Indicadores de manutenção em hospitais

Existem 3 tipos de manutenção, a preventiva, corretiva e preditiva, cada uma delas possuí uma importância para manter os equipamentos e o ambiente hospitalar com boa qualidade para atender as necessidades dos funcionários e dos pacientes.

Para que você consiga identificar quando é o momento certo para fazer uma manutenção é necessário realizar o acompanhamento de alguns indicadores de manutenção hospitalares, Dessa forma, ficará mais claro a situação de cada equipamento, permitindo que a gestão de manutenção seja feita de maneira efetiva.

Por isso, neste artigo, vamos apresentar os principais indicadores de manutenção hospitalares para que possam ser utilizados na sua clínica, consultório ou hospital. Confira.

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Principais tipos de indicadores de manutenção hospitalares

É possível utilizar diversos indicadores de manutenção hospitalares ao mesmo tempo, como forma de complementar e deixar sua análise e monitoramento mais assertivos, porém, vamos apresentar os três principais e mais importantes que a sua equipe de manutenção precisa ficar de olho.

Tempo

O primeiro indicador de manutenção que iremos falar é o tempo. Nele, é considerado apenas o tempo necessário para que o equipamento volte a funcionar de maneira correta após a detecção de uma falha ou problema.

Esse indicador é extremamente importante, pois permite que os gestores saibam quanto tempo o equipamento precisará ficar parado e se é necessário para outros processos por conta dele.

Qualidade

O segundo indicador de manutenção é a qualidade e esse indicador tempo por objetivo mensurar a qualidade do serviço prestado considerando o tempo de manutenção, custo de peças extras, quanto tempo até precisar de um novo reparo e até quantas vezes foi necessário reparar o equipamento.

Custo

Por fim, temos o indicador custo. Este indicador de manutenção hospitalar considera todos os custos e problemas que podem surgir com o uso do equipamento, como a depreciação do equipamento com o passar do tempo, valor gasto com manutenção durante a vida útil, frequência de problemas técnicos e o valor total da operação comparado com a performance do equipamento.

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

Como a TDGI pode ajudar

Para assegurar a conservação das estruturas e instalações prediais com os melhores serviços e processos de manutenção em hospitais, conte com um parceiro sólido, confiável, experiente e com conhecimento de mercado.

Empresa multinacional de engenharia, a TDGI promove o funcionamento adequado das instalações e reduz custos com os serviços de gestão e execução de manutenção técnica.

Atuamos com as melhores práticas do mercado, cumprimos os SLAs estabelecidos e garantimos que o cliente foque exclusivamente no seu core business. Tudo com o objetivo de valorizar os ativos dos nossos clientes e criar relacionamentos de longo prazo.

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Principais tipos de orçamento de obra

O orçamento para uma obra é parte essencial para que a construção ou reforma seja realizada de maneira correta e eficiente. Com ele é possível que seja feito um planejamento completo sobre tudo o que será utilizado, quanto irá custar e o tempo necessário para realizar essas atividades.

Sem um orçamento para obra podem surgir gastos desnecessários além de atrasos e imprevistos. Sendo assim, todo e qualquer gasto deve ser considerado e colocado no orçamento. 

Mas você sabia que existem mais de um tipo de orçamento? Isso mesmo, neste artigo, vamos apresentar 6 tipos de orçamentos de obra que a sua construtora pode utilizar.

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

6 tipos de orçamento de obra

1- Estimativa simples

A estimativa simples é o tipo de orçamento de obra que tem por finalidade a comparação da obra que está sendo realizada no momento com outras obras que já foram realizadas anteriormente.

2- Estudo de viabilidade financeira (EVF)

Outro tipo de orçamento de obra é o estudo de viabilidade financeira, ele serve para nortear o planejamento da construtora, permitindo que seja feito uma análise estratégica da obra e identificando se é viável a execução desse projeto financeiramente.

3- Orçamento paramétrico

Se você está procurando um tipo de orçamento de obra mais simples, o orçamento paramétrico é uma ótima escolha para você. Ele é usado para etapas específicas da obra e pode usar indicadores de obras antigas como parâmetro, além de índices e estimativas.

