eventuais necessidades, evitando que a sua equipe de trabalhadores fique parada.

Maior controle nos prazos

Assim como já citamos acima, o planejamento e controle de obras também vai te ajudar a entregar tudo no prazo correto.

Isso acontece porque o nível de detalhamento do cronograma de execução de obra é muito alto, mostrando o que deve ser feito em cada etapa, identificando também qual é a ordem que elas devem seguir ao longo do tempo.

Dessa forma, os responsáveis pelo avanço e pela conclusão do projeto conseguem analisar o dia a dia, verificando a evolução do que foi previamente planejado.

É possível, inclusive, identificar se haverá qualquer tipo de problema futuro, podendo se antecipar e analisar onde deve haver um esforço maior, a fim de manter tudo dentro da data estipulada, evitando atrasos e acréscimos no custo final.

Facilidade na gestão de documentos

Para que os dois itens acima sejam possíveis de serem realizados, é preciso que o gestor tenha acesso rápido e fácil aos documentos da obra propriamente dita, para que o cronograma de execução de obra seja bem elaborado.

Portanto, é vital deixar toda a documentação pertinente o mais acessível possível, para que ela seja consultada sempre que surgir alguma dúvida ou questão, e não apenas em casos em que algo deu errado.

Leia também: Gerenciamento de obras: como ter maior sustentabilidade nas empresas

Conte com a TDGI para fazer o seu planejamento

Como vimos, o cronograma de execução de obra é uma peça fundamental para que a sua obra não tenha imprevistos e fique parada de maneira desnecessária.

Com a TDGI, você vai contar com uma equipe experiente e especializada, que vai te dar todo o suporte necessário para que tudo saia conforme o planejado.

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manutenção elétrica predial

5 dicas do que analisar durante a manutenção elétrica predial

Quando lidamos com a energia elétrica, todo o cuidado tomado é pouco, e contar com um serviço de manutenção elétrica predial recorrente, ajuda a prevenir acidentes e assegura que não haverá problemas neste importante serviço no futuro próximo.

A periodicidade destas vistorias pode variar de acordo com o uso e idade das instalações, mas vale ressaltar que, nas indústrias, a manutenção predial é feita de uma forma mais contínua, a fim de evitar qualquer tipo de falha que interrompa a produção e/ou coloque os funcionários em risco.

Leia também: O que você precisa saber sobre serviços de manutenção predial

Quais são os tipos de manutenção elétrica predial que existem?

Existem dois principais tipos de manutenção elétrica predial, cada um com um foco condutor. São eles:

– Preventivo: é realizado com o objetivo de analisar e identificar vestígios de eventuais falhas, utilizando alguns aparelhos para detectá-los, tais como termógrafos infravermelhos, por exemplo.

Neste tipo de ação, ainda não houve qualquer tipo de problema, e é nele que ocorre a avaliação das instalações elétricas prediais, assim como a localização de fugas de corrente e também a substituição de componentes.

– Corretivo: este é mais urgente, sendo acionado quando acontece, de fato, uma falha. Ela pode ter sido detectada tanto nos seus itens, quanto nas suas fundações. Em ambas as ocasiões, ela precisa ser consertada, para que acidentes maiores sejam evitados.

Ele costuma ser necessário quando um dispositivo, de maneira pontual, apresenta um problema, que por sua vez precisa ser corrigido o mais rápido possível.

Veja também: Manutenção corretiva e preventiva: qual a mais indicada para minha empresa?

5 dicas do que analisar durante a manutenção

Existem diversos elementos importantes a serem analisados durante uma manutenção elétrica, por isso vamos te dar cinco dicas do que olhar com mais atenção.

– Padrão de entrada: especialmente para edifícios mais antigos, é comum notarmos a presença de quadros elétricos com fundos de madeira, medidores velhos e sem uma boa fechadura. Modernizá-los é vital para a segurança de todos.

– Fios sólidos: Ainda falando em construções com mais idade, no fim dos anos de 1990, era comum o uso de fios sólidos, que acabam dificultando o trabalho quando o assunto é manutenção e modernização. Troca-los pode ser uma ideia interessante.

– Carga instalada: conforme os anos passam, é comum os apartamentos e casas aumentarem a demanda por energia, por isso é preciso sempre modernizar as instalações, a fim de evitar dores de cabeça desnecessárias.

