gestão de compras hospitalares

Como organizar a gestão de compras hospitalares e superar desafios

Escolher os melhores fornecedores é um dos grandes desafios da gestão de compras hospitalares. Afinal de contas, firmar a parceria correta com os vendedores é a melhor maneira de garantir a qualidade dos insumos e serviços nas instituições de saúde para prestar um atendimento médico adequado aos pacientes.

Por isso, ressalta-se que o trabalho não visa apenas comprar produtos mais baratos, mas sim assegurar o melhor custo-benefício e ter um bom relacionamento com todos os stakeholders.

O artigo de hoje vai mostrar como você pode organizar a gestão de compras hospitalares e superar os desafios possíveis ao procurar bons fornecedores.

Leia também: Gerenciamento de manutenção de equipamentos: 5 preocupações em hospitais

4 dicas para fazer uma boa gestão de compras hospitalares

O departamento de compras tem uma relação direta com o setor financeiro. Até porque o preço e a qualidade das mercadorias e serviços prestados irão impactar a rentabilidade e o desempenho da unidade de saúde.

Diante disso, a gestão de compras hospitalares é o setor responsável por guiar os procedimentos de negociação, encontrando as melhores soluções para garantir a alta produtividade.

Abaixo, confira algumas dicas para fazer esse trabalho com eficiência.

1 – Verifique a procedência dos materiais e equipamentos adquiridos

Para fazer a aquisição de bons produtos, é fundamental verificar a procedência dos materiais e equipamentos adquiridos. Os suprimentos contribuem para toda a estrutura hospitalar e, por esse motivo, até mesmo os itens básicos devem priorizar a alta qualidade.

A partir desse levantamento, é possível oferecer um atendimento de excelência, aproveitando-se de artigos de saúde de qualidade, maquinário de primeira linha, tecnologia de ponta, serviços e processos de manutenção adequados, entre outros itens.

2 – Defina as principais metas

A gestão de compras hospitalares é um processo pautado em metas. Afinal, é preciso delimitar quais são os insumos mais urgentes e necessários para os hospitais, a fim de promover o atendimento humano e de qualidade.

Para casos de emergência, as solicitações devem ser ainda mais focadas. É o que ocorreu neste ano, quando o Ministério da Saúde adquiriu mais de 3,3 mil ventiladores pulmonares para enfrentamento da Covid-19.

3 – Controle o tempo e o estoque

É importante analisar o tempo gasto em cada compra para o hospital e os insumos armazenados em estoque para utilização da equipe médica. A ausência de produtos ou maquinário e os atrasos na recepção dos materiais e nos procedimentos de manutenção de equipamentos podem ocasionar muitos problemas, entre os quais:

  • Demora no atendimento ao paciente por falta de equipamentos;
  • Prejuízo para a imagem institucional do hospital;
  • Perdas financeiras para a instituição.

Saiba mais: 7 riscos de não fazer a manutenção de equipamentos hospitalares

4 – Evite desperdícios

Fazer uma grande aquisição pode não ser a melhor estratégia para a gestão de compras hospitalares. Afinal, os materiais vão ocupar um amplo espaço e, além disso, alguns produtos podem passar do prazo de validade.

Por esse motivo, o melhor é controlar as compras para evitar desperdícios, gastos desnecessários, alto nível de estoque e materiais que a instituição não precisa, entre outros aspectos.

Como a gestão de compras hospitalares escolhe os fornecedores?

Outro ponto importante é escolher bem os fornecedores de produtos e serviços, especialmente para a manutenção de equipamentos e recursos.

Para fazer isso, o departamento deve:

  • Analisar a qualidade dos serviços oferecidos por meio de indicadores de desempenho;
  • Encontrar parceiros capazes de atender às demandas do hospital;
  • Garantir que os serviços prestados estejam de acordo com as normas de segurança;
  • Prezar por fornecedores que estejam de acordo com o nível de qualidade exigido pela empresa.

É fundamental também que a área de compras esteja em constante contato com os demais setores a fim de obter um feedback de todos os serviços prestados.

Conte com a TDGI para apoiar a gestão de compras hospitalares

Para ajudar a gestão de compras hospitalares e obter melhores serviços de manutenção dos equipamentos, conte com a TDGI, uma empresa experiente, com sólida reputação no mercado e com profissionais especializados para cumprir as boas práticas da empresa.

A TDGI realiza a gestão de operação e manutenção para instituições de saúde, valorizando os ativos dos clientes e usando as melhores soluções para manutenção preventiva, preditiva e corretiva de instalações. 

Além disso, possui equipes interdisciplinares para realizar a manutenção de equipamentos hospitalares.

Estamos prontos para entregar serviços de máxima produtividade e eficiência, com redução de custos, otimização de recursos, plano de manutenção, transparência, cumprimento dos SLAs e rápido atendimento para consertos.

Entre em contato conosco e saiba mais sobre todos os nossos serviços!

Relatórios de manutenção

6 passos para a elaboração de relatórios de manutenção

Os relatórios de manutenção consistem em documentos descritivos e orientadores sobre os procedimentos de conserto, avaliação e análise do funcionamento de máquinas, dispositivos e equipamentos operantes em uma determinada empresa, indústria e até mesmo hospitais.

Hoje em dia, sabe-se o quanto o setor de manutenção é importante para a produtividade. Afinal, esta área otimiza os processos e promove a redução de custos de manutenção, justamente porque evita transtornos maiores e prevê acontecimentos futuros, como falhas e quebras nos componentes e maquinários.

Neste sentido, os documentos ajudam em uma gestão mais eficaz, sendo possível planejar um cronograma preventivo de avaliações das máquinas. Desse modo, é possível contribuir para a confiabilidade e disponibilidade dos equipamentos nas atividades produtivas.

Vale destacar que há diferentes tipos de relatórios de manutenção, dependendo do objetivo de cada procedimento, como o de controle de visitas, a gestão de ativos, a preparação da equipe para novas demandas, entre outros.

Neste artigo, conheça, então, mais detalhes sobre os documentos e saiba 6 passos para a elaboração de relatórios de manutenção eficientes, completos e detalhados. Acompanhe a leitura!

Leia também: Como organizar um departamento de manutenção industrial: conheça o fluxo de trabalho

Como funcionam os relatórios de manutenção?

Com os documentos gerados sobre os serviços e processos de manutenção, a gestão consegue informações importantes, como por exemplo:

  • Tipos de equipamentos que mais demandam manutenção;
  • Indicadores de manutenção, como o tempo entre as falhas nos equipamentos;
  • Produtos, materiais e ferramentas mais usados nas inspeções técnicas;
  • Número de ordens de serviços executadas e fechadas em determinado período de tempo;
  • Custos das atividades de manutenção;
  • Desempenho, eficiência e produtividade da equipe de manutenção;
  • Entre outros.

Ou seja, na prática, esses dados permitem que os gestores tenham embasamento para tomar decisões estratégicas, otimizar os processos de manutenção, gerar economia e alcançar melhores resultados.

Principais informações que devem conter nos relatórios

Os relatórios de manutenção variam conforme cada tipo de empresa, cronograma de serviços, processos preventivos e corretivos adotados, equipamentos monitorados, entre outros detalhes.

No entanto, algumas informações são essenciais para serem colocadas nos relatórios, como:

  • Descrição de cada atividade ou ordem de serviço;
  • Profissional responsável pelo serviço realizado;
  • Data e horário em que foram executadas as atividades;
  • Equipamento (marca, modelo e número de série);
  • Número da ordem de serviço;
  • Registro do tempo previsto e do tempo dedicado para a tarefa;
  • Tipo de manutenção, envolvendo preditiva, preventiva e corretiva;
  • Nível de criticidade, seja alto, médio ou baixo grau;
  • Status, podendo estar como programado, em realização ou concluído;
  • Tipo de material e ferramenta usados;
  • Identificação das atividades, seja uma troca de peças ou algum ajuste no equipamento, entre outros;
  • Custos envolvidos;
  • Recomendações e observações.

Leia também: Como tornar a gestão de manutenção preventiva mais eficiente

Passo a passo para realizar relatórios de manutenção eficientes

Agora, vamos ver dicas importantes para desenvolver o documento na sua empresa.