4- Orçamento analítico

O orçamento analítico pode ser considerado como o mais preciso entre os tipos de orçamento de obra, ele apresenta uma avaliação dos custos da obra através do levantamento do preço e custos com materiais e ferramentas necessárias para a atividade.

5- Orçamento sintético 

O orçamento sintético é um resumo do orçamento analítico, as informações necessárias para a realização desse orçamento são apenas: a quantidade e o valor unitário de cada serviço.

6- Orçamento executivo

Esse orçamento é considerado o mais importante entre os tipos de orçamento de obra, principalmente para empresas de construção civil. O foco do orçamento executivo não se resume à obra em si, mas a todos os serviços auxiliares que precisam ser executados para que a construção seja entregue.

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

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Como fazer um orçamento para uma obra sem erros

O orçamento para uma obra é essencial para que a construção seja realizada de maneira correta. Ele permite que seja feito um planejamento completo sobre tudo o que será utilizado, quanto irá custar e o tempo necessário para realizar essas atividades.

Sem um orçamento para uma obra podem surgir gastos desnecessários além de atrasos e imprevistos. Sendo assim, todo e qualquer gasto deve ser considerado e colocado no orçamento. 

Assim, é possível prever e se preparar para imprevistos e evitar gastos desnecessários no futuro. Porém, elaborar um bom orçamento não é uma tarefa fácil. Por isso, neste artigo, você irá conhecer os principais erros cometidos e você entenderá como fazer um orçamento para uma obra corretamente.

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Como fazer um orçamento para uma obra: principais erros

1- Não conhecer os custos envolvidos

Em uma obra existem dois tipos de custos, os diretos e os indiretos. Conhecer cada um deles é essencial para estar preparado para a obra. Os custos diretos são aqueles relacionados aos insumos e mão de obra necessários para a realização das atividades.

Já os custos indiretos são aqueles que não estão diretamente relacionados aos processos da construção, por exemplo, luz, água, etc.

2- Não saber precificar os serviços

Muita gente tem dificuldade na hora de precificar o próprio serviço, nessa hora é necessário considerar despesas, lucros e impostos envolvidos. Elaborar uma estimativa sem conhecimento desses itens pode resultar em prejuízo para a construtora.

3- Referências equivocadas

Outro erro bastante comum é a utilização de referências erradas ou equivocadas. Para contornar isso é necessário estar atento aos índices e precificações atualizadas e reais da produção.

4 – Não avaliar o orçamento constantemente

Após elaborar o orçamento é importante realizar uma avaliação se suas estimativas foram feitas de forma eficiente. Portanto, verifique as diferenças entre os valores orçados e aqueles que realmente estão sendo utilizados.

5- Não estar preparado para imprevistos

Os imprevistos sempre acontecem durante as obras, por isso é importante estar preparado para eles. Deixar um orçamento separado para imprevistos é essencial para conseguir contornar essas dificuldades que surgem. 

Além disso, deixe o seu cronograma com folga, para que, em caso de imprevistos, a obra não atrase muito.

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

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Como garantir mais eficiência operacional na gestão da saúde?

Oferecer a melhor qualidade de serviço e atendimento para os seus pacientes é essencial para o sucesso de um hospital, clínica ou consultório. Ter mais eficiência operacional quer dizer proporcionar o melhor para os pacientes sem utilizar todos os recursos disponíveis na sua organização.

Por isso, é de extrema importância melhorar a eficiência operacional da sua equipe, para que você possa usufruir ao máximo tanto dos recursos quanto do capital humano disponível.

Neste artigo, você irá entender o que é eficiência operacional e como aumentar a eficiência da sua instituição no setor de saúde. Leia até o final e confira.

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

O que é eficiência operacional?

Como já falamos, a eficiência operacional nada mais é do que a capacidade de uma empresa em fornecer serviços de maneira econômica, sem que haja o desperdício de recursos e sem que isso prejudique a qualidade final da entrega.

Para que isso aconteça é necessário realizar a simplificação dos processos internos da organização. Para definir a eficiência operacional da sua clínica ou hospital é necessário realizar a comparação entre duas variáveis: as entradas e as saídas.