– Ciclo de vida dos equipamentos: assim como as entradas e as cargas, os aparelhos usados também possuem um determinado tempo de vida útil, se danificando com o uso, precisando de manutenção e até de serem trocados, tenha atenção a eles.

– Situação dos cabos: ter um olhar especial para os cabos, plugues, interruptores e demais partes da sua rede, durante a manutenção elétrica predial, é importante para entender onde podem ocorrer falhas graves, como os curtos-circuitos, por exemplo.

Leia também: Manutenção de prédios: 5 serviços que não podem faltar

Para a sua manutenção elétrica predial, conte com a TDGI

Para prevenir ou corrigir acidentes, faça a sua manutenção elétrica predial com a TDGI, uma multinacional de engenharia, que conta com diversos profissionais e peritos no assunto.

Fazemos a gestão e operação das instalações, execução da manutenção e ainda temos assistência técnica em tempo integral.

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relatório técnico de manutenção corretiva

A importância de contar com um relatório técnico de manutenção corretiva

Contar com um relatório técnico de manutenção corretiva é muito importante para que o profissional responsável pela reforma/obra possa ter todas as informações pertinentes, entendendo até onde ele pode chegar para conseguir os resultados esperados.

Com ele, os benefícios para a manutenção corretiva são enormes, impactando inclusive na saúde financeira do seu negócio, já que ele vai atuar diretamente no controle de cada atividade e indicadores da obra em si.

Com este documento, sua equipe pode melhorar a sua produtividade, já que irá focar seus esforços nos lugares certos, evitando paradas inesperadas e indesejadas no período de trabalho, seja por falta de materiais ou por problemas de planejamento.

A manutenção corretiva é importante?

Antes de falarmos do relatório, é preciso sabermos qual é o objetivo da manutenção corretiva.

O seu maior foco é restaurar o ativo, dando-lhe novamente condições plenas de funcionamento, reparando ou substituindo os seus componentes originais.

Por isso ela é tão relevante, evitando que a empresa pare por qualquer motivo.

Qual o objetivo do relatório?

O relatório técnico de manutenção corretiva tem como principal objetivo dar o máximo de detalhes, métricas e dados aos profissionais responsáveis, para que as decisões sobre como realizar cada serviço seja a melhor para a obra em si.

Com isso, o cliente também pode acompanhar a evolução de cada etapa, sabendo quais serão as demandas que estão por vir. Isso faz com que todos os materiais e ferramentas sejam disponibilizados na hora certa, diminuindo as chances de atraso.

Quais as suas vantagens?

Como vimos no tópico anterior, uma das principais vantagens de um relatório técnico de manutenção corretiva, é a influência direta no andamento e no orçamento da obra, já que ela trata de um controle de dados e etapas de serviço.

Além disso, também através dele, é possível analisar quando serão necessárias mudanças no planejamento inicial, permitindo uma ação mais proativa de quem está executando o trabalho, evitando que o estoque de materiais acabe, por exemplo.

Dessa forma, a equipe não fica parada e impedida de realizar as suas funções.

Veja também: Manutenção corretiva do ar-condicionado: A importância da renovação do ar

O que ele deve conter?

Para um relatório técnico de manutenção corretiva ser completo, ele deve ter uma série de informações, sendo que algumas são particulares de cada obra, mas outras básicas e mais comuns.

Sua montagem deve conter o nome do responsável pela obra, a data da sua visita técnica, o número da ordem de serviço, horários de entrada e saída e o nome, endereço e contatos do cliente em questão.

Em seguida, é necessário dar as informações pertinentes à manutenção em si, indicando:

– Tipo de manutenção;

– Processos realizados;

– Aparelhos utilizados;

– Materiais;

– Recomendações e observações.

Com todos estes pontos devidamente preenchidos e descritos, a manutenção corretiva planejada está pronta para começar a todo vapor, podendo ter o melhor desempenho possível.

Leia também: Quais são os diferentes tipos de manutenção corretiva?

Pode contar com a TDGI

Com mais de 20 anos de experiência no mercado, a TDGI faz um relatório técnico de manutenção corretiva para cada serviço que é contratada.