1 – Estabeleça quais as prioridades dos relatórios de manutenção

Os relatórios de manutenção têm diferentes objetivos, conforme a sua aplicação. Por esse motivo, o primeiro passo é estabelecer quais são as prioridades e os objetivos principais para a elaboração do documento.

Por exemplo, o gerente de manutenção pode requisitar um relatório sobre o desempenho de cada máquina, enquanto o diretor financeiro quer dados a respeito dos custos de operação dos equipamentos.

Em conjunto, é preciso descrever cada uma das atividades que devem ser feitas, com a finalidade de documentar as tarefas e procedimentos.

2 – Use métricas e indicadores para justificar os relatórios de manutenção

Após definir as prioridades dos relatórios de manutenção, o próximo passo é estabelecer metas específicas para gestão. Para isso, é necessário identificar quais indicadores serão usados, como percentuais de desempenho, custos envolvidos, entre outros.

3 – Identifique as informações principais

Normalmente, os relatórios de manutenção contam com algumas informações principais, especialmente com relação aos custos, como já mencionamos anteriormente. Diante disso, vale a pena destacar as despesas de:

  • Materiais;
  • Mão-de-obra;
  • Serviços extras;
  • Serviços executados por terceiros;
  • Máquinas paradas.

O levantamento dessas informações será crucial para mensurar as ocorrências que geram mais gastos para a produção, bem como os acontecimentos relacionados aos possíveis defeitos a longo prazo. Assim, é possível adotar melhores práticas para minimizar gastos desnecessários, evitar desperdícios e promover redução de custos.

Leia mais: Saiba como calcular manutenção preventiva e o seu ROI

4 – Faça um checklist em todos os relatórios de manutenção

O checklist presente nos relatórios é usado para criar uma sequência lógica de procedimentos que devem ser adotados para a análise de cada equipamento, seja com a manutenção preventiva, condicionada ou corretiva.

Por meio do checklist, é possível elaborar um plano de manutenção mais sólido e coerente para manter o funcionamento adequado dos equipamentos.

Nesse sentido, alguns dos fatores essenciais para a produção dos documentos são as verificações das seguintes partes do maquinário: mecânica, lubrificação, elétrica, hidráulica e segurança.

Durante o checklist, apresente o histórico e nível de criticidade de cada equipamento a ser revisto, bem como o tipo de manutenção. Dessa forma, os responsáveis ficam cientes do que precisa ser feito em cada aparelho.

5 – Descreva os responsáveis e o status de cada tarefa

Os documentos precisam trazer o nome dos responsáveis pela tarefa de análise dos equipamentos. Isso assegura a realização dos serviços pelos seus colaboradores principais, identificando as principais atividades de cada um.

Além disso, é preciso apresentar o status de cada avaliação (planejado, em realização ou pronto), para que os demais colaboradores e departamentos tenham ciência do que está sendo feito.

6 – Defina o tempo de cada atividade

A depender do tipo de manutenção (preventiva, preditiva ou corretiva), demanda-se um determinado tempo para a realização das avaliações e consertos.

Essa informação deve ser descrita, bem como os horários de cada uma das tarefas, para que não haja interferências na produção, principalmente quando há necessidade de parada do maquinário.

Conte com um parceiro especializado

Quer saber como elaborar relatórios de manutenção e ter serviços completos de avaliação de equipamentos, instalações e infraestruturas? A TDGI é o parceiro ideal para te ajudar.

Empresa multinacional de engenharia, atuamos com serviços de manutenção técnica, com assistência 24×7, suporte especializado, gestão e operação de instalações.

Buscamos sempre as melhores soluções para fornecer serviços de eficiência e qualidade para os nossos clientes, valorizando os seus ativos e promovendo parcerias de longo prazo. Assim, você pode ficar focado exclusivamente no core business da sua empresa.

Entre em contato com a TDGI e tenha o melhor serviço de manutenção!

erros no layout de escritório

Layout de escritório: 6 erros para evitar na sua empresa

Já pensou em como o layout de escritório pode influenciar a produtividade, a comunicação e a colaboração da equipe na empresa? De fato, o ambiente de trabalho é um elemento chave para gerar maior eficiência e proporcionar bem-estar dos colaboradores.

Dessa forma, é possível obter alto desempenho e melhores resultados no negócio. Além disso, o layout de escritório saudável, organizado, funcional e acolhedor transmite uma boa imagem sobre a organização, cria engajamento e motivação dos profissionais e aumenta as taxas de atração e retenção de talentos.

Afinal, imagine só um ambiente bagunçado, apertado, com visual poluído, sem cadeiras e mesas adequadas. Certamente, não é isso que os funcionários da empresa vão querer para a sua rotina de trabalho. 

Então, caso o seu negócio se enquadre em alguns dos cenários apresentados acima, a opção mais viável é iniciar o quanto antes um processo de reformulação do layout. Como consequência, você vai garantir a qualidade de vida dos colaboradores no trabalho, melhor fluidez das tarefas e contribuir para os seus objetivos de crescimento dos negócios.

Saiba mais: Como otimizar o espaço organizacional em 6 passos

Como planejar e desenvolver um layout de escritório

Como falamos, o layout de escritório pode ajudar a melhorar a produtividade dos funcionários da empresa. Claro que ele não é o ponto principal na questão produtiva da equipe, mas pode ter um papel de destaque para elevar a qualidade, a eficiência e a motivação no trabalho.

Por isso, veja dicas práticas de como desenvolver o layout do local:

– Organização do espaço

Em primeiro lugar, é fundamental avaliar todas as necessidades do ambiente de trabalho e as demandas dos colaboradores. 

Entre estes aspectos, vale verificar quantas pessoas ficarão presentes, terá espaço de reunião, quais as atividades realizadas, se a equipe usará notebook ou desktop, se é necessário impressora, como é a dinâmica de trabalho, se será preciso arquivo para guardar documentos, entre outros.

– Projeto de desenho do escritório

Aqui, é a hora de representar as possibilidades de layout, incluindo os tamanhos de mesas, os espaços de circulação, a acessibilidade e sem esquecer os pontos de elétrica para dimensionar os cabeamentos. Com isso, é possível ver o conforto das pessoas para trabalhar no local. Então, como passo seguinte, pode-se inserir no projeto os itens adicionais, como armário, gaveteiro, mesa de reunião etc.

– Trabalhar na decoração do escritório

Esta etapa é a responsável por transmitir a personalidade, o estilo e a identidade da empresa. Por exemplo: se é um negócio mais tradicional e que exige seriedade, pode-se usar móveis mais pesados e tons mais escuros. Já, se o escritório tem mais criatividade, você pode colocar mais cores, móveis mais descolados como pufes e até pintar a parede com grafite.

Veja também: Obras de retrofit: qual a diferença para reforma e quando fazer?

– Funcionalidades específicas

Obviamente, cada empresa possui demandas e características específicas e o layout de escritório precisa acompanhar tais necessidades. Isso vale tanto para um negócio do setor financeiro que precisa de armários para arquivamento, como para consultórios e escritórios que contam com sala de espera e devem disponibilizar cadeiras para os clientes.

Quais os principais erros no layout de escritório?

Agora que você já conhece alguns passos importantes para desenvolver o melhor espaço de trabalho, vamos ver erros que podem realmente prejudicar o ambiente.

1. Corredores apertados

Não tem situação pior do que as pessoas esbarrando nas mesas e trombando pelos corredores. Isso prejudica o trabalho e gera insatisfação. Portanto, é essencial estudar o fluxo de pessoas em corredores, os espaços de circulação entre móveis e as áreas de acesso para as mesas.

2. Móveis e equipamentos com defeito

Uma situação que gera grande desconforto nos colaboradores é o ambiente de trabalho com itens quebrados ou com defeito, como mesas, cadeiras, impressora e outros. Neste caso, os gestores de compras devem avaliar muito bem os preços e a qualidade dos materiais que são adquiridos de fornecedores.

3. Falta de organização de cabos

O layout de escritório adequado precisa ter um bom gerenciamento de cabos e equipamentos para evitar improvisos, desorganização, falta de cabeamento e outros problemas. Ao contar com empresas especializadas na gestão de obras, elas já entregam o espaço com separação e passagem de cabos com fácil acesso para o uso dos profissionais.