As entradas são os custos necessários para a realização do serviço. Funcionários, custos, tempo são alguns exemplos de entradas. Já as saídas é o próprio serviço executado.

Ou seja, uma boa eficiência operacional é aquela que possui uma saída muito maior do que as entradas e com boa qualidade nas entregas.

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

Como alcançar a eficiência operacional no setor de saúde?

1- Faça o mapeamento dos processos

Para você conseguir aumentar a eficiência operacional é necessário ter muito claro os processos para que sejam identificados os pontos de melhoria.

2- Controle as entradas e saídas

Ter controle sobre o que entra e saí da empresa é fundamental para aumentar a eficiência e, ainda, reduzir custos desnecessários.

3- Verifique a margem de lucro

É importante que o preço cobrado pela sua empresa esteja em conformidade com o mercado e com o que os concorrentes estão cobrando. Porém, é importante verificar se é possível ter um aumento na margem de lucro através da redução dos gastos para a execução daquele serviço.

4- Acompanhe o orçamento

Por fim, é importante realizar o acompanhamento frequente do orçamento da sua empresa. Isso permite que você tenha total controle dos gastos e identifique onde pode ser feita a redução de custos e evite desperdícios de recursos.

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Como fazer a gestão de resíduos industriais corretamente?

Nos últimos anos, a preocupação com o meio ambiente e os impactos que causamos nele tem se tornado um assunto de muita relevância para o mercado. Muitos clientes afirmam que preferem apoiar empresas e indústrias que possuem iniciativas sustentáveis, além de que essas iniciativas trazem diversos benefícios financeiros para a própria indústria.

Uma dessas iniciativas é a gestão de resíduos. Realizar o gerenciamento dos resíduos produzidos durante os processos industriais é extremamente importante para manter a empresa de acordo com as exigências legais e ainda, diminuir o impacto que a indústria tem sobre o meio ambiente.

Sendo assim, nesse artigo, vamos falar sobre como realizar a gestão de resíduos industriais corretamente.

O que é gestão de resíduos?

Primeiro, vamos entender o que é a gestão de resíduos. Como é possível imaginar, é um conjunto de ações que tem por objetivo tornar a indústria ou a empresa mais transparente e mais sustentável, quando o assunto é os resíduos industriais gerados.

A gestão de resíduos é responsável por cuidar do transporte, armazenamento, tratamento e destinação dos resíduos de maneira que causem o menor impacto possível ao meio ambiente.

Para isso, deve-se fazer todo o mapeamento dos processos industriais e fazer análises estratégicas para encontrar as melhores maneiras de lidar com os resíduos.

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Como fazer a gestão de resíduos corretamente

1- Planejamento

A primeira coisa para uma boa gestão de resíduos é fazer o planejamento e o mapeamento de todos os processos. Isso é importante, pois a Lei 12.305/2010, instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos e exige que as indústrias elaborem o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS).

2- Colete corretamente os resíduos

Na hora de realizar a coleta dos resíduos é importante lembrar das classificações de resíduos: classe 1: perigosos (contaminantes e tóxicos); classe 2: não inertes (potencialmente contaminantes); classe 3: inertes (não são contaminantes).

Cada classe define a destinação final dos resíduos.

3- Faça o armazenamento correto dos resíduos

O próximo passo é definir o armazenamento correto dos resíduos gerados na sua indústria. É importante lembrar que cada tipo de resíduo exige uma forma diferente de fazer o armazenamento e o descarte desse material.

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Gestão de projetos

Qual a importância de uma boa gestão de projetos na área da saúde

A gestão de projetos é uma prática extremamente importante para que a organização possa se manter de maneira saudável e dando resultados. Na área da saúde isso não é diferente. Cada vez mais, hospitais, clínicas e consultórios têm percebido a importância de realizar uma boa gestão de projetos.

Neste artigo, falaremos sobre a importância de realizar uma boa gestão de projetos e como você pode implementar na sua organização de maneira eficiente. 

O que é gestão de projetos e qual sua importância?