Contamos com profissionais especializados e capacitados, que te dão todo o apoio técnico para os seus planos de manutenção, sempre priorizando a eficiência e as necessidades dos seus clientes.

Entre em contato conosco e saiba mais sobre os nossos serviços.

gestão da manutenção de equipamentos hospitalares

Gestão da manutenção de equipamentos hospitalares: quais os seus indicadores?

Realizar uma boa gestão da manutenção de equipamentos hospitalares é algo fundamental, que envolve tanto a segurança e saúde dos funcionários que atuam com eles todos os dias, quanto a dos pacientes que fazem os exames.

Por isso ter um cronograma bem estabelecido, com periodicidade e qualidade nos serviços, é algo que faz com que os aparelhos utilizados prolonguem a sua vida útil, trabalhando em sua capacidade máxima, sem perder em desempenho e performance.

Leia também: Projeto de redução de custos hospitalares: confira 7 dicas essenciais

Qual a sua real importância?

Com a gestão da manutenção de equipamentos hospitalares, o profissional responsável tem tanta importância quanto a própria equipe médica, afinal, sem as máquinas funcionando da maneira correta, o seu papel fica comprometido.

Se houver uma falha por negligência nesse quesito, pode acarretar em uma interferência direta no procedimento realizado, algo que pode trazer sérias consequências ao hospital e/ou clínica.

Assim pode-se melhorar o atendimento e prever os gastos com aparelhos no futuro, por isso uma boa gestão de manutenção é muito importante para todos.

Quais os principais indicadores para a manutenção?

Existem três principais indicadores para que a gestão da manutenção de equipamentos hospitalares seja realizada. Eles são essenciais para identificar se há ou não a necessidade de realizar qualquer tipo de intervenção, tomando decisões estratégicas.

Eles vão mostrar se há a necessidade de realizar uma manutenção em equipamentos hospitalares, ajudando e colaborando para que o seu diagnóstico seja facilitado, mostrando o que precisa melhorar ou o que está funcionando bem.

A seguir, vamos te contar um pouco mais sobre cada um deles.

Tempo

Aqui estamos falando de uma gestão da manutenção de equipamentos hospitalares que vai além da sua data de fabricação, ou seja, não é porque determinado aparelho tem alguns anos, que ele precisa de manutenção.

Seus indicadores são mais precisos, englobando detalhes como o seu atendimento/resposta, por exemplo.

Também é necessário verificar seu tempo médio de reparo, tempo médio entre falhas (caso haja), seu backlog, suas horas de manutenção anteriores, ordens de serviço e, por fim, suas paradas, caso tenha.

Todos estes pontos vão te ajudar no controle de manutenção de equipamentos.

Leia também: Como atingir a redução de custos em hospitais com gestão de manutenção

Qualidade

Este já é mais objetivo que o anterior, pois impacta diretamente na qualidade da prestação do serviço de cada máquina utilizada.

Porém, ele também leva em consideração alguns pontos específicos, como a ordem de serviço total e mensal do próprio equipamento, sua taxa de disponibilidade, ordem de serviço por técnico e a sua reincidência de manutenção corretiva.

Com isto, é possível analisar se ele ainda pode ou não entregar o que dele se espera, com a qualidade que os profissionais e pacientes precisam.

Custo

Por fim, mas não menos importante, é vital que o aparelho funcione bem, mas também é interessante que o seu custo de funcionamento seja minimamente aceitável.

Para isso, levamos em conta alguns pontos, como a sua taxa de depreciação, sua manutenção corretiva, sua renda por custo gerado a cada mês, quantidade de horas extras e o custo de sua mão de obra.

Veja também: Como evitar desperdícios no serviço de manutenção

Gestão da manutenção de equipamentos hospitalares é com a TDGI

Contar com uma equipe focada e especializada em realizar a gestão da manutenção de equipamentos hospitalares é a melhor saída para tomar as melhores decisões.

Para isso, conte com a TDGI, que possui grandes profissionais de operação e manutenção de equipamentos e infraestruturas hospitalares, realizando a manutenção preventiva e corretiva em diversos aparelhos médicos.

Entre em contato conosco e fale com um de nossos especialistas.