4. Cadeiras inadequadas

Na maioria dos escritórios, os colaboradores passam horas sentados trabalhando. Ou seja, é necessário investir no conforto, saúde e bem-estar deles com uma cadeira com boa ergonomia e durabilidade. Apesar do valor às vezes ser mais alto para adquirir uma poltrona de qualidade, os ganhos vêm no longo prazo com os colaboradores sem dores nas costas ou pescoço e sempre presentes no trabalho.

5. Problemas na comunicação da marca

Como já comentamos antes, todo o layout de escritório deve representar a imagem da empresa no mercado. Por isso, se o ambiente ou os móveis forem projetados sem análise, é muito possível que eles não reflitam os valores e os objetivos do negócio. 

6. Colaboradores sem espaço

Outro problema comum de um layout mal planejado é a falta de espaço para os colaboradores, seja para movimentos de cadeira ou abaixo das mesas. Estes locais podem ser ocupados por gaveteiros e outros equipamentos, atrapalhando a mobilidade das pernas. Então, uma boa prática é apenas usar o espaço abaixo em mesas com largura superior a 1,20 m.

Leia também: 6 passos para remodelar escritórios de contabilidade

Conte com uma empresa especializada

Para tornar o layout de escritório ideal para a produtividade e a qualidade de vida, conte com o apoio de empresas especializadas na gestão de obras e espaços.

Empresa multinacional de engenharia, com experiência no setor e equipe multidisciplinar, a TDGI é o parceiro ideal para realizar o trabalho de remodelação e desenvolvimento de layout.

Nossos serviços de gestão de obras e espaços englobam todas as etapas necessárias nesse processo, desde o mapeamento das necessidades, o estudo de ocupação de espaços, o planejamento e a definição de orçamento até a execução da obra e a coordenação de projetos.

Assim, garantimos o melhor ambiente e valorizamos os ativos dos nossos clientes. Ficou interessado? Entre em contato agora mesmo!

Desafios de manutenção industrial

7 principais desafios da manutenção industrial na indústria 4.0

A manutenção industrial é essencial em todos os momentos nas empresas do setor, seja na forma de processos preventivos, atuação preditiva ou consertos e reparos. No entanto, as práticas passam a enfrentar novos desafios em tempos de crescimento e expansão da indústria 4.0.

Por isso, neste conteúdo, vamos explicar o que é a indústria 4.0, as necessidades de adaptação das fábricas às novas tecnologias, os desafios relacionados à manutenção industrial e os demais problemas da área.

Leia também: Como organizar um departamento de manutenção industrial: conheça o fluxo de trabalho

O que é a indústria 4.0?

Vamos começar pelo conceito da indústria 4.0. Trata-se da quarta revolução industrial amparada pela transformação digital e o uso de tecnologias, com o objetivo de implementar melhorias no ciclo produtivo, otimizar os processos, aumentar o nível de automatização das indústrias e tornar a empresa mais ágil e econômica.

Para proporcionar todos esses benefícios e garantir maior conectividade nas indústrias, algumas das inovações tecnológicas empregadas são big data, nuvem, inteligência artificial, análise de dados, internet das coisas e outras.

Inclusive, ao evoluir sua indústria para a era 4.0, é grande a chance de promover maior economia, sair na frente da concorrência e ganhar um diferencial competitivo. 

Segundo pesquisa da CNI, apenas 48% das indústrias no Brasil utilizam alguma tecnologia digital. E, de acordo com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a indústria 4.0 pode ajudar na redução de R$ 73 bilhões em custos industriais por ano.

Mas, ao mesmo tempo em que gera vantagens, a indústria 4.0 também traz necessidade de adaptação a novos formatos de trabalho ligados a essas inovações. Entre as principais adequações, estão os campos de:

  • Contratação e/ou capacitação de profissionais;
  • Mudança de processos industriais;
  • Implementação de novos equipamentos e tecnologias;
  • Novidades e desafios na manutenção industrial.

Saiba mais: 7 estratégias para melhorar os indicadores de produtividade industrial

Quais as principais mudanças na manutenção industrial?

Com os procedimentos da indústria 4.0, a manutenção industrial também precisa se adequar às ideias de otimizar custos e processos. Além, claro, de continuar a promover a disponibilidade e a confiabilidade dos equipamentos e instalações.

Neste sentido, as tecnologias vêm para ajudar, promovendo tanto desafios como oportunidades. Vamos ver a seguir os principais impactos:

1. Automação

A automação traz os benefícios de garantir maior agilidade e eficiência nos processos de manutenção industrial de máquinas e instalações. A diferença é a necessidade de ter programadores dedicados para ajustar os equipamentos e sistemas autônomos. Logo, a gestão precisa capacitar a força produtiva para atuar na automação da manutenção.

2. Internet das Coisas

O conceito de internet das coisas (IoT) envolve a conexão entre dispositivos, máquinas e aparelhos. No caso da manutenção, a tecnologia pode ser uma ótima aliada, pois detecta alterações no funcionamento de equipamentos por meio da comunicação entre máquinas e emite alertas para a gestão de manutenção averiguar. 

O desafio aqui fica por conta da introdução da própria ferramenta na empresa, já que demanda um certo investimento.

Saiba mais: Como a manutenção condicionada reduz custos: veja 6 técnicas

3. Monitoramento em tempo real

O acompanhamento da operação industrial em tempo real demanda sistemas inteligentes e permite prever e identificar com exatidão as falhas nos equipamentos. O que facilita para realizar as manutenções necessárias, evitando quebras, aumentando a eficiência e garantindo maior produtividade. 

Essa é uma das tecnologias mais palpáveis e o desafio para os gestores neste ponto é implementá-la o quanto antes.

4. Virtualização

Não adianta apenas colocar todas as tecnologias para rodar e adotar os melhores processos de manutenção industrial. Isso porque tais práticas exigem a presença de colaboradores ou gestores para mapear e acompanhar a produção e as demandas de manutenção.

Então, a aplicação de ambientes virtuais, ou na nuvem, é fundamental para promover o fácil e rápido acesso dos profissionais envolvidos aos sistemas de manutenção, a qualquer hora e de qualquer lugar.

Veja também: 6 principais indicadores de manutenção para indústrias e empresas

5. Custos

Questão recorrente na manutenção, o custo ganha um papel de destaque neste novo momento da indústria 4.0, já que as empresas buscam fontes de investimento em tecnologias e no próprio crescimento.

Portanto, é necessário avaliar estratégias mais inteligentes e eficientes para reduzir perdas, desgastes e problemas em equipamentos, maquinários, instalações e infraestruturas

6. Sustentabilidade

Em tempos de transformação digital e indústria 4.0, as fábricas também precisam refletir sobre estratégias que gerem sustentabilidade e responsabilidade ambiental, maior eficiência, redução de consumo de energia, água e papel. 

Isso engloba também a manutenção industrial, que, principalmente, com processos preventivos e preditivos, pode realizar inspeções e verificações a fim de evitar problemas que causem excesso de consumo e prejudiquem o meio ambiente.

7. Tomada de decisão

Com essas tecnologias presentes no dia a dia das indústrias, duas tendências ocorrem com a análise de dados em tempo real e automatizada:

  • Melhoria na tomada de decisão, com dados precisos, confiáveis e possíveis de acessar rapidamente;
  • Descentralização das decisões, já que o foco é tomar as medidas necessárias o mais breve possível e tanto profissionais da linha de frente, como gestores, ou até mesmo programações das máquinas podem fazer essas escolhas.

Exemplos práticos da indústria 4.0 na manutenção industrial

Toda a teoria apresentada acima pode parecer muito bonita, mas como funciona a aplicação na prática? É o que veremos a seguir! 

Caso 1

Um compressor centrífugo operando com baixa eficiência não é suficiente para garantir a capacidade de refrigeração da câmara em 6ºC. Então, com o monitoramento em tempo real e a análise de dados gerada por dispositivos de IoT, é emitido um alarme automático para a sala de controle da indústria, avisando do problema. 

Ou ainda, é possível enviar este aviso diretamente a um profissional da linha de frente da manutenção, que poderá rapidamente analisar de perto o que está acontecendo.

No entanto, o equipamento não continua apenas operando com problema ou simplesmente para, interrompendo a produção. O sistema, automaticamente, altera a posição da válvula de admissão de ar para melhorar o funcionamento. E, além disso, faz uma varredura interna para identificar possíveis falhas, como um entupimento do filtro.

