cronograma de execução de obra

Como montar um cronograma de execução de obra eficaz em apenas 5 passos

Todo mundo sabe que obras são muito complicadas de gerir, são diversas variáveis que podem interferir e causar problemas, atrasos, aumento de gastos, etc. Na tentativa de minimizar estes imprevistos e facilitar a gestão no canteiro de obra, é necessário montar um cronograma de execução de obra.

Este documento apresenta todas as informações sobre aquela obra, como previsão de entrega para cada atividade, orçamento da obra, como será executado o processo da obra, documentação referente a ferramentas e outras informações relevantes.

Tendo isso em mão, é fácil definir quais serão as etapas necessárias para a conclusão da obra, o que será preciso de material para cada uma delas, quanto será gasto e quando irá terminar.

Para que sua obra ocorra da melhor forma possível, neste artigo, vamos mostrar como montar um cronograma de execução de obra eficaz em apenas 5 passos.

Qual a importância do cronograma de execução de obra?

Planejamento é extremamente importante para qualquer atividade que vamos exercer, quando estamos falando em obras, também são necessários. Com o cronograma de execução de obra você consegue identificar gargalos e desperdícios que podem ser otimizados, a fim de diminuir custos e melhorar a eficiência da obra.

Um bom cronograma de execução de obra auxilia a cumprir prazos, ter controle sobre o orçamento, programação de tarefas, gerenciar mão de obra, etc.

Saiba mais: Manutenção hospitalar: como reduzir o custo com o gerenciamento de manutenção de equipamentos

Como montar um cronograma de execução de obra eficaz

Agora, veja como é simples montar um cronograma de execução de obra em apenas 5 passos.

1- Liste todas as atividades

A primeira coisa que você deve fazer é listar todas as atividades que deverão ser executadas para a realização da obra. Isso é muito importante para prever a necessidade de mão de obra e de materiais.

2- Defina os prazos de entrega para cada etapa

O próximo passo é definir os prazos para a entrega de cada atividade e etapa do canteiro de obra. O recomendado é seguir uma ordem cronológica, onde uma etapa só inicia quando a outra terminar.

3- Relacione as atividades

Procure por dependência entre as atividades, por exemplo, para que uma atividade seja realizada, obrigatoriamente, uma outra tarefa deve estar pronta. Defina as prioridades e quais atividades dependem das outras para serem executadas.

4- Execute o cronograma

O próximo passo é executar o cronograma que você planejou, sempre considerando imprevistos e alterações.

5- Acompanhe os resultados

Por último, acompanhe os resultados do cronograma e veja o que foi bem executado e onde pode ser melhorado.

Leia mais: Quais as vantagens de implementar ESG em hospitais

Como a TDGI pode ajudar

Para assegurar a conservação das estruturas e instalações prediais com os melhores serviços e processos de manutenção em hospitais, conte com um parceiro sólido, confiável, experiente e com conhecimento de mercado.

Empresa multinacional de engenharia, a TDGI promove o funcionamento adequado das instalações e reduz custos com os serviços de gestão e execução de manutenção técnica.

Atuamos com as melhores práticas do mercado, cumprimos os SLAs estabelecidos e garantimos que o cliente foque exclusivamente no seu core business. Tudo com o objetivo de valorizar os ativos dos nossos clientes e criar relacionamentos de longo prazo.

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redução de custos nas empresas

4 dicas para fazer redução de custos nas empresas

Fazer redução de custos nas empresas é uma necessidade que atinge muitos gestores e pode trazer benefícios para a companhia, como redução de gastos e aumentar a margem de lucro.

Porém, colocar em prática e acertar na hora de reduzir os custos pode ser muito difícil, principalmente sem o planejamento adequado. Por isso, é necessário seguir uma série de diretrizes definidas pelo setor financeiro, que terão como objetivo, diminuir gastos e despesas em determinadas áreas da empresa.

Para que isso seja feito de maneira correta, sem prejudicar a saúde da empresa e manter a produção, é necessário identificar os gastos essenciais e os gastos que podem ser cortados.

