O que diz a NR10 e por que sua empresa precisa estar em conformidade

A Norma Regulamentadora nº 10 (NR10) é um pilar fundamental quando se trata da segurança em instalações elétricas no Brasil. Este documento, estabelecido pelo Governo Brasileiro, delineia os requisitos e condições mínimas para garantir a saúde e a segurança dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com eletricidade.   

Embora a versão atual seja a de 2004, sem alterações substanciais em 2023, os debates para revisão estão sendo retomados, considerando as transformações no setor elétrico brasileiro nas últimas décadas. 

O Panorama Atual 

A NR 10 é de aplicação obrigatória em diversos setores, incluindo canteiros de obra na construção civil. Empresas que não cumprem as normas estabelecidas estão sujeitas a penalidades, multas e sanções administrativas, tornando seu atendimento crucial para evitar consequências legais. A segurança no ambiente de trabalho é uma prioridade, e a NR 10 desempenha um papel significativo nesse cenário. 

Apesar de estar em vigor desde 2004, a NR 10 não passou por alterações significativas em 2023. Entretanto, o que merece destaque é o reinício das discussões para revisão, que foram iniciadas em 2019, mas interrompidas pela pandemia em 2020. A modernização do parque energético brasileiro, com a introdução de novas tecnologias, torna crucial a atualização da norma para abranger lacunas identificadas em relação a choques elétricos e arcos elétricos. 

Desafios da Atualização 

O escopo amplo da norma e as transformações no setor elétrico desde 2004 tornam o debate técnico complexo. Com a incorporação de sistemas de cogeração, termelétricas, energia eólica e fotovoltaica, a revisão exige considerações minuciosas. A nomeação, em julho de 2023, dos novos integrantes da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP), composta por representantes do governo, empregadores e trabalhadores, marca o início de uma fase crucial para a atualização da NR 10. 

Os Principais Pontos da NR10 

A NR10, como todas as normas regulamentadoras, visa garantir a segurança e a integridade dos trabalhadores. A norma estabelece medidas de controle e prevenção para profissionais que lidam com instalações elétricas e serviços na área. As principais etapas incluem geração, transmissão, distribuição e consumo, abrangendo desde o projeto até a operação de manutenção das instalações elétricas e trabalhos realizados em suas proximidades.  

Conclusão 

A NR 10 desempenha um papel fundamental na promoção da segurança e saúde dos trabalhadores que lidam com eletricidade. A falta de mudanças desde 2004 não reflete a dinâmica do setor elétrico atual.  

Com a retomada das discussões e a criação da CTPP, espera-se uma atualização que abranja as lacunas identificadas, garantindo que a norma continue a ser um guia eficaz para a segurança em eletricidade no Brasil.  

A revisão é crucial para acompanhar o progresso tecnológico e garantir a proteção dos profissionais que atuam nesse setor em constante evolução. 

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

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A Importância dos Laudos SPDA na Proteção Contra Descargas Atmosféricas

O Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA), popularmente conhecido como para-raios, é uma parte vital da infraestrutura de edifícios e estruturas em todo o mundo. Sua função é proteger contra os perigos das descargas atmosféricas, comuns em muitas regiões. Para garantir a eficácia desse sistema, é necessário elaborar um Laudo SPDA. Neste artigo, exploraremos em detalhes o que é um Laudo SPDA, porque ele é essencial e o que ele avalia nas instalações. 

O Que é um Laudo SPDA? 

O Laudo SPDA, ou Laudo do Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas, é um documento que atesta a inspeção e o funcionamento adequado do sistema. Este sistema, mais conhecido como para-raios, é composto por vários componentes que trabalham em conjunto para proteger edifícios e estruturas contra os danos causados por raios.  

O Laudo SPDA é um registro que comprova que o sistema está operando corretamente e é frequentemente exigido por órgãos competentes, como o Corpo de Bombeiros, para garantir a segurança das edificações. 

Por que Elaborar um Laudo SPDA? 

Elaborar um Laudo SPDA é uma obrigatoriedade exigida por lei, mas vai além disso. Ele funciona como uma garantia de que o sistema de proteção contra descargas atmosféricas está funcionando normalmente. Além disso, o Laudo SPDA registra informações cruciais sobre o sistema que são do interesse de gestores de espaços, seguradoras, sindicatos e ocupantes de edifícios. Entre os dados registrados no Laudo Técnico SPDA estão:   

  1. Manutenções anteriores.
  2. Estado de conservação do sistema e seus componentes.
  3. Eficiência do sistema.
  4. Tendências de funcionamento, úteis para a manutenção preditiva.  

Essas informações são vitais para garantir a operação contínua e eficaz do sistema de proteção contra descargas atmosféricas. 

O que o Laudo SPDA Avalia nas Instalações? 