Caso 2

As peças podem sofrer desgastes, que afetam a eficiência dos maquinários e podem até impactar a qualidade dos produtos acabados. Então, é preciso identificar essa situação o quanto antes, atuando de forma preventiva, para agravar o problema.

Com o monitoramento e sensoriamento da planta industrial, as informações em tempo real e a virtualização dos dados, um desgaste prematuro pode ser visualizado, avisando a gestão de manutenção. Assim, é possível recuperar os componentes ou fazer a substituição da peça.

Tal atuação das tecnologias da indústria 4.0 ajuda também a diminuir o índice de falhas e aumentam o tempo médio entre falhas (MTBF). Ou seja, melhora os indicadores de manutenção da organização.

Outros desafios comuns na gestão de manutenção

Além dessas mudanças, novidades e até oportunidades trazidas pela indústria 4.0, a manutenção industrial também enfrenta problemas corriqueiros, como por exemplo:

  • Desorganização do setor de manutenção;
  • Falta de comunicação da equipe;
  • Fornecedores de equipamentos e serviços de baixa qualidade;
  • Ausência de planejamento e cronograma de manutenção;
  • Falta de capacitação dos profissionais responsáveis;
  • Entre outros.

Leia também: Saiba como calcular o ROI da manutenção preventiva

Como uma empresa especializada pode ajudar

Para superar todos os desafios na manutenção industrial e adotar as melhores práticas e soluções do mercado na sua empresa, conte com a TDGI

Somos uma empresa multinacional de engenharia, especializada em serviços de manutenção técnica preventiva, preditiva e corretiva. Atuamos com profissionais altamente capacitados na operação e gestão de instalações a fim de assegurar o funcionamento correto, evitar quebras e manter a segurança de todos.

Estamos sempre empenhados em valorizar os ativos de nossos clientes, cumprir com os mais altos níveis de serviço e garantir uma relação de longo prazo com nossos parceiros.

Quer saber mais detalhes? Entre em contato agora mesmo!

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renovação do laudo SPDA

Está na hora de renovar o laudo SPDA? Veja 5 aspectos

O laudo SPDA é um documento fundamental para os diferentes tipos de empresas se manterem regularizadas em relação aos órgãos competentes, assim como garantirem a segurança contra descargas atmosféricas. 

Mas nem todas as organizações sabem sobre a obrigatoriedade do documento atestando a integridade do sistema de proteção contra descargas atmosféricas. Além disso, ainda menos gestores conhecem os prazos para atualização do laudo e em que momentos deve ser feita uma renovação desse registro.

Leia também: Quando fazer obras de retrofit?

Para que serve o laudo SPDA?

Vale lembrar que o SPDA é um sistema de proteção contra descargas atmosféricas. Ou seja, as empresas de diversos portes e segmentos, como indústrias, hospitais, condomínios comerciais, shoppings, varejo, instituições de ensino e outras, precisam deste equipamento para evitar serem atingidas por raios.

Afinal, estas descargas podem causar acidentes, atingindo colaboradores, clientes, fornecedores e demais envolvidos no negócio com riscos de choques e mortes, além de sérios prejuízos para as organizações, como danificação de estruturas e queima de equipamentos.

Isso é ainda mais importante no Brasil, que é um dos países onde mais se morre por raios no mundo, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Sem contar que muitas pessoas e empresas subestimam os riscos. Estima-se que entre 80% e 90% das mortes por descargas atmosféricas poderiam ser evitadas com ações adequadas de segurança.

Assim, o laudo SPDA é um documento essencial tanto para cumprir com as obrigações legais junto a entidades fiscalizadoras. Mas também para garantir o funcionamento adequado dos requisitos técnicos do sistema, reduzir riscos e promover a segurança das pessoas, das instalações e do negócio como um todo.

Qual a importância do laudo SPDA?

Neste sentido, fica claro que o laudo é responsável por identificar pontos de falha, funcionamento incorreto, incapacidade, diminuição da eficiência ou deterioração dos componentes do SPDA. 

Dessa forma, é possível adotar medidas para resolver os problemas, adequar o sistema e garantir a continuidade da segurança de todos os envolvidos. Até, por isso, esse documento precisa ser feito e assinado por técnicos e profissionais credenciados junto ao Crea, como os engenheiros-eletricistas.

Saiba mais: Como otimizar o espaço organizacional em 6 passos

Como funciona a validade e o prazo de renovação do laudo SPDA?

Em geral, o laudo sobre o sistema de proteção contra descargas atmosféricas tem validades diferentes a depender do tipo de negócio. Veja:

  • 1 ano para empresas contendo munição ou explosivos, locais expostos à corrosão atmosférica severa ou instalações de empresas fornecedoras de serviços considerados essenciais;
  • 3 anos para as demais organizações.

Mas, se ocorrerem determinadas circunstâncias, como alterações ou reparos do sistema, é preciso realizar novamente a inspeção do SPDA e pode ser que seja necessário renovar o documento. 

Vamos ver então em quais casos são feitas essas inspeções:

1. Análise de integridade das descidas

O primeiro ponto é elementar para o laudo SPDA. Isso porque é preciso verificar se todas as descidas de cabeamento estão inteiras, se não há nenhum ponto com fio partido, solto ou que não está envolto pelas abraçadeiras.

Segundo as normas, é preciso fazer uma inspeção visual deste aspecto a cada 6 meses e manter o registro dela com fotos em um documento. Tal avaliação não precisa de um profissional especializado, mas tem que ser realizada e registrada.

Leia também: Conheça os principais serviços de manutenção de instalações

2. Avaliação da luminária para aviação

Este item não diz respeito propriamente ao SPDA, mas de um equipamento que fica próximo ao sistema contra raios. Afinal, a luminária para a aviação civil, ou luminária piloto, é regulada por portaria da aeronáutica. 

Mas tal aparelho fica em uma altura elevada, na mesma localização do SPDA. Portanto, a manutenção da luminária é importante para a conservação do para-raios, minimizando o risco de acidentes.

3. Observação da oxidação

Princípios de oxidação e corrosão no SPDA mostram que o equipamento precisa de uma inspeção de profissional qualificado e habilitado. Afinal, essas corrosões prejudicam e muito o sistema, afetando o seu funcionamento correto. 

Desse modo, deve-se ficar de olho nos captores, condutores de descida, conexões e eletrodos de aterramento para garantir que todos estejam sem traços de oxidação e corrosão.

4. Condições de caixas de inspeção e eletrodos

Outra verificação necessária no sistema de para-raios é a disponibilidade das caixas de inspeção. Estes acessórios, que podem estar suspensos ou enterrados no chão, precisam estar visíveis e um local de fácil e rápido acesso. 

Assim, é possível abrir essas caixas para ver as condições dos eletrodos de aterramento. Até porque o aterramento adequado é essencial para promover a proteção.

5. Análises de documentação

Acima, falamos sobre a periodicidade e validade do laudo SPDA. Os prazos para o documento estão previstos na norma ABNT 5419:2015, em que se estabelece que o laudo é preciso em tais condições:

  • Durante a construção da estrutura;
  • Quando o sistema estiver concluído;
  • Após ajustes, reparos e alterações;
  • Sempre que houver uma descarga atmosférica no sistema ou a suspeita que o raio atingiu o equipamento.

Saiba mais: Empresa de engenharia: como otimizar os serviços de manutenção

Conte com um parceiro especializado em laudo SPDA

A fim de realizar a elaboração adequada do documento, a sua empresa pode e deve contar com um parceiro especializado, com experiência e conhecimento no assunto.

Com mais de 20 anos de mercado, a TDGI é uma empresa multinacional de engenharia. Atuamos com gestão e manutenção de edifícios, empreendimentos, instalações técnicas e industriais, sempre promovendo as melhores soluções para os nossos clientes e de forma personalizada.

Assim, você não precisa se preocupar com atividades de manutenção e documentação e pode se focar exclusivamente no seu core business.

Entre os nossos serviços oferecidos, realizamos a análise e diagnóstico de instalações, incluindo o laudo SPDA. Contamos com equipes de engenharia e técnicos de diagnósticos especializados, com acesso aos mais recentes equipamentos e tecnologias para te ajudar.

Para ter o laudo SPDA correto sempre que necessário, conte conosco. Entre em contato agora mesmo com nossos especialistas!