Com isso em mente, preparamos um guia para ajudar a fazer a redução de custos nas empresas, confira nossas 4 dicas para fazer isso de maneira eficaz e sem prejudicar seu negócio.

Quando fazer redução de custos nas empresas?

A redução de custos nas empresas deve ser realizada quando o valor gasto pela organização é maior ou muito próximo ao lucro líquido. Nesses casos, o crescimento fica comprometido, além de causar dificuldades para pagar contas.

Isso pode acarretar recebimento de multas e na cobrança de juros que, no longo prazo, podem significar a falência da sua empresa.

 

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

4 dicas para fazer redução de custos nas empresas de maneira eficiente

Mapeie os processos internos

A primeira dica é fazer um mapeamento interno dos processos, dessa forma, é possível identificar gargalos e desperdícios durante o processo de produção.

Analise o fluxo de caixa

Outra dica é analisar o fluxo de caixa da sua empresa, com isso você consegue ter uma visão clara sobre tudo o que entra e o que sai do caixa da sua organização. Dessa forma, é possível encontrar gastos desnecessários e identificar onde estão os maiores custos para sua empresa.

Negocie com fornecedores

A negociação com fornecedores é uma maneira muito eficiente de fazer a redução de custos nas empresas. Procure fazer acordos de compras em grande quantidade ou por longos períodos, isso pode garantir preços mais baixos para sua empresa.

Capacite seus colaboradores

Ter profissionais capacitados trabalhando para você permite que eles estejam aptos a exercer as tarefas da melhor maneira possível, aumentando a produtividade e eficiência. 

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

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o que são resíduos industriais

O que são resíduos industriais e quais os tratamentos adequados?

A geração de resíduos industriais é algo comum no processo de funcionamento de uma indústria, eles são gerados em todas as etapas de fabricação de produtos e podem ser muito prejudiciais ao meio ambiente e aos seres humanos. 

Com o aumento dos problemas climáticos, o descarte indevido de resíduos industriais se tornou assunto de bastante relevância, pois é um dos maiores causadores de alterações no meio ambiente. 

Para se ter uma ideia, um levantamento da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), aponta que 47% do lixo industrial paulista não é tratado.

Assim, entender o que são resíduos industriais e quais os tipos, é extremamente importante para que sua indústria esteja de acordo com as normativas para a preservação do meio ambiente.

Leia mais: Quais as vantagens de implementar ESG em hospitais

O que são resíduos industriais?

Primeiro, vamos entender o que são resíduos industriais. Eles nada mais são do que sobras, restos ou dejetos que tiveram origem nos processos de fabricação de produtos. De acordo com a norma NR 25 criada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, é considerado como resíduo industrial todo material originário de atividades fabris, seja em forma líquida, gasosa ou sólida.

Alguns exemplos podem ser: cinzas, lodos, óleos, escórias, poeiras, borras, etc.

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Tipos de resíduos industriais

Segundo as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), na norma NBR 10004, os resíduos industriais podem ser classificados em: Perigosos, Não-inertes e Inertes.

Classe I – Perigosos

A primeira classe engloba todo tipo de material que apresenta riscos à saúde pública e também ao meio ambiente. Esses materiais podem ser identificados por suas características de toxicidade, corrosividade, reativas, patogênicas e de inflamabilidade.

Classe II-A – Não-inertes

Já os materiais da classe II-A, são os resíduos possivelmente contaminantes, que não contêm ou podem conter baixa periculosidade para o meio ambiente ou para a saúde. Apresentam características como combustibilidade, biodegradabilidade ou solubilidade em água. 

Classe II-B – Inertes

Por último, os resíduos industriais da classe II-B são dejetos não contaminantes, que não conseguem alterar a potabilidade da água. Têm grande potencial de reciclagem. 

Como é feito o descarte correto de resíduos industriais?

Cada empresa é responsável por realizar o descarte correto dos seus resíduos industriais. Esses materiais exigem descarte e tratamento diferente dos resíduos residenciais produzidos nas cidades.

Cada tipo de resíduo exige um tratamento adequado, que pode ser: secagem ou desidratação, compostagem para transformação em adubo ou fertilizante orgânico, pirólise, solidificação, trituração, etc. 