O Laudo SPDA deve avaliar todos os aspectos do sistema de proteção contra descargas atmosféricas por meio de uma inspeção completa, que inclui: 

Eficiência do sistema:

É essencial verificar se o sistema é capaz de cumprir sua função de proteger contra descargas atmosféricas. 

Estado de conservação do sistema e seus componentes:

Componentes desgastados ou danificados podem comprometer a eficácia do SPDA. 

Cumprimento dos requisitos técnicos:

Isso inclui cabos, conexões, malhas e aterramento, que devem estar em conformidade com as normas. 

Capacidade do sistema para proteger a estrutura:

O sistema deve ser capaz de evitar danos à edificação. 

Potenciais riscos presentes no sistema:

Identificar possíveis falhas ou riscos é fundamental para a segurança. 

Ações necessárias para aumentar a eficácia do sistema:

Caso sejam identificadas não conformidades, o Laudo SPDA deve indicar as medidas necessárias para corrigi-las. 

A inspeção deve ser abrangente e minuciosa para garantir que nenhuma não conformidade seja ignorada, assegurando a eficácia do sistema. 

Quais Danos o Laudo SPDA Ajuda a Evitar? 

A emissão de um Laudo SPDA desempenha um papel fundamental na prevenção de danos à estrutura da edificação, à gestão e à segurança dos ocupantes. Vejamos alguns dos principais benefícios: 

  • Multas: A ausência do Laudo SPDA pode resultar em multas para o proprietário ou gestor do empreendimento, uma vez que é uma exigência legal. 
  • Embargo: Diversos órgãos públicos podem exigir o Laudo SPDA para a liberação de alvarás e licenças. A falta do laudo pode resultar no embargo dessas autorizações. 
  • Curto-circuito: Descargas atmosféricas mal contidas podem causar curtos-circuitos. O Laudo SPDA identifica se o sistema está em boas condições para evitar essa situação. 
  • Danos na infraestrutura: Edificações sem um sistema de proteção adequado estão mais suscetíveis aos danos causados por raios, que podem ser de alto impacto. 
  • Perdas financeiras: Além das multas, um SPDA inadequado pode danificar equipamentos e aparelhos, resultando em perdas financeiras desnecessárias. 
  • Fatalidades: O Brasil é um dos países com maior incidência de raios, o que infelizmente resulta em um alto número de fatalidades anuais. O Laudo SPDA ajuda a garantir que o sistema funcione corretamente, minimizando os riscos à população. 

Conclusão 

Em resumo, o Laudo SPDA desempenha um papel fundamental na proteção contra descargas atmosféricas, garantindo a segurança das edificações, evitando prejuízos financeiros e cumprindo com obrigações legais.  

É uma medida preventiva essencial que todos os proprietários e gestores de edifícios devem adotar para preservar a integridade física das estruturas, a segurança dos ocupantes e o bom funcionamento de equipamentos e aparelhos. Investir em um Laudo SPDA é, sem dúvida, uma escolha vantajosa. 

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

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O que é Termografia e como ela Revoluciona a Manutenção Preditiva

A manutenção preditiva é uma parte crucial de qualquer operação industrial eficiente. Ela se baseia na ideia de antecipar problemas antes que ocorram, em vez de esperar que as máquinas ou equipamentos apresentem falhas significativas.  

Uma das técnicas mais eficazes para realizar essa manutenção é a análise termográfica, que usa a radiação infravermelha para identificar anomalias de temperatura em equipamentos e componentes.  

Neste artigo, exploraremos o que é a análise termográfica, como ela funciona e como pode ser aplicada em diversos setores industriais. 

O Que é Termografia? 

A análise termográfica é uma técnica de inspeção não invasiva que se baseia na detecção da radiação infravermelha emitida por objetos. Essa radiação é proporcional à temperatura do objeto, permitindo que a análise termográfica identifique variações de temperatura em equipamentos e componentes. 

A principal característica da termografia é a capacidade de fornecer uma visão termal detalhada dos equipamentos sem interferir em sua operação. Isso significa que a análise termográfica pode ser realizada enquanto as máquinas estão em funcionamento, tornando-a uma ferramenta poderosa para a manutenção preditiva. 

Além de detectar variações de temperatura, a termografia também é usada para analisar a distribuição de calor em equipamentos e seus principais componentes. Essa análise detalhada ajuda a monitorar as condições operacionais dos aparelhos, identificando problemas potenciais antes que se tornem falhas críticas. 

Como Funciona a Análise Termográfica 

A análise termográfica funciona ampliando nossa visão para o espectro infravermelho, conhecido como termograma. Essa frequência eletromagnética é naturalmente emitida por objetos e varia de acordo com sua temperatura.  