A gestão de projetos, nada mais é do que a aplicação de técnicas e metodologias para garantir que um projeto seja finalizado com sucesso. Essa prática é extremamente importante, pois garante que o calendário de entregas e projetos seja cumprido corretamente, permite ter controle em toda a execução do processo, melhora a tomada de decisões e ainda minimiza os riscos.  

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Como implantar a gestão de projetos na área da saúde?

Agora, vamos entender como realizar a gestão de projetos na área da saúde para que você consiga implementar essa prática na sua clínica ou hospital.

Iniciação

Em um primeiro momento, os gestores devem identificar todos os processos que envolvem a organização, desde as consultas médicas, até o atendimento da secretária ou atendentes. É importante fazer um levantamento sobre o trabalho de enfermeiros, técnicos e todos os outros profissionais que fazem parte do instituto. Assim, é possível identificar o que deve ser feito e melhorado.

Planejamento

A próxima etapa é a realização de um planejamento de todas as atividades e tarefas que precisam ser realizadas na organização. Cada ação a ser desenvolvida na clínica deve ser esmiuçada, trazendo o responsável pela realização, os recursos físicos e humanos envolvidos, as metas a serem cumpridas, etc.

Execução

A próxima etapa é quando tudo o que foi planejado até agora será executado na clínica. Os gestores devem supervisionar todo o processo, verificando se os projetos estão sendo executados da maneira correta e tomando as medidas necessárias para que isso aconteça.

Monitoramento

Por fim, a última etapa é o monitoramento de tudo aquilo que foi feito, sempre utilizando métricas quantificáveis, como a opinião dos funcionários e pacientes da clínica para ter um parâmetro se as ações estão sendo positivas ou não.

No caso de algo não estar sendo desenvolvido conforme o esperado, o gestor é responsável por tomar atitudes que deixem tudo novamente nos eixos.

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

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Quando fazer a manutenção corretiva industrial?

Um dos principais trabalhos de qualquer equipe de manutenção industrial é manter os equipamentos funcionando de maneira correta. Sem eles, todo o processo de produção da fábrica pode ser paralisado e prejudicado, proporcionando gastos e afetando a lucratividade da indústria.

Existem alguns tipos de manutenção industrial, uma delas é a manutenção corretiva. Apesar de ser muito comum, ela não é a mais recomendada. Por isso, muita gente ainda encontra dificuldades em identificar o momento certo para realizar a manutenção corretiva industrial.

Neste artigo, falaremos sobre o que é manutenção corretiva industrial e quando é o momento ideal para realizar esse procedimento. Confira!

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

O que é manutenção corretiva?

Como falamos na introdução, a manutenção corretiva é a mais comum de todas. Ela é feita com o objetivo de corrigir algum defeito ou falha no funcionamento de determinado equipamento industrial.

A principal característica desta manutenção é que, muitas vezes, ela acaba sendo reativa e acontece de surpresa. Ou seja, a manutenção apenas será feita quando aquele equipamento apresentar algum defeito e, às vezes, isso não é planejado ou previsto.

Para tentar diminuir os contratempos causados pela paralisação inesperada de um equipamento, existem as manutenções preventivas ou preditivas. Porém, é importante lembrar que a manutenção corretiva acontecerá uma hora ou outra.

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

Quando fazer a manutenção corretiva industrial?

A manutenção corretiva é considerada o tipo de manutenção que mais demanda gastos, por isso, o ideal é que ela seja evitada. Porém, cedo ou tarde será necessário a realização de uma, por isso, é importante estar preparado para isso.

Quando um dos equipamentos apresentar alto risco de prejudicar o ambiente de trabalho, os funcionários ou o meio ambiente, torna-se necessária a realização da manutenção corretiva.

Nesses casos, é recomendado que o conserto seja realizado o mais rápido possível, para que as consequências não sejam graves e não impacte muito no processo da produção industrial.

Nem todos os setores da indústria permitem que a manutenção seja prevista, por isso, a manutenção corretiva deve ser a última opção, apenas quando as outras manutenções não são possíveis.