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contratação de funcionários terceirizados

Vantagens da contratação de funcionários terceirizados na área da saúde

Muitas empresas se questionam se devem contratar seus próprios profissionais ou se investir na contratação de funcionários terceirizados. Ambas as formas apresentam suas vantagens e desvantagens.

Na área da saúde é a mesma situação, a contratação de funcionários terceirizados pode apresentar diversos benefícios para a sua empresa. Por isso, neste artigo você encontrará 5 vantagens da contratação de funcionários terceirizados na área da saúde.

 

Leia mais: Quais as vantagens de implementar ESG em hospitais

Vantagens da contratação de funcionários terceirizados na saúde

Economia

Uma das principais vantagens da contratação de funcionários terceirizados na saúde é a economia e redução de custos. Em contratações terceirizadas, os gastos e custos com funcionários fica como responsabilidade da empresa que foi contratada.

Dessa forma, alguns gastos como salário, benefícios, rescisões e outros encargos trabalhistas devem ser pagos pela empresa terceirizada.

Outro fator que influência na economia de clínicas e hospitais com a terceirização é a possibilidade de fazer a previsão do orçamento, uma vez que os serviços possuem um valor fixo e podem ser calculados com antecedência. 

Profissionais qualificados

Outra vantagem é a qualificação profissional de quem você está contratando. Em uma empresa terceirizada, os profissionais disponíveis já são qualificados para exercer a atividade proposta e que assumirão.

A empresa prestadora de serviços é responsável pela contratação e treinamento destes profissionais, garantindo que entreguem ao mercado de trabalho, os melhores funcionários possível.

Gestão de escala

A gestão de escala é outro ponto importante e muito beneficiada pela contratação de funcionários terceirizados na área da saúde. A empresa prestadora de serviço é encarregada de substituir funcionários quando necessário ou a indicação de profissionais mais qualificados para determinadas áreas que estejam necessitando de profissionais.

Otimização de tempo

A contratação de funcionários terceirizados na área da saúde pode proporcionar mais agilidade e produtividade para sua empresa, fazendo com que ela possa crescer e se desenvolver no mercado atual. 

Através dela, você deixa algumas necessidades secundárias da clínica sob cuidados da empresa contratada, garantido que sejam resolvidas com rapidez e qualidade, abrindo espaço para outras tarefas importantes.

Supervisão de profissionais

Além de realizar a seleção, treinamento e indicação de colaboradores, como já falamos anteriormente, a empresas que terceirizam serviços são responsáveis por fazer a supervisão e monitoramento de desempenho dos profissionais indicados. Caso sejam detectados erros ou falhas, esses são corrigidos por eles.

 

Saiba mais: Manutenção hospitalar: como reduzir o custo com o gerenciamento de manutenção de equipamentos

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reforma de escritório

7 dicas para reduzir custos na reforma de escritório

Reformar seu escritório e mudar a estrutura física dele pode trazer diversos benefícios para sua equipe de colaboradores e clientes. Criar um ambiente moderno e agradável para que todos possam trabalhar de maneira confortável e eficiente pode aumentar a produtividade da equipe, isso porque os colaboradores passam a ter mais interesse e motivação para trabalhar ao encontrarem um ambiente de trabalho bonito, agradável e funcional.

Porém, antes de começar qualquer reforma de escritório ou outra obra é necessário ter um planejamento financeiro completo, para que você esteja preparado para essa obra. Com um bom planejamento você consegue ter controle de custo da reforma de escritório, investimento, tempo de reforma, etc.

Um dos maiores medos de qualquer pessoa que precisa passar por uma reforma é o custo, o medo de estourar o orçamento e precisar se endividar para pagar. Por isso, no artigo de hoje iremos apresentar algumas dicas de como reduzir gastos na reforma de escritório.

 

Leia mais: Como deixar o escritório mais sustentável

1- Faça um planejamento

Fazer um bom planejamento é fundamental para o sucesso da sua reforma de escritório. O planejamento envolve definir os setores que serão reformados, quais são as necessidades de cada, se todos os funcionários serão parados durante a obra.