Em aplicações industriais, a termografia é usada para avaliar as condições de equipamentos eletroeletrônicos, como circuitos e quadros de energia de média ou baixa tensão, além de ambientes produtivos, como linhas de alta-tensão, subestações, cabines de entrada de energia, instalações elétricas e nobreaks. Ela também é comumente utilizada no setor mecânico. 

A câmera termográfica é a principal ferramenta usada na análise termográfica. Ela capta a radiação infravermelha emitida pelos objetos e a converte em uma imagem termal, na qual diferentes cores representam diferentes temperaturas. Com a interpretação dessas imagens, os técnicos podem identificar áreas com temperaturas anormais, o que pode indicar problemas nos equipamentos. 

Aplicação da Análise Termográfica na Manutenção Preditiva 

A análise termográfica desempenha um papel fundamental na manutenção preditiva, pois ajuda a identificar problemas antes que se tornem críticos. Alguns dos principais problemas que podem ser detectados por meio dessa técnica incluem: 

Mau contato de fiação: A análise termográfica pode identificar pontos quentes em conexões elétricas, indicando mau contato ou resistência excessiva. 

Oxidação de componentes: Componentes oxidados tendem a gerar mais calor do que os componentes em bom estado, tornando-se detectáveis por termografia. 

Desgaste de peças: O desgaste de peças mecânicas pode resultar em aumento de temperatura, o que pode ser observado na análise termográfica. 

Sobrecarga de circuitos: Circuitos sobrecarregados geralmente geram calor excessivo, que pode ser detectado e corrigido a tempo. 

Atrito entre peças: O atrito excessivo entre componentes mecânicos pode levar ao aumento de temperatura, que é identificável pela termografia. 

Falta de lubrificação: Componentes que não recebem lubrificação adequada tendem a aquecer, tornando-se visíveis na análise termográfica.  

Problemas de alinhamento: Problemas de alinhamento entre os eixos das máquinas podem causar atrito e, consequentemente, aumento de temperatura, que pode ser monitorado pela termografia. 

Conclusão  

A análise termográfica é uma ferramenta valiosa na manutenção preditiva, permitindo a detecção precoce de problemas em equipamentos e componentes. Ao identificar variações de temperatura e padrões de calor anormais, ela ajuda as indústrias a evitarem falhas inesperadas, reduzir custos com manutenção corretiva e melhorar a eficiência operacional.  

Com sua aplicação em uma variedade de setores, a análise termográfica está se tornando um componente essencial para a gestão de manutenção eficaz. Portanto, considere a integração dessa técnica em sua rotina de manutenção preditiva para garantir a longevidade e o desempenho ideal de seus equipamentos. 

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

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O que é Análise e Diagnóstico de Manutenção e qual o benefício para sua empresa

A manutenção eficaz de equipamentos e ativos é crucial para o sucesso de qualquer empresa que dependa de máquinas e tecnologia para operar. A análise e diagnóstico de manutenção desempenham um papel fundamental nesse processo, permitindo que as empresas identifiquem problemas potenciais, evitem falhas inesperadas e otimizem a eficiência operacional.  

Neste artigo, vamos explorar o que é análise e diagnóstico de manutenção, como ela funciona e os benefícios que pode trazer para sua empresa. 

O que é Análise e Diagnóstico de Manutenção? 

A análise e diagnóstico de manutenção é um processo que envolve a coleta, análise e interpretação de dados relacionados ao desempenho de equipamentos e ativos. Essa abordagem se baseia em dados para avaliar o estado atual e a saúde dos ativos, identificar problemas potenciais e prever quando a manutenção deve ser realizada.  

Em essência, a análise de manutenção ajuda a empresa a tomar decisões informadas sobre como cuidar de seus ativos de maneira eficaz. 

Como Funciona a Análise e Diagnóstico de Manutenção? 

A análise e diagnóstico de manutenção envolve várias etapas e ferramentas, incluindo: 

Coleta de Dados 

Primeiramente, é necessário coletar dados relevantes sobre os ativos da empresa. Isso pode incluir informações de sensores, registros de manutenção passados, histórico de uso e muito mais.  

Análise de Dados 

Após a coleta de dados, os especialistas em manutenção utilizam técnicas de análise de dados, como estatísticas e aprendizado de máquina, para examinar os dados e identificar tendências e padrões. 

Diagnóstico 

Com base na análise de dados, a equipe de manutenção pode fazer um diagnóstico preciso do estado atual dos ativos. Isso pode incluir a identificação de desgaste, defeitos, riscos potenciais e outros problemas.  

Previsão de Manutenção 

A partir do diagnóstico, é possível prever quando a manutenção deve ser realizada. Isso pode ser feito por meio da criação de modelos de manutenção preventiva ou preditiva, que ajudam a evitar falhas inesperadas e maximizar a vida útil dos ativos. 

