Conheça a norma NBR 5410

A norma NBR 5410 é uma norma técnica brasileira criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que estabelece as condições mínimas de segurança para instalações elétricas de baixa tensão, ou seja, aquelas que têm tensão nominal igual ou inferior a 1.000 volts em corrente alternada ou 1.500 volts em corrente contínua.

Essa norma estabelece as exigências e recomendações para projetar, instalar e realizar manutenções em instalações elétricas de baixa tensão, visando garantir a segurança das pessoas, dos animais e a preservação dos bens materiais.

Por isso, neste artigo, você vai entender o que é a norma NBR 5410, qual sua importância e onde aplicá-la.

 

Saiba mais: Conheça a metodologia FMEA e como aplicá-la na sua indústria

Qual a importância da norma NBR 5410?

Para se ter uma ideia da importância dessa norma, um estudo realizado pela Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel), revelou que durante todo o ano de 2021, foram registrados 1.579 acidentes com energia elétrica. 

Somente os choques foram responsáveis por 674 óbitos, seguidos pela perda de 46 vidas em incêndios por sobrecarga de energia (curto-circuito) e 40 mortes por descargas atmosféricas (raios).

Ao todo, foram 898 acidentes com choque elétrico, uma média de 75 por mês, ou seja: quase três indivíduos acabam ficando feridos todos os dias, muitos deles em situações corriqueiras, com baixa tensão.

 

Leia mais: Mas afinal, o que é a certificação ISO 9001?

Onde pode ser aplicada a NBR 5410?

 

Como falamos, a norma NBR 5410 é utilizada para instalações elétricas, por isso, pode ser utilizada em diversos locais, como:

  • Instalações temporárias
  • Instalações novas ou já existentes que estejam em reforma;
  • Áreas de edificações externas, que estejam descobertas;
  • Linhas elétricas de sinal que sejam fixas (com exceção de circuitos internos elétricos de equipamentos);
  • Circuitos elétricos fora de equipamentos que estejam funcionando sobre tensão; superior a 1000 volts, alimentados por uma instalação que seja igual ou inferior a 1000 volts em uma corrente alternada;
  • Locais de marinha, acampamento e instalações análogas;
  • Circuitos elétricos que sejam alimentados por sobre tensão nominal igual ou inferior a 1000 volts em uma corrente alternada, frequência inferior a 400 Hz ou a 1500 volts em uma corrente contínua.

O que diz a norma NBR 5410?

A norma NBR 5410 estabelece as condições mínimas de segurança para instalações elétricas de baixa tensão em edificações residenciais, comerciais e industriais. Alguns dos principais pontos abordados pela norma incluem:

Proteção contra choques elétricos

A norma estabelece medidas para proteger as pessoas e os animais contra choques elétricos, como o uso de dispositivos diferenciais-residuais (DR) e de aterramento adequado das instalações.

Seleção e instalação de equipamentos elétricos

A NBR 5410 define as características que os equipamentos elétricos devem ter para serem instalados de forma segura, como a escolha adequada dos dispositivos de proteção contra sobrecorrentes e a instalação em ambientes adequados para sua utilização.

Condutores elétricos

A norma estabelece as características que os condutores elétricos devem ter, como sua seção transversal, tipo de isolamento e resistência elétrica.

Dispositivos de proteção contra sobretensão

A norma define a seleção e instalação adequada de dispositivos de proteção contra sobretensão, que protegem os equipamentos elétricos de danos causados por descargas atmosféricas e outras perturbações elétricas.

Instalações especiais

A NBR 5410 define as condições especiais de instalação elétrica em ambientes com riscos adicionais, como ambientes úmidos, explosivos e com presença de gases inflamáveis

Como a TDGI pode ajudar

Para assegurar a conservação das estruturas e instalações prediais com os melhores serviços e processos de manutenção em hospitais, conte com um parceiro sólido, confiável, experiente e com conhecimento de mercado.

Empresa multinacional de engenharia, a TDGI promove o funcionamento adequado das instalações e reduz custos com os serviços de gestão e execução de manutenção técnica.

Atuamos com as melhores práticas do mercado, cumprimos os SLAs estabelecidos e garantimos que o cliente foque exclusivamente no seu core business. Tudo com o objetivo de valorizar os ativos dos nossos clientes e criar relacionamentos de longo prazo.