2- Divida a reforma em partes

A reforma pode ser dividida em etapas, isso garante que você consiga manter uma parte de seus colaboradores atuando no escritório, permitindo que a reforma avance sem precisar paralisar toda a equipe.

3- Compare os custos de material 

Outra etapa fundamental para reduzir custos é pesquisar o preço de materiais e mão de obra. Pode até parecer óbvio, mas faze isso pode apresentar oportunidades de economizar sem abrir mão da qualidade.

4- Analise as formas de pagamento

Ainda falando de custos, analisar as formas de pagamento disponíveis é essencial, você não precisa fazer o pagamento da reforma à vista, podendo encontrar formas que se adéquem ao orçamento e capacidade da empresa.

5- Contrate profissionais para o projeto de reforma de escritório

É extremamente importante que a equipe responsável pela reforma do projeto seja de profissionais preparados para lidar com essa situação. Assim, você evita gastos futuros com manutenções e reparos causados durante a reforma.

6- Priorize as necessidades

Durante o planejamento, é necessário identificar as prioridades da reforma. É importante você priorizar as necessidades, assim você consegue impedir gastos desnecessários com coisas que não serão tão importantes no momento.

7- Defina prazos

Por fim, defina prazos para a entrega. Nós sabemos que imprevistos acontecem e reformas acabam demorando mais do que o imaginado, mas é importante ter prazos para serem acompanhados.

Saiba mais: Como reduzir custos através da gestão de espaço

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fluxograma de manutenção preventiva

Monte um fluxograma de manutenção preventiva eficiente em apenas 6 passos

Para manter a segurança de todos os colaboradores, parceiros e clientes é fundamental realizar a gestão e a manutenção preventiva de seus equipamentos e da estrutura da sua empresa.

Para auxiliar nesta tarefa, você pode utilizar um fluxograma de manutenção preventiva. Com ele você consegue identificar a carga de trabalho, distribuir os serviços conforme as prioridades e função de cada colaborador.

Por isso, neste texto, preparamos um guia para você montar um fluxograma de manutenção preventiva em apenas 6 passos.

O que é fluxograma de manutenção preventiva

O fluxograma de manutenção preventiva é uma maneira de mapeamento das necessidades de manutenção preventiva, desde o início da produção até a finalização. 

Com esse fluxograma é possível garantir uma atuação rápida, eficiente e eficaz para a realização das manutenções preventiva, sempre considerando a integridade do equipamento e dos colaboradores, além de melhorar a produtividade da equipe.

Leia mais: Confira 5 dicas de como organizar um departamento de manutenção

6 passos para montar um fluxograma de manutenção preventiva

Agora, vamos entender como montar o fluxograma de manutenção preventiva.

1- Solicitação de serviço

A solicitação de serviço é utilizada para equipe de operação solicitar o apoio da equipe de manutenção para avaliação de uma irregularidade ocorrida em um determinado equipamento.

2- Defina o planejador, executor e solicitante

Definir os papéis é fundamental para que todo o fluxo de manutenção preventiva aconteça corretamente. O planejador é responsável por receber a demanda, os executores são responsáveis por executar a manutenção e os solicitantes são profissionais de controle interno.

3- Estabeleça a comunicação

Manter uma comunicação eficiente é fundamental para melhorar a produtividade e a eficiência de todos os processos, garantindo que todas as informações sejam compartilhadas de maneira ágil.

4- Defina o calendário de manutenção

Em muitos casos, a manutenção exige a interrupção de equipamentos e, em alguns casos, até de toda a produção. Por isso, é necessário ter um calendário bem definido para que posa ser planejado quando será realizada a manutenção e quais processos devem ser interrompidos sem prejudicar a empresa.

5- Faça a gestão dos insumos

Controlar todos os insumos necessários para a realização da manutenção é fundamental para que a manutenção seja realizada corretamente, sem desperdícios ou falta de insumos.

6- Controle de nível de satisfação

O processo de pesquisa de satisfação é essencial para

garantir a qualidade nos serviços e a produtividade da equipe de manutenção.

Saiba mais: Qual a importância da manutenção hidráulica industrial e como reduzir custos?