Tomada de Decisão 

Com os resultados da análise e diagnóstico em mãos, a empresa pode tomar decisões informadas sobre quando, onde e como realizar a manutenção. Isso ajuda a otimizar o uso de recursos e reduzir custos. 

Benefícios da Análise e Diagnóstico de Manutenção para sua Empresa 

A implementação eficaz da análise e diagnóstico de manutenção pode trazer uma série de benefícios significativos para sua empresa: 

Redução de Custos 

A manutenção preventiva e preditiva, baseada em análise de dados, ajuda a evitar falhas inesperadas e, assim, reduz custos de reparos de emergência e perda de produção. 

Aumento da Vida Útil dos Ativos 

Ao identificar problemas precocemente e realizar a manutenção no momento certo, a análise de manutenção ajuda a maximizar a vida útil dos ativos, prolongando seu valor. 

Aumento da Eficiência Operacional 

Equipamentos que funcionam de maneira otimizada melhoram a eficiência da produção, reduzem o tempo de inatividade e aumentam a qualidade dos produtos ou serviços. 

Segurança Aprimorada 

A análise de manutenção também ajuda a identificar riscos de segurança, contribuindo para um ambiente de trabalho mais seguro. 

Melhoria na Tomada de Decisões 

Tomar decisões de manutenção com base em dados objetivos e análises sólidas melhora a eficácia e a eficiência dos processos de manutenção.  

Sustentabilidade Ambiental 

A manutenção eficaz dos ativos também pode contribuir para práticas de negócios mais sustentáveis, reduzindo o desperdício e o consumo de recursos. 

Conclusão 

A análise e diagnóstico de manutenção desempenham um papel crucial na gestão de ativos e na operação eficaz de uma empresa. Ao coletar e analisar dados para tomar decisões informadas sobre a manutenção de ativos, as empresas podem reduzir custos, aumentar a eficiência operacional e prolongar a vida útil de seus equipamentos.  

Em um mundo empresarial altamente competitivo, a análise de manutenção se torna uma ferramenta indispensável para alcançar o sucesso a longo prazo. Portanto, investir em sistemas e especialistas em análise de manutenção pode trazer benefícios significativos para sua empresa e sua linha de fundo. 

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

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gestão operacional de facilities

Gestão operacional de facilities: o que é e quais são os principais desafios para o setor industrial

A gestão operacional de facilities é um processo que tem desempenhado um papel significativo na melhoria da eficiência de várias organizações no mercado, sobretudo na otimização do desempenho produtivo. 

De acordo com um estudo conduzido pela ABRAFAC (Associação Brasileira de Facilities), o setor de facilities está em franca expansão no Brasil, com um aumento aproximado de 60 bilhões de reais em ganhos. 

Por essa razão, a gestão operacional de facilities está conquistando destaque no setor industrial, contribuindo para o aprimoramento das instalações fabris. Neste artigo, exploraremos o que exatamente envolve a gestão operacional de facilities e quais são os principais desafios que o setor industrial enfrenta no mercado brasileiro. 

Mas afinal, o que é a gestão operacional de facilities? 

A gestão operacional de facilities pode ser resumida como um conjunto de estratégias de gerenciamento dos serviços cruciais para a manutenção da qualidade e infraestrutura de uma organização. Isso abrange a manutenção predial, serviços de limpeza, apoio administrativo, gestão de resíduos, utilidades, entre outras atividades. 

Hoje em dia, até serviços mais especializados, como segurança patrimonial e a implementação de projetos com tecnologias inovadoras, fazem parte da gestão operacional de facilities. Dessa forma, fica claro que esse processo é multidisciplinar, abrangendo diversas áreas da infraestrutura local. 

Vale ressaltar que, muitas vezes, essas atividades não constituem o foco principal da organização, mas são fundamentais para proporcionar aos funcionários e clientes uma infraestrutura adequada para a realização das atividades empresariais.  

Quais são os desafios enfrentados pelas empresas na gestão operacional de facilities? 

Um dos maiores desafios que as empresas enfrentam ao gerir internamente as operações de facilities está relacionado à contratação e treinamento de mão de obra especializada. Isso envolve supervisionar profissionais na execução de serviços, bem como gerenciar diversos fornecedores, compras e estoque de insumos de manutenção, equipamentos de proteção individual (EPIs), e equipamentos de proteção coletiva (EPCs), entre outros aspectos. 

Para as organizações que não têm experiência ou foco nesse tipo de atividade, a gestão operacional de facilities pode resultar em custos significativos, comprometendo tempo e recursos financeiros. 

Uma solução para esse desafio é a terceirização da gestão operacional de facilities. Isso permite que as organizações se concentrem em suas atividades principais, trazendo benefícios como economia de tempo e recursos, disponibilidade de profissionais qualificados, personalização dos serviços de acordo com as necessidades da empresa, garantia da execução de procedimentos e conformidade com as normas regulatórias. 