Isto, pois, o reparo de um equipamento ou máquina tende a aumentar sua vida útil, mas quanto mais cedo a falha for percebida e corrigida, menor será a necessidade de recorrer a consertos emergenciais, visto que estes podem ter custos ainda mais altos e prejuízos com a produção parada.

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Construção Civil

Como o ESG na construção civil pode melhorar a sustentabilidade

O setor de construção civil é um dos mais importantes e lucrativos para a economia do país, de acordo com o IBGE, o PIB da construção civil teve um crescimento de 2,7% no segundo trimestre de 2022 em relação ao mesmo período de 2021.

Quando comparamos os primeiros seis meses de 2022 com o mesmo período do ano anterior, a Construção cresceu 9,5% enquanto o País cresceu 2,5%. 

Esses dados mostram a importância e as possibilidades que a construção civil pode proporcionar para o crescimento do país. Uma das possibilidades é a união com os conceitos de ESG, uma tendência que vem ganhando cada vez mais espaço.

Neste artigo, você entenderá como o ESG pode ajudar a construção civil a criar ambientes mais sustentáveis e ajudar na preservação do meio ambiente através da aplicação de conceitos como os prédios verdes.

O que é ESG?

Como falamos, ESG (environment, social e governance) é uma tendência que vêm ganhando muito espaço entre as empresas de diversos segmentos, essa prática consiste em avaliar e medir o desempenho sustentável da empresa em três pilares: Meio ambiente, Social e Governança.

Segundo a pesquisa Chief Executives for Corporate Purpose (CECP), sete em cada dez corporações avaliam o desempenho e a remuneração de seus profissionais com métricas baseadas neste conceito. 

Ou seja, esse conceito é de extrema importância social e financeira para as organizações e pode abrir diversas oportunidades.

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Como o ESG pode melhorar a construção civil 

Agora, vamos entender mais detalhadamente como o ESG pode ajudar na construção civil.

Menor impacto no ambiente

O principal benefício do ESG é a transformação das empresas em empresas verdes, gerando o menor impacto no meio ambiente. Quando utilizamos esses conceitos na construção civil, as obras possuem menos impacto na natureza, reduzindo o consumo de recursos naturais.

Mais economia

Outra vantagem é a redução de gastos causada pelo consumo consciente de recursos. Porém, ainda existe uma vantagem financeira a mais, muitos investidores estão dando prioridade para aquelas iniciativas que se preocupam com a sustentabilidade e implementam conceitos ESG.

Melhora o relacionamento com os stakeholders

Além dos investidores, os parceiros e stakeholders também podem ser favoráveis ao seu projeto, uma vez que a transparência das políticas melhora o relacionamento com os diferentes profissionais e parceiros de trabalho.

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

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Principais tipos de Due Diligence e como aplicar

Due Diligence vem do inglês e pode ser traduzido como diligência prévia. Esse termo representa diversos estudos e análises de diferentes fatores de uma empresa com o objetivo de analisar e diminuir os riscos. 

Ou seja, a Due Diligence funciona como uma espécie de auditoria, porém com algumas implicações mais profundas, analisando aspectos financeiros, jurídicos, trabalhistas, contábeis, fiscais, ambientais e até tecnológicos da empresa.

Como falamos, a Due Diligence tem como objetivo analisar diferentes aspectos do negócio para compreender se o que a empresa prega e o que ela executa estão em conformidade. Dessa forma, podemos dizer que o principal objetivo da Due Diligence é uma análise completa do posicionamento de mercado da empresa.

Para a empresa, realizar um processo de Due Diligence oferece uma visão mais ampla dos processos e de como ela opera em diferentes frentes, possibilitando a identificação de pontos fortes e de possíveis fraquezas em áreas de gestão da empresa.

Neste artigo, iremos falar sobre os principais tipos de Due Diligence que podem ser realizados em uma empresa.

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Due Diligence Contábil e Fiscal

Na Due Diligence contábil e fiscal, analisam-se os documentos da empresa para garantir que suas finanças estão em conformidade com a legislação vigente.