Terceirização de funcionários

Saiba como terceirizar um funcionário na sua empresa

As práticas de como terceirizar um funcionário são cada vez mais comuns e recorrentes nas empresas. Isso se deve aos inúmeros benefícios de contar com profissionais terceirizados para a execução de serviços e tarefas, principalmente no que se refere à especialização dos contratados e à redução das despesas com encargos trabalhistas.

Vale destacar que, no Brasil, a Lei da Terceirização foi aprovada em 2017, regulamentando o trabalho terceirizado e permitindo a contratação de funcionários e departamentos inteiros terceirizados. A principal mudança foi em relação à natureza de atuação deste tipo de profissional.

Anteriormente à lei, só era possível terceirizar as consideradas atividades complementares das empresas, ou atividades-meio, como limpeza, portaria, jardinagem, segurança, entre outras. 

Mas, depois da regulação, passou a ser possível a terceirização de atividades-fim, com a contratação de prestadores para a execução das tarefas principais de uma empresa, como a produção industrial em uma fábrica.

Neste cenário, o Brasil já tem mais de 12,7 milhões de trabalhadores terceirizados, segundo dados do Dieese. 

Com este número em franco crescimento, você precisa saber quais são as vantagens deste modelo de contratação, que tipo de serviços podem ser terceirizados e como terceirizar um funcionário ou departamento. Vamos ver melhor a seguir!

Leia também: Como tornar a gestão de fornecedores mais eficiente

Principais vantagens de como terceirizar um funcionário

Cada empresa faz a terceirização de serviços de acordo com sua necessidade e demanda. Mas esta é uma boa prática, principalmente, para ajudar as organizações a contratar profissionais especializados em determinadas áreas específicas, como manutenção ou TI, garantindo melhor custo-benefício e otimizando o tempo de resposta para o atendimento às demandas.

Vamos ver mais benefícios da terceirização para o seu negócio!

Maior foco no negócio

Com os profissionais executando atividades-meio ou fim para as empresas, os gestores conseguem evitar preocupações com estes serviços e manter o foco no core business. Com isso, é possível elevar a eficiência, a produtividade, entregar melhores resultados e aumentar a performance do negócio como um todo.

Menor necessidade de gestão dos funcionários terceirizados

Ao realizar os processos de como terceirizar um funcionário, a empresa fica livre das responsabilidades de gestão. Afinal, o fornecedor contratado é responsável pela qualificação, treinamento e gerenciamento de profissionais e equipes, assim como pela substituição em caso de faltas ou ausências.

Garantia de especialização nas tarefas

Com tarefas que não são especialidade da empresa nas mãos de profissionais terceirizados, obviamente, você terá uma equipe capacitada, especializada e experiente naquelas funções. 

Por exemplo: na manutenção de equipamentos e instalações, seu negócio terá técnicos altamente habilitados para garantir os melhores serviços. Dessa forma, as atividades serão executadas com maior eficiência e qualidade.

Diminuição dos custos

De acordo com a Abrafac (Associação Brasileira de Facilities), é possível que as empresas economizem até 20% com a contratação de parceiros especializados para a realização dos serviços de limpeza, manutenção e outros.

Essas reduções envolvem os gastos trabalhistas, já que a contratação de um novo colaborador próprio sai muito mais cara do que a terceirização. Isso sem contar que, quanto maior a especialização, maior o salário do funcionário e, em caso de demissão, há despesas previdenciárias e trabalhistas.

Além disso, há diminuição de custos com manutenção de equipamentos, por exemplo, e em decorrência da maior eficiência, produtividade e qualidade dos serviços, assim como na otimização de recursos e menor desperdício.

Leia também: Empresas terceirizadas em hospitais: quais as vantagens?

Previsibilidade de despesas

Com a terceirização de funcionários ou de um departamento, é possível estimar um custo fixo mensal, garantindo despesas mais previsíveis, melhor planejamento financeiro e possibilidade da empresa se organizar para realizar investimentos.

Quais os serviços mais comuns na terceirização de funcionários?

Como dissemos acima, cada empresa tem sua necessidade na hora de como terceirizar um funcionário. Assim, praticamente todos os negócios possuem um prestador de serviços para alguma atividade específica. Porém, algumas tarefas são mais comuns de serem terceirizadas, como por exemplo:

  • Limpeza;
  • Segurança;
  • Jardinagem;
  • Transporte;
  • Tecnologia da Informação;
  • Serviços administrativos;
  • Manutenção técnica;
  • Gestão de espaço e obras;
  • Otimização energética;
  • Entre outros.

Passo a passo de como terceirizar um funcionário

Agora que você já conhece os benefícios de contratar profissionais especializados e os principais serviços da área, está na hora de de saber como terceirizar um funcionário. Vamos a 3 passos rápidos:

1. Definição dos serviços

Para iniciar o processo de terceirização, é fundamental que os gestores da empresa realizem um estudo detalhado e aprofundado da situação do negócio. Dessa maneira, é possível definir quais as atividades que podem e devem ser terceirizadas para gerar benefícios reais para a organização como um todo.

Uma sugestão de onde por começar a terceirizar está nos serviços de manutenção, já que não estão relacionados à estratégia do negócio. Depois, a gestão pode avaliar os resultados e prosseguir com a terceirização para outras áreas.

Leia também: Principais desafios da terceirização de serviços

2. Escolha de uma empresa terceirizada eficiente

Para executar os serviços com qualidade e proporcionar o melhor custo-benefício para a empresa, os gestores precisam contar um parceiro especializado qualificado. Neste ponto, vale lembrar que existem muitos fornecedores à disposição no mercado. Então, é preciso pesquisar e avaliar a melhor prestadora para atender às suas necessidades.

Deve-se levar em conta aspectos como:

  • Reputação no mercado;
  • Treinamento adequado dos colaboradores;
  • Entrega de serviços de qualidade;
  • Histórico, experiência e perfil da empresa;
  • Capacidade de personalização dos serviços;
  • Referências de clientes;
  • Índice de reclamações;
  • Entre outros.

Saiba mais: Como contratar uma empresa terceirizada: 5 passos essenciais

3. Elaboração do contrato com a empresa terceirizada

Por fim, para saber como terceirizar um funcionário, é importante realizar um bom contrato de prestação de serviços. No documento, devem estar cláusulas com todas as informações relevantes para ambas as partes, definindo também os direitos e deveres do fornecedor e do contratante.

Em geral, muitos prestadores já têm um contrato modelo padronizado embasado pela legislação trabalhista. Mas as empresas também podem incluir, sugerir, excluir ou modificar itens existentes. Se a fornecedora não aceitar as mudanças e nem flexibilizar determinados pontos, talvez seja melhor verificar outra parceira.

Conte com a TDGI

Empresa de engenharia multinacional com mais de 20 anos de experiência, a TDGI vai ajudar o seu negócio no processo de como terceirizar um funcionário. Estamos prontos para te auxiliar na gestão, operação e terceirização de diversos aspectos, garantindo a qualidade dos serviços de facilities e manutenção  

Valorizamos os ativos dos nossos clientes, cumprimos com os níveis de acordo estabelecidos e adotamos as melhores práticas e soluções para atender a diversos segmentos, como shoppings, prédios comerciais, condomínios, escolas, colégios e instituições de ensino superior particulares, aeroportos e hotéis.

Entre os nossos serviços oferecidos, estão manutenção técnica, gestão de facilities integrada, gestão de espaços e obras, análise e diagnóstico, entre outros.

Quer saber mais detalhes? Entre em contato agora mesmo com nossa equipe e solicite uma proposta personalizada para a sua empresa.

gerenciamento de manutenção

Gerenciamento de manutenção de equipamentos: 5 principais preocupações em hospitais

O gerenciamento de manutenção de equipamentos em instituições de saúde, como hospitais, clínicas e laboratórios, é responsável por apoiar um atendimento de qualidade e reduzir custos. 

Por isso, esse controle precisa ser feito de modo eficiente de olho nas principais práticas e tecnologias do mercado, fornecendo serviços de excelência e garantindo a operação integral de todos os aparelhos.

Desta forma, a gestão hospitalar consegue ter maior precisão em exames e diagnósticos, aumentar a vida útil de equipamentos, evitar problemas e falhas em dispositivos, promover maior segurança e bem-estar para pacientes e funcionários, melhorar a satisfação dos pacientes e, por fim, obter uma melhor imagem. 