Além disso, a terceirização contribui para aprimorar o ambiente de trabalho, uma vez que os colaboradores se sentem mais amparados em relação à infraestrutura, promovendo o bem-estar geral. 

 

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

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empresa de manutenção industrial

5 razões para contratar uma empresa de manutenção industrial terceirizada

À medida que o setor industrial continua a crescer, um número cada vez maior de fábricas está buscando parcerias com empresas de manutenção industrial. O objetivo é otimizar suas operações e garantir um crescimento sustentável, seguro e em conformidade com a legislação. 

É evidente que o setor industrial desempenha um papel fundamental na economia brasileira. De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), cerca de 9,7 milhões de pessoas encontram emprego nesse setor, representando 20,4% dos trabalhadores formais no Brasil.  

Isso realça a importância do gerenciamento contínuo de ativos por parte dos gestores industriais. Isso não apenas assegura a eficiência e a produtividade das fábricas, mas também garante a segurança dos colaboradores e a redução dos riscos de acidentes. 

Entretanto, a internalização da manutenção industrial nem sempre é a solução mais eficaz, uma vez que pode resultar em gargalos operacionais, prejuízos financeiros e impactar o desempenho geral. Nesse cenário, a terceirização para uma empresa especializada se torna a opção mais atrativa. A seguir, destacamos cinco motivos para considerar a contratação de uma empresa de manutenção industrial terceirizada: 

5 razões para contratar uma empresa de manutenção industrial terceirizada 

Garantia de Qualidade 

A qualidade é uma premissa fundamental em iniciativas de manutenção. Ao optar pela terceirização, sua indústria se beneficia de serviços de alta qualidade, com planejamento cuidadoso, implementação eficaz e acompanhamento rigoroso. 

Isso resulta em entregas efetivas, maior vida útil dos equipamentos e redução de custos com manutenção corretiva. 

Suporte Especializado 

Ao contar com uma empresa experiente, sua fábrica obtém suporte especializado. Isso inclui um planejamento personalizado, mão de obra qualificada e o acompanhamento de indicadores estratégicos para otimizar os resultados da indústria. 

Redução de Custos 

Ao terceirizar, as despesas associadas à operação, como contratação, treinamento e encargos trabalhistas, passam a ser responsabilidade da empresa contratada. Além disso, a aquisição e disponibilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) e insumos utilizados no dia a dia ficam a cargo da empresa terceirizada. 

Redução de Absenteísmo 

O absenteísmo é uma preocupação significativa para as empresas, pois afeta a produtividade dos funcionários, as entregas e os relacionamentos no mercado. A terceirização contribui para reduzir esse indicador, uma vez que a empresa terceirizada pode fornecer substitutos temporários quando um colaborador não pode comparecer ao trabalho. 

Gestão Holística e Estratégica 

Ao delegar as responsabilidades de manutenção industrial a uma empresa especializada, a fábrica pode se concentrar em seu core business, economizando tempo e recursos. Isso permite que os gestores adotem uma visão holística de todas as operações e tomem decisões estratégicas baseadas em dados e informações atualizadas.  

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eficiência energética

Hospitais do futuro: quais são as principais vantagens de investir em eficiência energética

No cenário atual, é cada vez mais comum encontrar gestores de negócios, especialmente no setor de saúde, que estão ávidos por compreender as principais vantagens de adotar a eficiência energética. Hospitais, em particular, demandam consideráveis recursos para manter maquinários vitais em funcionamento 24 horas por dia, o que torna a otimização do consumo de energia uma prioridade inegável. 

Com o aumento dos custos da energia elétrica, as instituições de saúde estão explorando alternativas sustentáveis e financeiramente viáveis para manter suas operações. A crescente preocupação com o impacto das mudanças climáticas, decorrentes da exploração desenfreada dos recursos naturais, também impulsiona essa busca por eficiência energética. 

De acordo com a ONU, o planeta já aqueceu cerca de 1°C desde o início da Revolução Industrial, e as estimativas indicam que o aquecimento global poderá atingir 1,5°C nos próximos 30 anos. Para combater esse quadro, as empresas estão adotando medidas voltadas à responsabilidade ambiental, incluindo a redução de resíduos e o uso consciente dos recursos hídricos e elétricos. 

Aqui, exploraremos as principais vantagens de investir em eficiência energética em hospitais e como essa iniciativa pode promover o crescimento sustentável a curto, médio e longo prazo das instituições de saúde. 

Quais são as principais vantagens de investir em eficiência energética em hospitais 

Antes de aprofundarmos nos benefícios, é essencial compreender que a eficiência energética envolve o uso inteligente da energia em toda a infraestrutura hospitalar, abrangendo equipamentos, iluminação, sistemas de refrigeração e outros aspectos fundamentais. 