Como a TDGI pode ajudar

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Quais as vantagens de implementar ESG em hospitais

O ESG está se tornando uma tendência mundial no mercado. Para você ter uma ideia, o relatório da consultoria PwC prevê que quase 60% dos ativos mútuos europeus estarão, até 2025, em fundos que seguem os critérios ESG, num volume que deve atingir US$ 8,9 trilhões (aproximadamente R$ 50,6 trilhões). 

Já a B3, bolsa de valores brasileira, tem entre as companhias que fazem parte de seu Índice de Sustentabilidade Empresarial 83% de empresas que carregam o ESG em seus planejamentos, objetivos e resultados.

Ou seja, o mercado está cada vez mais englobando iniciativas com ESG. Uma ótima oportunidade está se apresentando para hospitais e toda a área da saúde, já é possível encontrar diferentes exemplos de hospitais com ESG. 

Se você quer saber qual a importância de implementar ESG em hospitais, continue lendo nosso artigo até o final.

O que é ESG?

O ESG (Environmental, Social and Governance) é um conjunto de normas e práticas que possuem o objetivo de definir se uma empresa é socialmente consciente, sustentável e corretamente gerenciada.  Trata-se de uma forma de medir o desempenho de sustentabilidade de uma organização.

A sigla em inglês faz alusão aos três pilares do conceito: o meio ambiente, causas sociais e a governança. Ou seja, é uma maneira de medir se a empresa é realmente uma opção viável de investimentos sustentáveis, capazes (e engajados) de gerar impactos financeiros, sociais e ambientais positivos.

Assim, a incorporação do ESG à estratégia e modelo de negócios das organizações reitera a máxima de que propósito e lucro são indissociáveis. No tópico abaixo, descubra como o ESG em hospitais é uma prática importante.

Leia mais:  3 soluções proporcionadas pela ESG e sustentabilidade

A importância do ESG em hospitais

Atualmente, vivemos em um período de mudanças na sociedade e de conscientização para temas como a sustentabilidade, alterações climáticas e valorização do capital humano. Com isso em mente, o conceito de ESG em hospitais passou a ser muito valorizado e os hospitais também podem ser beneficiados por essa mudança.

Uma das tendências que será possível ver já nos próximos anos é o aumento da presença de investidores dispostos a colocar seu dinheiro em empresas que possuem projetos ESG em hospitais.

Outro fator positivo do ESG em hospitais é o apoio a causas sociais e ambientais, dessa forma, o hospital garante iniciativas que priorizem o desenvolvimento sustentável e lucrativo, evidenciando-se como instituição responsável quanto à privacidade, ao meio ambiente e ao desenvolvimento social.

Isso pode gerar benefícios para o hospital, como: à redução de custos por meio de processos e indenizações, o engajamento de todos os níveis da instituição de forma integrada, e, ainda, a facilitação na captação de recursos externos que auxiliem no desenvolvimento, na otimização e no avanço das atividades empresariais do hospital.

Confira: Qual a relação da sigla ESG nas empresas?

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Como reduzir custos através da gestão de espaço

De acordo com a revista Forbes, os brasileiros passam, em média, 8,7 horas por dia no trabalho. Isso dá uma média de 43,5 horas por semana. Ou seja, passamos boa parte de nosso tempo no ambiente de trabalho, por isso, para conseguirmos aumentar nossa produtividade e melhorar nosso rendimento é necessário que o espaço esteja preparado para receber os colaboradores e todos os materiais e equipamentos necessários para a realização do trabalho.

Realizar a gestão de espaço na sua empresa pode ser uma ótima forma de aumentar a produtividade, organizar sua empresa e ainda diminuir custos. Se você quer saber mais sobre isso, continue lendo este artigo até o final e saiba como reduzir custos através da gestão de espaço.

O que é gestão de espaço?

A gestão de espaço nada mais é do que a utilização do espaço físico dedicado ao trabalho da melhor forma possível. Dessa maneira, buscando garantir que seus colaboradores estejam mais à vontade, confortáveis e preparados para passar as jornadas de trabalho.