Portanto, são feitas análises de livros fiscais, folhas de pagamento, coleta e pagamento de impostos e demais contribuições, possíveis processos na área, entre outros aspectos que confirmam a saúde fiscal da empresa.

Due Diligence Financeira

A Due Diligence  financeira tem como objetivo entender o fluxo de capital dentro da empresa, a fim de analisar a saúde financeira do negócio e sua projeção para o futuro.

Dentro dessa área, é analisado todos os documentos que integrem as finanças da empresa, como o fluxo de caixa, ganhos, passivos e ativos, bens, fundos, dívidas, administração do negócio, planos de negócios, entre outros.

Due Diligence Trabalhista

A Due Diligence trabalhista pretende compreender o quadro de funcionários da empresa, principalmente para compreender como esse quadro contribui para a saúde financeira da empresa, e quais potenciais riscos apresentam.

Nesse aspecto, se verifica a questão contratual e legislativa dos trabalhadores, qual é a distribuição nas funções e possíveis riscos na área para o futuro.

Due Diligence Jurídica

A Due Diligence jurídica é responsável por analisar se o contrato social da empresa, seus contratos com demais fornecedores e colaboradores, propriedades, empréstimos e demais financiamentos legais, área contenciosa e demais aspectos jurídicos estão de acordo com as exigências.

É nessa categoria que se analisam aspectos de compliance dentro da cultura da empresa. Ou seja, verifica-se se a empresa criou uma cultura de procedimentos internos e externos que concordem com a vigência legal da atividade desempenhada.

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Confiabilidade e manutenção industrial: como aplicar?

Saber quando realizar a manutenção dos equipamentos industriais é essencial para o bom funcionamento de toda a organização e garantir que ela possa ser feita sem a necessidade de paralisar todo o setor.

Por isso, neste artigo, falaremos sobre confiabilidade e manutenção industrial e como aplicar essa estratégia na sua indústria.

O que é confiabilidade e manutenção industrial?

A confiabilidade torna-se um conhecimento essencial na hora de realizar as manutenções corretas e no momento ideal. Ela é determinada pela probabilidade de um equipamento ou célula de produção funcionar normalmente.

Essa metodologia de trabalho escolhe as melhores políticas para o gerenciamento correto de falhas. Ela pode ser aplicada em qualquer tipo de ambiente, não excluindo as outras formas de manutenção.

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Como aplicar a confiabilidade e manutenção industrial?

Documente os processos

A primeira coisa a fazer para aplicar a confiabilidade e manutenção industrial é conhecer o funcionamento da sua indústria. Assim, é preciso documentar de forma detalhada todos os processos. 

Isso possibilita que se realize uma série de tentativas, com falhas e sucessos registrados, que poderão ser consultados e analisados a qualquer momento. Dessa forma, será possível calcular a confiabilidade na gestão dos equipamentos.

Defina os tipos de manutenção

Existem três tipos de manutenção, a corretiva, a preventiva e a preditiva. A primeira busca a solução após o surgimento de problemas. 

Já a segunda, segue as recomendações do fabricante, podendo ser um pouco mais arriscada, já que o uso do maquinário é variável. 

A manutenção preditiva realiza um monitoramento contínuo. Geralmente, os próprios usuários do equipamento fazem esse controle. Fazer isso permite identificar qual o tipo de manutenção se encaixa melhor ao cenário.

Registre as falhas

A próxima etapa da confiabilidade e manutenção é realizar o registro de todos os processos antigos, além de os resultados gerados a partir deles.

Portanto, crie seus parâmetros a partir das falhas que ocorrem no dia a dia. Inicie um monitoramento, observe padrões, registre comportamentos e realize testes. Assim, você conseguirá identificar qual a melhor maneira de atuar quando alguma irregularidade acontece.

Analise os resultados 

Por último, é necessário que você faça análises dos resultados que foram obtidos durante um período. Com isso, é possível identificar gargalos e problemas que podem aparecer durante todo o processo de produção da sua indústria.

Dessa forma, é possível que você faça as melhores estratégias para uma gestão de manutenção eficiente, encontrando os melhores momentos para realizar a manutenção de cada equipamento.

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