Compromisso com o Desenvolvimento Sustentável e o Meio Ambiente 

Uma das vantagens mais evidentes é o compromisso que o hospital assume em relação ao desenvolvimento sustentável. Além de contribuir de forma positiva para o meio ambiente, a instituição de saúde também ganha apreço por parte dos pacientes, que estão cada vez mais preocupados com questões de responsabilidade sustentável. Isso se traduz em uma experiência mais positiva para os pacientes e na melhoria da imagem da instituição no mercado. 

Construção de uma Instituição Resiliente e Flexível 

Investir em eficiência energética possibilita a criação de um ambiente de saúde resiliente e flexível. Isso ocorre devido à implementação de processos bem planejados e ao uso de tecnologias inovadoras.  

Com isso, o hospital pode operar de forma mais inteligente, monitorando continuamente sua infraestrutura energética e agindo proativamente para minimizar paralisações e, consequentemente, os impactos negativos no funcionamento da instituição. Essa abordagem desempenha um papel crucial no tratamento de pacientes, já que muitos deles dependem de equipamentos para monitorar sua saúde ou manter órgãos vitais funcionando, e qualquer falha mínima pode colocar suas vidas em risco. 

Gerenciamento de Ativos Baseado na Prevenção 

Por fim, a base da eficiência energética é um gerenciamento orientado por dados, que proporciona uma visão holística de toda a instituição e embasa decisões mais acertadas. Isso significa que o hospital sempre atuará com foco na prevenção, o que reduz os custos associados a correções emergenciais e prolonga a vida útil de sua infraestrutura. Além disso, permite a identificação ágil de pequenos erros, possibilitando intervenções rápidas de toda a equipe e minimizando os impactos negativos. 

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industria 4.0

5 Passos para a Implementação da Indústria 4.0 em sua Fábrica

Nos últimos anos, o conceito de Indústria 4.0 tem se destacado como uma realidade que transforma fábricas e processos industriais. A integração de equipamentos, sensores e análise de dados está revolucionando como as empresas operam, permitindo decisões mais rápidas e eficazes.  

No entanto, muitos se perguntam como podem implementar a Indústria 4.0 em suas fábricas. Neste artigo, apresentaremos 5 passos essenciais para realizar essa transformação de forma rápida e segura. 

Passo 1: Implementar Conectividade Através da Automação de Máquinas 

A primeira etapa para a implementação da Indústria 4.0 é garantir a conectividade de suas máquinas. Uma solução eficaz é a atualização de máquinas antigas por equipamentos conectados. No entanto, essa atualização pode ser dispendiosa em grande escala. Uma alternativa é a utilização de dispositivos IoT, como os oferecidos pela Advantech, que coletam dados de máquinas antigas e os transformam em informações acessíveis em tempo real, a um custo acessível. 

Passo 2: Conectar Equipamentos, Adquirir Dados e Visualizar Processos 

Após conectar as máquinas, é fundamental adquirir dados de sua linha de produção e integrá-los ao seu sistema MES ou ERP. Computadores industriais desempenham um papel crucial nesse processo, atuando como gateways e concentradores de dados.  

Eles agregam informações de máquinas com diferentes protocolos e as convertem em um formato comum para o sistema de gerenciamento, garantindo a segurança e eficiência da transferência. 

Passo 3: Otimização de Produção e Controle de Qualidade 

A análise de dados coletados pode ser utilizada para avaliar a eficiência de sua linha de produção por meio do OEE (Overall Equipment Effectiveness). Isso permite entender o desempenho atual, identificar perdas, analisar paradas de máquinas e capacidade produtiva. 

Com os dados disponíveis para visualização em qualquer dispositivo, você pode aumentar a produtividade, reduzir custos operacionais e melhorar o controle de qualidade das peças produzidas. Empresas costumam alcançar ganhos de cerca de 15% com a implementação dessas ações. 

Leia mais: Os principais desafios na gestão de manutenção e como superá-los 

Passo 4: Análise do Big Data e Manutenção Preditiva 

Após a coleta de dados, é essencial contar com plataformas confiáveis e facilmente integráveis para garantir que as informações sejam acessíveis e seguras. A manutenção preditiva pode substituir a manutenção preventiva, reduzindo o tempo de inatividade das máquinas e permitindo paradas programadas. 

Passo 5: Revolução do Modelo de Negócios 

Ao concluir os quatro passos anteriores, sua fábrica terá transformado a maneira de fazer negócios. Você terá informações disponíveis a qualquer momento, antecipará problemas e aumentará sua capacidade produtiva e lucros. A Indústria 4.0 não apenas melhora a eficiência, mas também permite a criação de novos modelos de negócios e a exploração de oportunidades inovadoras. 