Além do que, é possível ter maior controle de todos os ativos e equipamentos do hospital, rastreando e gerenciando os aparelhos e evitando prejuízos.

Leia também: Como reduzir custos com manutenção hospitalar

Como o gerenciamento de manutenção de equipamentos pode ajudar?

O principal foco de hospitais e empresas de saúde é a qualidade do atendimento médico, não é mesmo? Então, para assegurar tal aspecto elementar, é fundamental que os gestores avaliem e estudem tanto a aquisição de ativos e material hospitalar, como a sua distribuição nos leitos e demais instalações.

Para tanto, o gerenciamento de manutenção de equipamentos médicos e hospitalares se torna um diferencial. Até porque permite identificar a real  necessidade de determinado dispositivo, saber o tempo de uso, a rotina e o cronograma de manutenção, os problemas do passado e programar novas compras. 

Assim, como consequência, as máquinas e os dispositivos estarão sempre bem conservados, em ordem, com funcionamento correto, com peças trocadas e substituídas de acordo com os desgastes e prontos para a utilização dos pacientes.

Outra vantagem do gerenciamento adequado da manutenção é ajudar a lidar com as demandas dos pacientes, com o monitoramento dos equipamentos, os custos crescentes de manutenção e os consertos de falhas.

Saiba mais: 3 melhores práticas para gestão de manutenção preventiva em hospitais

5 pontos de atenção no gerenciamento de manutenção de equipamentos

Para gerenciar de forma adequada tanto os equipamentos quanto a manutenção dos mesmos, é preciso que a equipe de manutenção da instituição de saúde se preocupe com alguns aspectos importantes. 

Vamos ver melhor os 5 principais pontos de atenção a seguir!

1. Quantidade de equipamentos

Com as inovações tecnológicas, os leitos possuem cada vez mais equipamentos instalados e integrados e os médicos têm cada vez mais dispositivos na sua mão. Esse incremento traz consigo a obrigação de uma manutenção de qualidade e de um gerenciamento assertivo. 

Afinal, se os recursos ou ativos necessários não estão disponíveis, seja por falta de equipamento ou ausência de manutenção, o hospital é que sofre com prejuízos por leitos parados, interrupção de atendimento, prejuízo no fluxo de trabalho, entre outros. Isso sem falar nos danos à imagem e à reputação.

Um exemplo: a demanda extraordinária de equipamentos respiratórios na pandemia de COVID 19. Várias pessoas ficaram sem equipamento, e por consequência sem chance de lutar pela sua vida.

Por isso a importância de um planejamento estratégico para controle de quantidade e qualidade do serviço oferecido pelo hospital ou órgão da saúde.

2. Riscos hospitalares

Da mesma forma que oferecem tratamentos e soluções para os pacientes com um atendimento médico de qualidade, as instituições de saúde também possuem riscos, como por exemplo de infecções. O que inclusive pode acarretar outros problemas nos pacientes.

Um desfibrilador quebrado, uma tela que não pode monitorar os pacientes, equipamentos de Raio X danificados… São circunstâncias de alta periculosidade que afetam o bem estar tanto dos funcionários quanto dos pacientes.

Para minimizar a chance de riscos biológicos, o gerenciamento de manutenção de equipamentos precisa estar em dia para garantir a esterilização dos dispositivos, evitando o uso de instrumentos infectados e a propagação de doenças.

Por isso a manutenção preventiva é de suma importância. Quando mais de 10% das manutenções é corretiva, ou seja, para substituir um equipamento ou falha no sistema, quer dizer que o local de trabalho é extremamente arriscado de se estar ou atuar.

A manutenção não planejada corretiva é causa de vários incidentes que poderiam ser facilmente evitados com uma fiscalização em dia. Por essa razão, o Ministério da Saúde colocou vários indicadores sobre a manutenção de equipamentos hospitalares.

Uma das principais manutenções recomendadas para hospitais é a manutenção preditiva que consiste na monitoração da vida útil dos equipamentos e utensílios hospitalares.

Logo, a manutenção preditiva e a preventiva são as ideias para hospitais e instituições de saúde.

Leia também: Conheça as regras sobre manutenção em equipamentos hospitalares

3. Atendimento de qualidade

Como mencionamos, o carro chefe de uma instituição de saúde é o atendimento de qualidade. Para isso, é necessário ter a quantidade correta de instrumentos e equipamentos médicos, assim como que eles estejam todos lubrificados, bem conservados, com as peças trocadas no tempo certo e com o funcionamento correto.

O gerenciamento de manutenção de equipamentos proporciona todos estes pontos, já que traz dados precisos sobre os aparelhos, seu tempo de uso, histórico de manutenção e outros detalhes.

E quando se fala em atendimento também se fala de atendimento humanizado. Os pacientes querem se sentir seguros e ouvidos, por isso capacitar os funcionários para uma comunicação mais acolhedora é essencial.

Principalmente na saúde, as pessoas tendem a esperar um atendimento mais frio e direto pelo dia a dia e situações que aparecem na rotina da saúde. No entanto, é um diferencial proporcionar um atendimento personalizado voltado ao paciente. Com certeza isso refletirá de forma positiva.

4. Fluxo de trabalho

Conhecer o histórico de uso e conservação do equipamento hospitalar é essencial para saber quando ele está no fim de sua vida útil. Este ponto pode melhorar e muito o fluxo de trabalho dos profissionais de saúde para fazer exames com precisão e utilizar os aparelhos da melhor forma, além de minimizar problemas.

Só para você ver um exemplo: os esterilizadores podem durar seis anos se tiverem boa manutenção. Já as balanças e os refrigeradores duram por volta de oito anos.

Uma plataforma de monitoramento pode ser a solução para fiscalizar a vida útil dos utensílios médicos. Entra novamente aqui na manutenção preventiva.

Outro ponto importante é investir em tecnologias que facilitem a comunicação da equipe médica. Não há porque ficar em um monitoramento totalmente analógico que retarda a ação dos médicos e assim os tratamentos dos pacientes.

O google drive permite que o conteúdo seja compartilhado com todos do hospital, assim como o Agenda, o Calendar. Isso evita situações que podem ser fatais para os pacientes, assim como permite uma economia de tempo com uma gestão mais eficiente.

5. Produtividade

Um equipamento médico subutilizado, abandonado ou acondicionado no lugar errado pode afetar bastante o trabalho da equipe de enfermeiros, técnicos e médicos. Em contrapartida, um equipamento mantido em condições corretas e no local certo vai ganhar tempo e melhorar a produtividade e eficiência de todos os profissionais.

Vale lembrar dois dados que mostram a importância do gerenciamento de manutenção de equipamentos neste caso.

 

  • Hospitais têm em média 25% mais dispositivos móveis do que outras empresas;
  • Uma equipe pode perder até 20 minutos na procura pelos equipamentos. 

Logo a organização e gestão de equipamentos é de suma importância. O gerenciamento de manutenção de equipamentos é feito de forma efetiva para eliminar tarefas repetitivas e desnecessárias, listando as prioridades a serem executadas.

Além disso, aqui entra também uma capacitação contínua. É recomendável que os médicos, técnicos e enfermeiros passem por treinamentos, seja por webinars, palestras, práticas e instrumentais para não se perderem no tempo. Afinal, o mundo está em constante evolução e as práticas vão mudando.

A tecnologia está a serviço da ciência e pode ser usada a favor da saúde.

Em resumo, o gerenciamento de manutenção de equipamentos permite mais durabilidade e eficiência dos equipamentos hospitalares. Igualmente, aumenta a produtividade da equipe médica e dá mais segurança aos pacientes.

A prestação de serviço hospitalar se torna mais otimizado e moderno com a manutenção preventiva e preditiva. Do contrário, há maior manutenção corretiva não planejada, que é mais arriscada e com mais despesas.

Em razão da periculosidade do ambiente hospitalar é preciso mais atenção a todos os processos, principalmente aos equipamentos.

O treinamento da equipe médica também é necessário, tanto para o melhor atendimento dos pacientes quanto para identificar as necessidades do hospital e saber ler os indicadores dos equipamentos quando necessário ser feita a manutenção.

Também é interessante se atentar às novas tecnologias para facilitar a comunicação dentro do hospital e dessa forma dar um atendimento de qualidade aos pacientes. O Calendar, Google Drive e outros programas estão aí à disposição.