Ficou interessado em saber mais detalhes? Entre em contato com nossos especialistas agora mesmo!

 

gestão de resíduos hospitalares

Como fazer a gestão de resíduos hospitalares corretamente?

Realizar uma gestão de resíduos hospitalares é fundamental para garantir a segurança de todos os colaboradores e deixar sua empresa em conformidade com as obrigações em sustentabilidade.

 

Os resíduos hospitalares podem trazer diversos prejuízos para o meio ambiente e para a sociedade quando descartados de maneira incorreta, podendo ser materiais tóxicos, infectantes e radioativos.

 

Uma boa notícia é que, de acordo com um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), 63,8% dos resíduos de serviços de saúde coletados tiveram destinação adequada. 

 

Porém, muitas ainda não realizam essa gestão de resíduos hospitalares. Por isso, neste artigo, vamos entender como realizar a gestão de resíduos hospitalares corretamente.

 

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Tipos de resíduos hospitalares

Primeiramente, é necessário entender quais são os tipos de resíduos hospitalares e quais devem ser a forma correta de realizar sua gestão. De acordo com a RDC Anvisa nº 222/2018, os oriundos de serviços de saúde podem ser classificados em cinco grupos:

 

  • Grupo  A: agentes biológicos, que, por suas características, podem apresentar risco de infecção.
  • Grupo B: produtos químicos que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.
  • Grupo C: rejeitos que contenham radionuclídeos em quantidade superior aos limites estabelecidos pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).
  • Grupo D: resíduos que não apresentem risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares.
  • Grupo E: resíduos perfurocortantes, tais como: lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas endodônticas, lâminas de bisturi e utensílios de vidro quebrados.

 

Como realizar a gestão de resíduos hospitalares corretamente?

Identificação dos resíduos

Os sacos e recipientes coletores devem ser identificados, conforme sua classificação (infectantes, químicos, radioativos, comuns ou materiais perfurocortantes).

Acondicionamento dos Resíduos

Realizar a embalagem dos resíduos, onde a capacidade dos recipientes de acondicionamento deve ser compatível com a geração diária de cada tipo de resíduos.

Coleta e Transporte Interno

O transporte dos resíduos dos pontos de geração até o local destinado ao armazenamento temporário.

Armazenamento Temporário de Resíduos

Guarda temporária dos recipientes contendo os resíduos já acondicionados. De acordo com o volume diário de resíduos e o porte da instituição, podem existir dois pontos de armazenamento temporário: um local próximo aos pontos de geração, que é recolhido diariamente e outro ponto externo, com acesso facilitado para os veículos coletores.

Coleta e Transporte Externo

Remoção dos resíduos de serviços de saúde do abrigo de armazenamento externo até a unidade de tratamento/disposição final. O serviço de coleta deve estar de acordo com as regulamentações do órgão de limpeza urbana.

Tratamento dos Resíduos

Qualquer processo manual, mecânico, físico, químico ou biológico que altere as características dos resíduos, visando à minimização do seu risco.

Disposição Final

Resíduos de serviços de saúde que não apresentam riscos biológicos, químicos ou radiológicos, podem ser encaminhados para reciclagem, recuperação, reutilização, compostagem, aproveitamento energético ou logística reversa, conforme legislação vigente.

 

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

Como a TDGI pode ajudar

Para assegurar a conservação das estruturas e instalações prediais com os melhores serviços e processos de manutenção em hospitais, conte com um parceiro sólido, confiável, experiente e com conhecimento de mercado.

Empresa multinacional de engenharia, a TDGI promove o funcionamento adequado das instalações e reduz custos com os serviços de gestão e execução de manutenção técnica.

Atuamos com as melhores práticas do mercado, cumprimos os SLAs estabelecidos e garantimos que o cliente foque exclusivamente no seu core business. Tudo com o objetivo de valorizar os ativos dos nossos clientes e criar relacionamentos de longo prazo.

Ficou interessado em saber mais detalhes? Entre em contato com nossos especialistas agora mesmo!