Conclusão 

A Indústria 4.0 é uma realidade que está transformando o setor industrial. Ao seguir os cinco passos descritos, você poderá implementar essa revolução tecnológica em sua fábrica de forma rápida e segura. A conectividade, a aquisição de dados, a otimização da produção, a análise de Big Data e a manutenção preditiva levarão a uma melhoria significativa em seus processos, permitindo que você permaneça competitivo e inovador no mercado. Este é o caminho para o sucesso na Indústria 4.0. 

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

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iot industrial

5 Curiosidades Sobre o Impacto do IoT Industrial nas Empresas

O conceito de IoT industrial é relativamente novo, mas já demonstrou seu potencial para revolucionar o cenário empresarial. Se você deseja entender mais sobre esse tema inovador, este artigo apresentará cinco curiosidades sobre o IoT industrial e seu impacto nas organizações. 

O Internet of Things (IoT) descreve a rede de objetos físicos, ou “coisas”, que incorporam sensores, software e outras tecnologias para se conectar e trocar dados pela internet. Isso resulta em um mundo hiperconectado, e a IoT industrial é uma vertente desse conceito. 

5 curiosidades sobre IoT Industrial 

1) Diferença entre IoT Industrial e Outras Aplicações de IoT 

Enquanto o IoT pode ser aplicado em fazendas, residências ou cidades, a principal diferença no contexto industrial é a presença de redes estabelecidas e equipamentos já preparados para a conectividade. O IoT industrial não se limita apenas a conectar objetos à internet, mas também envolve a organização desses dispositivos para que possam trocar dados de maneira eficiente. 

2) A Principal Vantagem de Implementar IoT na Indústria 

Uma das maiores vantagens da IoT industrial é a capacidade de adquirir informações em tempo real sobre processos de manufatura. Isso impacta significativamente a tomada de decisões, tornando-a mais rápida e eficiente. Gestores têm acesso a informações detalhadas e atualizadas, permitindo uma análise precisa da situação em tempo real.  

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

3) Segmentos da Indústria que se beneficiam com o IoT Industrial** 

A IoT industrial é versátil e pode ser aplicada em diversos setores da indústria, independentemente do nível de tecnologia ou automação já existente. Desde linhas de produção automobilísticas até gráficas e cerâmicas, qualquer produção pode se beneficiar. A chave é permitir que equipamentos, processos e pessoas interajam e troquem informações via Internet. 

4) Formação Necessária para Trabalhar com IoT Industrial 

A IoT industrial é um campo multidisciplinar que abrange várias áreas de conhecimento. Embora grande parte do aprendizado ocorra na prática, é útil ter uma base sólida. Cursos de engenharia ou tecnologia são excelentes escolhas, especialmente em eletrônica, automação, eletrotécnica e computação. Essas áreas fornecem os conceitos essenciais para iniciar uma carreira de especialista em IoT industrial. 

5) Oportunidades de Emprego no Campo do IoT Industrial 

Uma das melhores partes é que profissionais com conhecimento em IoT serão demandados em diversos setores de uma empresa. Além das funções relacionadas à automação industrial, áreas como logísticas, controle de estoque e qualidade dependerão da IoT para otimizar suas operações.  

Além disso, equipes de marketing e vendas também usarão dados do IoT para análise de comportamento do cliente, à medida que mais produtos e pessoas se tornam parte desse cenário conectado. 

Leia mais: Os principais desafios na gestão de manutenção e como superá-los 

Como a TDGI pode ajudar 

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Programa de calibração hospitalar

7 Passos para Implementar um Programa de Calibração Hospitalar

Por meio de um programa de calibração, é possível agregar mais eficácia aos equipamentos usados no meio hospitalar ou em laboratórios e clínicas. Afinal de contas, essa atividade contribui para que a manutenção seja menos custosa e mantenha os aparelhos em seus níveis ideais de utilização. Como resultado, sua instituição de saúde trabalha de maneira qualitativa — sem imprevistos, desperdícios e prejuízos. 

O ponto-chave, então, é o seguinte: como implementar um programa de calibração hospitalar? O programa recomendado conta com 7 etapas bem definidas para que os seus equipamentos estejam sempre prontos para uso e para garantir precisão aos resultados obtidos.  

  1. Faça o levantamento dos equipamentos hospitalares e separe-os entre os ativos próprios e ativos de terceiros

Comece por mapear todos os processos da sua rotina hospitalar que fazem uso de equipamentos. Estamos falando de todo tipo de acessório que use algum tipo de medição, como termômetros, medidores de pressão, balanças, medidores de pH, entre outros dispositivos que devem vir acompanhados de dados relevantes indicados pelo fabricante de cada produto com relação à sua periodicidade de calibração e manutenção. 