Aumentar o rendimento no ambiente de trabalho vai muito além de fazer automações e modernizar os setores da empresa. Se o ambiente onde os colaboradores estão não for preparado para a realização das tarefas, as horas de trabalho se tornarão mais cansativas e difíceis de superar.

Por isso, realizar a gestão de espaço pode ser um grande diferencial para sua empresa garantir mais conforto e rendimento.

Saiba mais: Gestão de espaço: como deixar o escritório mais sustentável?

Como fazer gestão de espaço?

Na hora de realizar a gestão de espaço é necessário levar em consideração alguns pontos, como o layout da empresa, a organização, fatores ambientais, periodicidade que a equipe ficará dentro do local e as áreas compartilhadas.

Ao considerar todos esses pontos, você consegue identificar quais os locais mais utilizados e que necessitam de adaptações ou melhorias para garantir mais produtividade para a equipe.

Confira: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização do espaço

Como reduzir custos através da gestão de espaço

Uma maneira de reduzir custos através da gestão de espaço é com a utilização de tecnologias para realizar algumas atividades relacionadas à gestão de espaço.

Por exemplo, através da utilização de tecnologias, você consegue substituir processos manuais por automáticos, reduzindo o tempo gasto em cada atividade. Além disso, com a automação, o mesmo número de funcionários pode realizar mais tarefas, com a ajuda de softwares.

Dessa forma, você consegue aumentar sua produtividade tendo uma boa utilização do espaço.

Ainda falando em tecnologias, existem maneiras de fazer o controle e a gestão de pessoas que estão em determinado ambiente, dessa forma você pode fazer a contagem de pessoas que entram e saem da sua empresa, pode registrar o percurso que elas realizaram e ainda determinar o tempo médio de parada em determinados pontos.

Leia mais: Como otimizar o layout de um escritório de advocacia pequeno?

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Entenda a diferença entre manutenção corretiva e emergencial

Preparar sua empresa para superar os problemas e defeitos que aparecem no dia a dia pode ser muito difícil. Muitas situações podem acontecer que exigirá da empresa uma manutenção para que a produção continue.

Hoje, falaremos sobre a diferença entre duas manutenções: a manutenção corretiva e a manutenção corretiva emergencial. Para entender melhor, continue a leitura deste artigo.

O que é manutenção corretiva?

A primeira que iremos falar é sobre a manutenção corretiva. Ela é realizada para corrigir falhas e danos identificados através de análises e diagnósticos de manutenção preventiva. Ou seja, a manutenção corretiva não é programada, apenas quando um item, equipamento, ferramenta ou estrutura é danificada.

Quando é identificado que este dano será motivo para perda de desempenho ou de confiabilidade, é iniciado o processo de manutenção corretiva para lidar com o problema o mais rapidamente possível.

A estratégia de manutenção corretiva é uma escolha mais custosa, além de poder gerar perda de tempo para as equipes e negócios, pois precisam parar a utilização do material de última hora, sem estar necessariamente preparada para suprir esta demanda. 

Como a manutenção corretiva só é feita a partir de uma falha, algumas vezes envolve paradas e depende de muito tempo e mão de obra.

Leia mais: Quais as principais legislações sobre manutenção de edifícios

O que é manutenção emergencial?

Já a manutenção emergencial pode ser considerada uma continuação da manutenção corretiva. Assim como a anterior, ela não é programada e pode ser acionada devido a uma falha de ativo da empresa.

Isso leva ao desligamento do equipamento e à paralisação do processo de produção que envolve este componente. Esta paralisação, futuramente, é revertida em danos financeiros para a empresa.

Semelhante à manutenção corretiva, a manutenção emergencial é feita para evitar acidentes e situações de risco para as pessoas, meio ambiente ou risco de afetar a qualidade do produto final.

Como ela se dá sem planejamento, também não é possível realizar a substituição ou a utilização de outros equipamentos para suprir a demanda causada pela paralisação do equipamento.