 

Baixe nosso Guia “Passo a passo para criar um plano de manutenção hospitalar eficiente ” e saiba as principais boas práticas!

planejamento de obras

5 falhas para nunca cometer no seu planejamento de obras

O planejamento de obras é uma das partes mais importantes de qualquer construção ou reforma, sendo este o momento em que tudo é colocado no seu devido lugar, ou seja, estabelece-se o orçamento, os prazos e o cronograma de tarefas a serem cumpridas.

Ele requer tempo para ser feito e devidamente detalhado, e erros em sua composição podem causar atrasos e até dar prejuízos financeiros para todos os envolvidos.

Pensando em te ajudar nessa organização, separamos cinco falhas comuns de acontecer, para que você nunca cometa em seu projeto e execução de obras.

Veja também: Espaço Organizacional: Quanto custa a reforma?

Plano de execução mal elaborado

Um dos primeiros itens a sentir as consequências de um planejamento de obras ruim, é o seu plano de execução, que impacta diretamente na sua entrega final.

Com ele, os profissionais que estão trabalhando ficam sabendo de tudo o que o seu cliente deseja e precisa para o futuro próximo, deixando tudo mais claro para os funcionários e evitando mal-entendidos durante o processo.

Criar um exige bastante atenção, já que nele é preciso estar descrito todo o material humano e de construção necessários para concluir o serviço no tempo estipulado, definindo suas prioridades, procedimentos, etc.

Todas as informações importantes e úteis devem estar contidas neste documento, para que haja um bom gerenciamento de obras.

Não conferir os custos

O orçamento é um dos pontos mais importantes no planejamento de obras, e deixar de dar uma olhada no custo de cada item antes de finalizar os seus planos de ação, é um erro que vai acabar custando mais caro do que precisava.

É preciso ter em mente que uma reforma, ou mesmo uma construção, é um investimento considerado alto, portanto é de suma importância que se tenha um orçamento pré-estabelecido, para que não haja prejuízo, gastando mais do que poderia.

Leia mais: Por onde começar a reforma de escritório?

Problemas no cronograma

Um bom planejamento de obras também tem de contar com um cronograma bem estruturado, mas que seja realista e possível de ser cumprido, indicando o tempo de cada etapa ser devidamente concluída.

Diminuir esse prazo, fazendo com que todos corram com os seus afazeres, é um erro que precisa ser evitado a todo o custo, inclusive para eliminar ao máximo os retrabalhos, que acabam demorando mais tempo ainda.

É vital levar em consideração o tamanho da sua equipe, algo que impacta diretamente na sua produtividade e velocidade de trabalho, além de ter um tempo reservado para imprevistos, que sempre fazem parte de um planejamento e controle de obras.

Má gerência dos fornecedores

Qualquer planejamento de obras tem de contar com bons parceiros e fornecedores, e saber fazer bem a gestão deles é crucial para que tudo saia como o planejado.

Mesmo que todos sejam de sua total confiança, é muito importante que você acompanhe todas as entregas de perto, avaliando a sua qualidade e quantidade, a fim de verificar se estão cumprindo com o combinado em contrato.

Sejam propositais ou não, falhas nesse tipo de fornecimento externo acontecem e cabe ao gerente evitar que a sua obra saia no prejuízo, culminando em um atraso, por exemplo.

Canteiro de obras mal planejado

O planejamento de obras começa com um canteiro bem pensado, afinal, é lá que os seus funcionários vão passar boa parte de seus dias. Isso afeta diretamente a qualidade de sua produção, então não negligencie este ponto.

Pense em sua saúde com um ambiente mais limpo, mais organizado e diminua as distâncias, para que o tempo de deslocamento seja menor.

Como a TDGI te ajuda no seu planejamento de obras

Como vimos, um planejamento de obras deve ter o mínimo de falhas possível, e contar com uma equipe especializada no assunto é a melhor forma de evitar esse tipo de problema.

A TDGI conta o serviço de Gestão de Espaços e Obras (GEO), com experiência em:

– Gestão, supervisão e execução de obra;

– Controle e acompanhamento;

– Supervisão de fornecedores e terceiros;

– Análise de resultados.

Conte com os nossos serviços para todo o processo, até a entrega da sua construção e/ou reforma.Entre em contato conosco!

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