 

Gestão Industrial 4.0

O que é gestão industrial 4.0 e como ela vai impactar sua empresa

A Transformação Digital na indústria é a aplicação das tecnologias da Digitalização, de forma a impactar toda a cadeia de valor, nas dimensões Tecnologia, Processos e Pessoas. Dessa forma, a gestão industrial 4.0 é uma resposta das empresas à Indústria 4.0, onde as mudanças no mercado, as novas necessidades do consumidor e as inovações na produção precisavam de uma transformação que consiga acompanhar essas mudanças tecnológicas. 

 

A Gestão 4.0 precisa se adaptar a esses novos tempos e acompanhar as necessidades do cliente ao mesmo tempo, em que é preciso estar atento às equipes, motivar os colaboradores para que eles permaneçam engajados e focados no crescimento da empresa. 

 

Neste artigo, falaremos sobre a gestão industrial 4.0 e como ela impactará sua organização. Por isso, continue a leitura até o final e saiba tudo sobre o assunto.

 

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Como a gestão industrial 4.0 impacta a sua empresa?

A implementação da gestão industrial 4.0 pode trazer diversos benefícios e impactar as empresas de diferentes formas. Duas das principais e mais procuradas pelos empreendedores são: aumentar os lucros e oferecer melhores resultados aos clientes. 

 

Porém, ao realizar essa mudança toda a administração interna também é beneficiada e ganha com esse modelo de gestão. 

 

Dessa forma, os impactos da gestão industrial 4.0:

 

  • Agilidade na tomada de decisão;
  • Compreensão prática das demandas;
  • Visão inovadora das lideranças, contagiando o restante do time;
  • Estratégias mais assertivas e com valor agregado à marca e à experiência do cliente; 
  • Mais tempo para focar em atividades específicas;
  • Redução de custos;
  • Melhores resultados;
  • Vantagem competitiva para a empresa. 

Quais são os pilares da gestão industrial 4.0?

A seguir, confira os pilares da gestão industrial 4.0 que podem ser implementados na sua empresa sem grandes dificuldades.

 

  • Relacionamento com os clientes;
  • Diversificação de canais;
  • Análise de informações;
  • Automação;
  • Equipes de alta performance;
  • Integração dos setores.

 

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

Como a TDGI pode ajudar

Para assegurar a conservação das estruturas e instalações prediais com os melhores serviços e processos de manutenção em hospitais, conte com um parceiro sólido, confiável, experiente e com conhecimento de mercado.

Empresa multinacional de engenharia, a TDGI promove o funcionamento adequado das instalações e reduz custos com os serviços de gestão e execução de manutenção técnica.

Atuamos com as melhores práticas do mercado, cumprimos os SLAs estabelecidos e garantimos que o cliente foque exclusivamente no seu core business. Tudo com o objetivo de valorizar os ativos dos nossos clientes e criar relacionamentos de longo prazo.

Ficou interessado em saber mais detalhes? Entre em contato com nossos especialistas agora mesmo!

 

Redução de custos na indústria

Redução de custos na indústria: consertar ou substituir, qual vale mais a pena?

Na hora da redução de custos na indústria, muitas empresas se perguntam se vale mais a pena substituir um equipamento ou consertá-lo. Essa busca pela melhor opção é fundamental para as empresas conseguirem reduzir seus gastos, porém, quando feito de maneira equivocada pode gerar mais prejuízos do que os gastos normais da manutenção do equipamento.

 

Por isso, neste artigo, vamos falar um pouco sobre a redução de custos na indústria e se vale mais a pena substituir ou consertar um equipamento danificado. Confira.

 

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Redução de custos na indústria: consertar ou substituir?

Muitos fatores são importantes para que você decida se vale mais a pena consertar ou substituir um equipamento que esteja velho ou danificado. Apresentaremos alguns dos principais pontos que devem ser considerados na hora de tomar essa decisão.

Tempo

Um dos principais pontos que devem ser considerados é o tempo de vida do equipamento, isso porque, muitos equipamentos mais antigos podem ter saído de linha e não são mais produzidos, dessa formas as peças de substituição não possuem manutenção fácil.

 

Dessa forma, quando um equipamento está obsoleto, a melhor opção com certeza é a substituição, afinal, manter um equipamento velho e danificado pode gerar diversos prejuízos para a empresa que podem ser muito mais caros no futuro do que a empresa gastaria para realizar a substituição.