 

Saiba mais: Manutenção corretiva de ar condicionado: 3 erros para evitar

Diferença entre manutenção corretiva e manutenção emergencial

É possível perceber que os dois modelos de manutenção são muito custosos e semelhantes. A decisão pode ser difícil de ser feita e o que vai determinar essa escolha é a gravidade da falha. Por isso, é importante ter uma boa gestão de manutenção para tomar a decisão certa.

Apesar de serem feitas quando aparece um problema ou defeito, a manutenção corretiva, em algumas situações, pode ser programada ou agendada, enquanto a emergencial, como o próprio nome já diz, é urgente, é feita diante de uma emergência que deve ser prontamente resolvida.

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engenharia hospitalar

6 Desafios da engenharia hospitalar e como superá-los

Você já ouviu falar em engenharia hospitalar? Ela é um ramo da engenharia que tem como objeto de estudo os hospitais. Assim, visa garantir o melhor funcionamento de todo o complexo hospitalar.

Porém, existem diversos desafios que podem aparecer no dia a dia e a engenharia hospitalar deve estar preparada para solucioná-los. Por isso, separamos os 6 principais desafios e como superá-los.

O que é engenharia hospitalar?

A engenharia hospitalar é responsável por garantir o bom funcionamento da infraestrutura hospitalar, garantindo a manutenção de: sistemas elétricos, sistemas de climatização, sistemas de ar comprimido, sistema de comunicação, telefonia e internet, sistema hidráulico e de vapor.

A engenharia hospitalar trabalha em parceria com a engenharia clínica para oferecer o melhor espaço e os melhores equipamentos para o bom funcionamento do hospital.  

Confira: Qual a importância de uma boa gestão hospitalar?

Desafios da engenharia hospitalar

Muitos desafios podem aparecer na engenharia hospitalar, porém, separamos os principais deles para que você esteja preparado, caso eles apareçam.

Atender as normas técnicas

Existem diversas normas técnicas que a engenharia hospitalar precisa seguir e atender todas elas pode ser uma tarefa desafiadora. 

Gerenciar instalações especiais

Prédios hospitalares também necessitam de instalações mais complexas. Essas áreas precisam ser gerenciadas corretamente para garantir a segurança, a confiabilidade e a qualidade dos serviços.

Planejar as manutenções adequadas

A manutenção da infraestrutura é uma das principais atividades da engenharia hospitalar. Quando o planejamento é bem feito, ele assegura que as edificações e seus equipamentos funcionem com o melhor desempenho, garantindo maior segurança aos pacientes e qualidade no trabalho dos profissionais de saúde.

No entanto, a manutenção no ambiente hospitalar carrega muitos desafios. Qualquer erro pode comprometer a saúde e até a vida dos usuários. 

Saiba mais sobre: Projeto de redução de custos hospitalares: como implantar dentro da situação de saúde?

Atender as orientações da vigilância sanitária

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), por meio da Vigilância Sanitária, é responsável por fiscalizar, orientar e autorizar o alvará sanitário de estabelecimentos de saúde. Dessa forma, é necessário que a engenharia hospitalar tenha conhecimento sobre as normas da ANVISA.

Seguir o plano diretor hospitalar

Além das normas técnicas e sanitárias, a engenharia hospitalar também deve atender ao as normas e políticas definidas pela gestão da instituição. Essas normas são chamadas de Plano Diretor Hospitalar, que engloba diversos aspectos assistenciais, socioeconômicos, administrativos, tecnológicos e médicos.

Ou seja, é extremamente importante que as equipes da engenharia hospitalar tenham conhecimento prático do Plano Diretor Hospitalar e saibam como utilizá-lo e combiná-lo com o planejamento e suas atividades aos parâmetros.

Promover a humanização das instalações

Por último, outra dificuldade é a humanização da instituição. É necessário trabalhar aspectos que vão além da medicina, que garantem satisfação e qualidade no atendimento. Alguns exemplos de soluções que a engenharia hospitalar pode utilizar são: áreas verdes, redução de ruído, melhorias na iluminação.

Ou seja, é necessário não apenas garantir a manutenção e os cuidados das áreas hospitalares, mas também adotar ações mais humanas.

Leia mais: Manutenção hospitalar: como reduzir os custos com o gerenciamento de manutenção de equipamentos?

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