Isso vai servir para que, inicialmente, já se tenha algum tipo de orientação tanto para os valores ideais quanto para os dados obtidos em uma monitorização posterior. Lembre-se, inclusive, de incluir no seu inventário não apenas o equipamento hospitalar próprio, mas o terceirizado. Máquinas alugadas, por exemplo, devem constar na lista — afinal de contas, os parâmetros têm que estar alinhados com os níveis ideais, independentemente da procedência do produto. 

  1. Entenda quais os parâmetros que serão avaliados e calibrados

Ao implementar o programa de calibração hospitalar, essas informações têm que constar no seu planejamento. Isso vai servir, por exemplo, para um eventual orçamento de serviços terceirizados de manutenção. E, ao saber quais dados você deseja verificar, o trabalho é ainda mais rápido de ser concluído. 

Sem falar que existem parâmetros diversos de acordo com diferentes faixas etárias de pacientes. Tomemos como exemplo, aqui, um ventilador pulmonar e os diversos parâmetros a serem considerados — como pressão, volume, pressão residual (PEEP) e concentração de O2, entre outros. Nesse caso, os parâmetros ideais são distintos para pacientes neonatais, infantis e adultos. Daí, a importância em compreender quais parâmetros devem ser avaliados e o que vai fazer parte da calibração de equipamentos. 

  1. Use as regulações sobre esses parâmetros para seguir o compliance

Todo equipamento hospitalar tem que estar em alinhamento com os parâmetros corretos de uso e com a manutenção em dia para que as medições sejam precisas e livres de interpretações dúbias. E uma das maneiras de manter isso em voga, por meio do programa de calibração, é a NBR ISO/IEC 17025. Trata-se de uma norma que tem o principal objetivo de solidificar um programa qualitativo de monitoramento. Para tanto, a NBR ISO/IEC 17025 já tem definido os requisitos técnicos para que cada equipamento seja facilmente calibrado. Essa certificação concedida, inclusive, faz com que o seu hospital siga à risca todas as regras associadas aos parâmetros ideais dos seus acessórios e dispositivos. 

  1. Tenha um controle sobre as manutenções preventivas e realize verificações periódicas

A partir da listagem que citamos no primeiro tópico para a implementação de um programa de calibração, é possível ter uma projeção futura sobre os próximos passos. Por exemplo: a data em que foi feita a última manutenção e qual será a próxima verificação agendada. 

Dessa maneira, fica fácil ter um controle exato do que vem sendo realizado a respeito da calibração de equipamentos e a sua equipe segue amparada por dados confiáveis e atualizados para garantir a conformidade com os parâmetros ideais. 

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

  1. Realize a priorização dos equipamentos médicos a serem calibrados

Assim como existem dezenas e mais dezenas de dispositivos que devem ter os seus dados monitorados durante o uso, também existem aparelhos que são prioritários para a calibração de equipamentos. São, por exemplo, aqueles que passarão por mais inspeções com base em fatores específicos, como a criticidade do maquinário e dispositivos, a frequência de utilização, a frequência recomendada de manutenções corretivas e os dados do fabricante com relação à manutenção e os parâmetros ideais de uso. 

É fundamental, então, que o seu hospital concentre as informações muito bem delineadas e atualizadas. Isso contribuirá com um processo ágil, efetivo e livre de imprevistos — do qual todos os colaboradores terão acesso e saberão como proceder diante da necessidade de manutenção do dispositivo. 

  1. Defina a periodicidade e responsabilidade da calibração (quando e quem fará)

Em complemento ao tópico acima, vale a pena ter um trabalho colaborativo em que cada funcionário saiba, exatamente, qual é a sua responsabilidade e quando ela deve ser exercida. Se um equipamento hospitalar deve ser inspecionado semestralmente, por exemplo, isso deve constar na listagem de dispositivos. Também é importante delegar os funcionários que estão capacitados a fazer esse tipo de trabalho. Isso é uma maneira prática e eficiente de dar mais autonomia à sua equipe e de dar a eles o controle da qualidade do trabalho realizado.  

  1. Divulgue um cronograma para as equipes de manutenção preventiva e calibração

Por fim, o programa de calibração hospitalar deve ter um cronograma do qual todos têm acesso. Isso vale tanto para os dispositivos que necessitam desse trabalho quanto para o cronograma de manutenção e para os passos relativos aos ajustes dos parâmetros em si.  

Assim, fica fácil dividir as tarefas e responsabilidades e saber como agir diante de cada situação possível dentro das listagens realizadas. O controle do seu estabelecimento é o grande elemento funcional para que essa equação sempre feche a conta e a calibração hospitalar seja parte de um fluxo de trabalho imbatível. 

Leia mais: Os principais desafios na gestão de manutenção e como superá-los 

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