Custo

Outro fator decisivo na hora de definir se será realizado o conserto ou a substituição é o custo. A redução de custos na indústria depende desta comparação e da opção que apresente o melhor custo x benefício. 

 

Muitos especialistas analisam esses pontos para definir onde realizar a redução de custos na indústria. Por exemplo, eles concluem que, se a sua indústria já teve muitos gastos com um equipamento ao longo do tempo, talvez seja mais viável comprar um novo produto.

 

Entretanto, se o equipamento vai passar pela primeira manutenção depois de anos em uso e também desempenha uma função muito relevante no ciclo de produção, pode não ser viável gastar muito, visto que, com a metade deste investimento, é possível solucionar o problema através da manutenção.

 

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

Como a TDGI pode ajudar

Para assegurar a conservação das estruturas e instalações prediais com os melhores serviços e processos de manutenção em hospitais, conte com um parceiro sólido, confiável, experiente e com conhecimento de mercado.

Empresa multinacional de engenharia, a TDGI promove o funcionamento adequado das instalações e reduz custos com os serviços de gestão e execução de manutenção técnica.

Atuamos com as melhores práticas do mercado, cumprimos os SLAs estabelecidos e garantimos que o cliente foque exclusivamente no seu core business. Tudo com o objetivo de valorizar os ativos dos nossos clientes e criar relacionamentos de longo prazo.

Ficou interessado em saber mais detalhes? Entre em contato com nossos especialistas agora mesmo!

 

Conheça a metodologia FMEA e como aplicá-la na sua indústria

Se você é um gestor de empresas ou indústrias, com certeza deve estar familiarizado com a metodologia FMEA. Esse conceito tem por objetivo garantir que a empresa tenha bons lucros, dando foco em oferecer produtos e serviços de qualidade, produzidos e entregues no prazo, além de reduzir os gastos com matéria-prima e indicar falhas nos processos empresariais.

Como podemos ver, a metodologia FMEA pode trazer diversos benefícios para as empresas e indústrias que a utilizam. Por isso, neste artigo, falaremos tudo sobre esse assunto e mostraremos como é possível aplicar esse conceito na sua indústria.

O que é FMEA?

A primeira coisa que entenderemos é o que é FMEA. Essa sigla vem do inglês Failure Mode and Effect Analysis, em português, essa sigla é traduzida como Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos.

De maneira geral, podemos resumir o conceito de FMEA como uma metodologia para utilizar uma análise de potenciais falhas de um processo ou produto para que então seja obtida a confiabilidade do mesmo por parte dos clientes.

Além disso, essa análise é realizada para identificar o grau de risco que estas falhas oferecem para toda a organização.

Existem três tipos de FMEA: 

  • FMEA de processos;
  • FMEA de design;
  • FMEA de produto.

 

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Como implementar a metodologia FMEA na sua indústria

Se você ficou interessado no conceito da metodologia FMEA e quer implementar na sua indústria, é necessário seguir um passo a passo.

1- Definição

O primeiro passo é onde será escolhido o processo, produto ou serviço que será analisado.

2- Especificação

Aqui, será reunido todo e qualquer tipo de informação sobre as especificações do produto, serviço ou processo que será analisado.

3- Modos de falha

No próximo passo, a equipe responsável por implementar o FMEA irá fazer análise de todas as falhas e prováveis erros que possam ocorrer.

4- Efeitos

O grau de risco será classificado de acordo com o impacto da falha.

5- Causas

Neste momento, será debatido sobre a causa do acontecimento da falha. Nessa etapa, é possível utilizar outras ferramentas de qualidade para auxílio.

6- Controles

Agora, será classificado o grau de detecção das causas, agrupando-as de acordo com o nível de facilidade que é percebê-las.

7- Propostas

Será discutido possíveis ações que podem ser feitas para a melhoria ou controle das falhas.

8- Plano de ação

Por fim, será definido todos os itens importantes para a realização correta das propostas de melhorias (responsáveis, prazo, etapas, etc).

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

Como a TDGI pode ajudar

Para assegurar a conservação das estruturas e instalações prediais com os melhores serviços e processos de manutenção em hospitais, conte com um parceiro sólido, confiável, experiente e com conhecimento de mercado.