Conte com auxílio especializado

Para fazer um eficiente gerenciamento de manutenção de equipamentos, conte com uma empresa experiente, com profissionais especializados, bem treinados e que conhecem as principais práticas e pontos de atenção para a manutenção dos utensílios médicos e hospitalares.

A TDGI é uma empresa de engenharia multinacional que realiza a gestão de operação e manutenção para instituições de saúde. Atuamos com equipes de engenharia e técnicos de eletromedicina para a manutenção preventiva e corretiva de equipamentos médicos.

Nosso objetivo é garantir a integração e satisfação de nossos clientes, cumprir com os níveis de acordo estabelecidos e valorizar os seus ativos. E tudo com qualidade, eficiência, segurança e as melhores soluções do mercado nacional e internacional.

Quer conhecer melhor os nossos serviços? Entre em contato agora mesmo

 

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Riscos da falta de manutenção

7 riscos de não fazer a manutenção em equipamentos hospitalares

A correta manutenção em equipamentos hospitalares é essencial para que as instituições de saúde garantam o bem-estar dos pacientes, a precisão em exames e a segurança dos profissionais na operação dos aparelhos. 

Além disso, os serviços de manutenção ajudam a evitar falhas e quebras nos equipamentos, proporcionam maior eficiência, aumentam a vida útil dos dispositivos e reduzem custos com consertos emergenciais.

Portanto, só por esta lista de benefícios já está clara a importância da manutenção em equipamentos hospitalares. Mas não para por aí, pois este tipo de serviço pode representar até um diferencial competitivo e um ganho de imagem perante o mercado e os pacientes. 

Leia também: 3 práticas para a manutenção preventiva em hospitais

Importância da manutenção em equipamentos hospitalares

Alguns dados levantados pelo Comitê Brasileiro de Certificação em Engenharia Clínica (CBCEC) comprovam isso. Segundo a pesquisa, cerca de 85% dos equipamentos biomédicos em uso no Brasil funcionam fora das exigências mínimas dos fabricantes. Veja mais números:

  • 30% dos equipamentos estão sucateados devido a compras mal realizadas;
  • 96% dos dispositivos nunca passaram por manutenções preventivas;
  • Só 2% dos hospitais têm uma área de engenharia biomédica para a gestão de manutenção em equipamentos hospitalares.

Outro estudo realizado pelo Tribunal de Contas da União indicou falta dos equipamentos mínimos em 11% dos leitos disponíveis e problemas diversos em manutenção nos equipamentos, indisponibilizando 7% dos leitos.

Saiba mais: Como reduzir custos com manutenção hospitalar

Principais riscos da ausência da manutenção

Ou seja, fica claro que um dos riscos de não fazer a manutenção é a indisponibilidade dos leitos. Mas quais os outros? Vamos ver a seguir!

1. Riscos físicos

A manutenção inadequada ou a falta de manutenção em equipamentos hospitalares pode prejudicar a saúde do paciente e o bem-estar de funcionários com riscos físicos, como por exemplo, calor excessivo, frio, umidade, pressão, entre outros.

2. Químicos 

Outro tipo de risco perigosíssimo é o químico, pois os dispositivos podem conter produtos químicos que podem penetrar no corpo do paciente ou do operador via inalatória, como por exemplo, gases, fumos, vapores e poeiras químicas.

3. Biológicos 

Além dos riscos físicos e químicos, os biológicos são ainda mais perigosos na falta de manutenção em equipamentos hospitalares. Isso porque, sem a limpeza e a manutenção adequadas, os aparelhos podem juntar microorganismos, como bactérias e vírus, que podem causar doenças nos envolvidos.

4. Acidentes

Imagina um equipamento de exame com um fio desencapado. Isso pode provocar curto-circuito, incêndio e até explosão. Ou seja, trata-se de uma situação vulnerável para pacientes, médicos e enfermeiros.

5. Problemas de medição 

O objetivo de exames é identificar possíveis anomalias no organismo das pessoas. Mas se o equipamento não estiver alinhado corretamente, vai haver erros nos registros de medição. Como consequência, vai ocorrer problemas no diagnóstico e no tratamento, afetando a saúde do paciente.

6. Perda do equipamento

A ausência de manutenção do equipamento por muito tempo pode incorrer em problemas para o próprio dispositivo. Uma vez que o aparelho continua a funcionar com erros, causando danos internos que podem gerar até a paralisação completa de funcionamento do equipamento e, por fim, a sua perda total.

Com isso, ocorrem ainda mais prejuízos financeiros e de interrupção de atividades, além da necessidade de aquisição de um novo equipamento.

7. Impacto financeiro

Como vimos até aqui, são vários os riscos de não realizar a manutenção em equipamentos hospitalares. E, como resultado de todos esses riscos, está o impacto financeiro. Afinal, o aparelho pode provocar um elevado gasto ao hospital, com estragos, erros, perdas parciais ou totais, interrupção de operação, diagnóstico incorreto, insatisfação do paciente, danos de imagem ao hospital, entre outros.

Leia também: Conheça as regras sobre a manutenção em equipamentos hospitalares

Conte com um parceiro especializado

Para evitar todos estes riscos e fazer uma manutenção eficiente, é necessário contar com empresas experientes e especializadas nos cuidados com equipamentos hospitalares. Assim, você pode deixar o serviço em boas mãos e ficar focado no seu core business.

A TDGI é uma empresa de engenharia multinacional que atende às demandas de manutenção, gestão de facilities e construção civil de centros hospitalares e instituições de saúde. 

Atuamos com um time de engenheiros técnicos e experientes, além das melhores soluções do mercado, com o intuito de promover o bom funcionamento das instalações e equipamentos hospitalares, assim como a redução de custos, a disponibilidade e a valorização dos ativos. 

Baixe nosso “Guia prático para redução de custos no setor industrial” e saiba as principais boas práticas para economizar e ter maior competitividade.

layout de escritório de contabilidade

6 passos para remodelar o layout de escritório de contabilidade

Muitos gestores subestimam a importância do layout de escritório de contabilidade. No entanto, esse aspecto é estratégico, influenciando desde a produtividade da equipe até a qualidade da recepção aos clientes.

Afinal, o layout de escritório de contabilidade deve garantir conforto e boa circulação aos profissionais que atuam diariamente nesse espaço, mas também atender às necessidades dos clientes e parceiros que são recebidos no local esporadicamente.

Dessa forma, existem alguns fatores estratégicos que devem ser avaliados na hora realizar a alteração ou adequação do layout a partir de projetos de reformas corporativas, modernização de ambientes ou obras de retrofit, como por exemplo:

  • Iluminação de qualidade;
  • Redução de ruídos;
  • Melhora da circulação dos funcionários;
  • Integração entre colaboradores;
  • Escritório moderno;
  • Ergonomia;
  • Entre outros. 

Saiba mais: Como otimizar o espaço organizacional em 6 passos

Problemas comuns do layout de escritório de contabilidade

Antes de trabalhar na modificação, modernização ou reforma do layout de escritório, vale a pena entender quais são os problemas mais recorrentes que ocorrem nos locais de trabalho atualmente.

Um aspecto essencial é a questão da parte estética do escritório. Muitos funcionários e até gestores ficam constrangidos em atender os clientes ou apresentar o local para fornecedores, candidatos de emprego e amigos, quando o ambiente é feio, tem problemas estruturais como fiações soltas ou tem pisos e móveis antigos.. 

Outro ponto comum é a iluminação inadequada e o excesso de barulho. Isso faz com que os profissionais terminem o dia de trabalho cansados, estressados e até com dor de cabeça. Além do que, muitas vezes, eles têm a sensação de que, com a falta de concentração em decorrência de tais situações, não foram tão produtivos ou renderam menos do que o esperado.

Vale destacar também os riscos de baixo desempenho no trabalho relacionados às estações inadequadas, envolvendo desde a falta de mobiliário apropriado até a ausência de ferramentas corretas para a execução das atividades. O que pode prejudicar a produção, a saúde e até o bem-estar das equipes.

Tudo isso gera perda de motivação e pode até render na saída do trabalhador da empresa, à procura de outro emprego que ofereça melhores condições.

Veja também: Por onde começar a reforma de escritório?

O que avaliar para remodelar o layout de escritório de contabilidade?

A remodelação de um espaço de trabalho deve ser realizada estrategicamente, visando gerar benefícios reais às atividades e aumentar a funcionalidade do local e não apenas promover melhorias estéticas.

Dessa forma, identificamos abaixo 6 etapas importantes de serem consideradas na remodelação estratégica do layout de escritório de contabilidade.

1. Análise das necessidades

O primeiro passo é identificar o que a empresa de contabilidade mais precisa com a remodelação. Existem diferentes necessidades que podem ser exploradas, como:

  • Aumentar a funcionalidade do espaço;
  • Melhorar a interação entre profissionais;
  • Ter um espaço mais adequado à recepção de clientes;
  • Aproveitar melhor o espaço disponível.

Esses são apenas alguns exemplos de como a remodelação do layout pode ser focada em um objetivo central ou em um conjunto de necessidades mapeadas.

2. Tamanho do local

A avaliação estratégica do espaço garante o melhor aproveitamento de cada metro quadrado para que haja a otimização dos usos

Em um local menor, por exemplo, é interessante incorporar móveis e espaços com mais de uma função no dia a dia. O tamanho também determina o que será possível ou não integrar ao layout.

3. Tipo de escritório

A análise quanto ao tipo de escritório é importante para que o espaço possa ser melhor aproveitado. Por exemplo, o layout de escritório de contabilidade pode ser tradicional, modular, plano ou por estação de trabalho.

Tradicional: neste modelo, os espaços de trabalho são fechados por divisórias e/ou paredes, separando cada setor da empresa, e cada estação, muitas vezes, pode ser delimitada por biombos. Os diretores e outros profissionais de cargos de liderança possuem salas demarcadas e as salas de reuniões são mais escondidas. 

Modular: aqui, o layout de escritório é dividido em espaços separados e particulares para os colaboradores. Dessa forma, também é possível alocar um espaço de atendimento, onde os clientes e visitantes serão atendidos.

Plano aberto: este tipo de escritório de contabilidade não conta com divisões por paredes ou módulos. Além disso, o acesso aos atendentes é flexível e a atuação dos profissionais de liderança não exige sala própria ou demarcação.

Estação de trabalho: neste caso, a empresa realiza grupos de estações de trabalho, como se fossem pequenos escritórios dentro do principal. Este layout é parecido com o modular, mas não tem área de atendimento. Então, cada cliente deve se dirigir à estação específica para o atendimento necessário.

Essa definição é estratégica, pois influencia a dinâmica das atividades, como se os colaboradores terão um espaço favorável ao trabalho colaborativo ou à concentração individual.   

4. Disposição de móveis

A disposição dos móveis no ambiente influencia, por exemplo, a iluminação, ventilação, espaços de circulação e, consequentemente, o desenvolvimento das atividades.

Por tais razões, é preciso que haja um planejamento eficaz, com móveis que vão promover conforto, mas que tenham funcionalidades relevantes naquele ambiente.

5. Divisão entre setores

Ainda que o modelo de escritório aberto, com uma área toda aberta para melhorar a interação e circulação, seja cada vez mais comum, mesmo nesse layout é preciso fazer a divisão dos espaços, que são separados de acordo com as necessidades.

Um exemplo é um espaço específico para reuniões, criando um local reservado, com menos ruídos, mas que seja compatível com o restante do layout de escritório de contabilidade.

6. Personalidade da empresa

Atualmente, as empresas veem benefícios de incorporar a personalização e a cultura organizacional, inclusive, no ambiente físico.

Dessa forma, elementos que reflitam a personalidade da marca passam a ser empregados ao ambiente para promover diariamente a cultura organizacional proposta.

Veja também: Por que contratar uma empresa especializada em reformas prediais?

Como organizar essa reestruturação do escritório?

Devido aos aspectos estratégicos da remodelação do layout de escritório de contabilidade, é preciso contar com uma parceira especializada para executar essa função.

A TDGI oferece serviços especializados para remodelação do layout do escritório a partir do serviço de gestão de espaços e obras, que engloba todas as etapas necessárias nesse processo, desde mapeamento das necessidades, planejamento e execução.

Com uma remodelação estratégica do layout de escritório de contabilidade, será possível alcançar os benefícios esperados em produtividade, satisfação dos clientes e colaboradores, maior motivação, atração e retenção de talentos, além de melhor aproveitamento do espaço. 

Quer saber mais sobre essa solução? Conheça aqui a gestão de espaços e obras da TDGI.

como organizar um departamento de manutenção

Como organizar um departamento de manutenção industrial: conheça o fluxo de trabalho

Saber como organizar um departamento de manutenção industrial é fundamental para tornar o negócio mais competitivo devido à otimização do funcionamento do maquinário.

Quando o departamento de manutenção industrial é estruturado corretamente, pode-se observar ganhos operacionais, redução de custos, aumento da produtividade e um desempenho mais estratégico e inteligente.

Considerando essa relevância, saber como organizar um departamento de manutenção estrategicamente deve ser prioridade para os gestores. 

Saiba mais: 5 passos para melhorar a gestão da manutenção na indústria

Como organizar um departamento de manutenção?

Existem algumas etapas comuns sobre como organizar um departamento de manutenção industrial que tornam a implementação desses processos mais fácil e rápida. Entenda a seguir algumas fases relevantes.

  • Prioridades de manutenção: é a definição do tipo de manutenção necessário à indústria, como de emergência, crítica (até 7 dias) e normal (a partir de 7 dias);
  • Ordem de manutenção: é o documento com as informações detalhadas sobre a manutenção, como recursos humanos e materiais necessários, em caso de demanda emergencial ou corretiva;
  • Notas de manutenção: são documentos para registro das ocorrências, dados, análise de falhas e histórico do equipamento, inclui pedido de trabalho para solicitações programadas;
  • Rotas de manutenção: trata-se de um documento que sistematiza as tarefas de manutenção periodicamente, sendo usados para casos de manutenção preditiva e de inspeção.

Veja ainda: 6 principais indicadores de manutenção para indústrias e empresas

Portanto, a organização do departamento de manutenção depende de uma decisão estratégica sobre o tipo de manutenção que será priorizado pela empresa.

Por exemplo, pode ocorrer de um equipamento apresentar problemas e interromper a operação para uma manutenção emergencial, mas as chances são significativamente menores se a estratégia englobar os reparos preventivos e preditivos.

Leia mais: Redução de custos na indústria: conheça os benefícios da terceirização de serviços

Quais os benefícios da manutenção preventiva?

Se o objetivo é saber como organizar um departamento de manutenção, a recomendação é sempre que possível priorizar a manutenção preventiva e condicionada ou preditiva nas indústrias. Isso se deve aos benefícios, que incluem:

  • Promove maior controle dos recursos e das operações industriais;
  • Minimiza as chances de interrupções na linha de produção, que pode comprometer prazos e entregas;
  • Evita custos com consertos ou substituição do maquinário que são mais elevados do que os de manutenção preventiva;
  • Permite a coordenação das atividades, promovendo a manutenção em períodos de ociosidade do maquinário, sem comprometer a produção;
  • Aumenta a eficiência dos equipamentos, com ganhos de produtividade para a equipe;
  • Reduz atrasos durante o próprio processo de manutenção, como devido à necessidade de comprar insumos e aguardar a entrega.

As vantagens da manutenção preventiva e preditiva garantem que as indústrias que optam por esse modelo sejam mais competitivas e eficientes.

Veja mais: Saiba como calcular manutenção preventiva e o seu ROI

Como estruturar corretamente a manutenção industrial?

Mesmo sabendo como organizar um departamento de manutenção industrial, os gestores são beneficiados quando optam por uma parceria estratégica com uma empresa especializada.

A TDGI, por exemplo, pode colaborar nesse processo devido aos serviços de manutenção que englobam desde o planejamento, detalhamento das atividades, até a execução com profissionais qualificados.

Leia também: Gestão de fornecedores na indústria: como torná-la mais eficiente

Com a terceirização da organização do departamento de manutenção, os processos são otimizados, sendo mais assertivos, eficientes e transparentes, o que gera economia, qualidade e competitividade à indústria.

Quer saber mais sobre a terceirização de serviços? Confira nossa página sobre manutenção para indústrias!

Baixe nosso “Guia prático para redução de custos no setor industrial” e saiba as principais boas práticas para economizar e ter maior competitividade.