Empresa multinacional de engenharia, a TDGI promove o funcionamento adequado das instalações e reduz custos com os serviços de gestão e execução de manutenção técnica.

Atuamos com as melhores práticas do mercado, cumprimos os SLAs estabelecidos e garantimos que o cliente foque exclusivamente no seu core business. Tudo com o objetivo de valorizar os ativos dos nossos clientes e criar relacionamentos de longo prazo.

Ficou interessado em saber mais detalhes? Entre em contato com nossos especialistas agora mesmo!

 

Mas afinal, o que é a certificação ISO 9001?

Com certeza você já ouviu falar na certificação ISO 9001, não é? Mas você sabe para que ela serve e qual sua importância para as instituições?

A certificação ISO 9001 é um selo que garante que determinadas instituições, como indústrias, hospitais, etc., possuem segurança máxima para exercerem suas atividades, garantindo mais eficiência e melhorando o atendimento e os resultados.

A implementação da norma ISO 9001 permite a documentação completa das ações e a avaliação permanente dos resultados. Contudo, para se obter essa certificação internacional é preciso seguir alguns pilares: consistência na prestação de serviços, satisfação do cliente, melhoria contínua.

Qual a importância da certificação ISO 9001?

A principal importância dessa certificação é na garantia de que essa instituição é segura e certificada pelo órgão, dessa forma, dá mais confiança e credibilidade para a empresa e faz com que os clientes ou pacientes possam se sentir mais à vontade para fazer negócios com a instituição.

Além disso, como falamos na introdução, para que uma instituição seja certificada pelo ISO 9001, é necessário realizar algumas melhorias e mudanças na organização. Com isso, aumenta-se a produtividade e a eficiência, permitindo que ela tenha mais resultados positivos.

O certificado ISO 9001 faz parte de um sistema internacional de gestão de qualidade que padroniza as atividades e os processos, sempre com foco na satisfação dos clientes. Assim, seus benefícios se refletem positivamente na imagem e na reputação da companhia, além de aumentar o diferencial competitivo.

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Como conseguir a certificação ISO 9001?

Conseguir essa certificação não é uma tarefa fácil, porém, é possível. Para isso, é preciso completar algumas etapas, que podem demorar meses para serem concluídas.

Preparação

A primeira etapa é a preparação, onde a empresa deve identificar seus objetivos, escolher a melhor abordagem para a sua aplicação e a definição da equipe de implementação.

Documentação

Depois, é necessário fazer o levantamento da documentação necessária para a aplicação da sua empresa para a certificação ISO 9001.

Implementação

A próxima etapa é o momento de implementar o Sistema de Gestão da Qualidade. Nesta fase, novos requisitos que tenham sido incluídos na documentação devem ser apresentados aos funcionários.

Auditoria interna

O próximo passo é realizar uma auditoria interna, para verificar se todos os requisitos e passos anteriores foram cumpridos.

Certificação

Por último, é o momento da auditoria para a certificação.

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

Como a TDGI pode ajudar

Para assegurar a conservação das estruturas e instalações prediais com os melhores serviços e processos de manutenção em hospitais, conte com um parceiro sólido, confiável, experiente e com conhecimento de mercado.

Empresa multinacional de engenharia, a TDGI promove o funcionamento adequado das instalações e reduz custos com os serviços de gestão e execução de manutenção técnica.

Atuamos com as melhores práticas do mercado, cumprimos os SLAs estabelecidos e garantimos que o cliente foque exclusivamente no seu core business. Tudo com o objetivo de valorizar os ativos dos nossos clientes e criar relacionamentos de longo prazo.

Ficou interessado em saber mais detalhes? Entre em contato com nossos especialistas agora mesmo!

 

Como fazer uma boa gestão da cadeia de suprimentos hospitalares

Manter o hospital organizado é fundamental para que os funcionários consigam realizar todas as atividades da melhor maneira possível, encontrando remédios e equipamentos necessários para o cuidado dos pacientes. Para isso, é necessário realizar uma boa gestão da cadeia de suprimentos hospitalares.

Com uma gestão eficiente, é possível reduzir custos, ajustar e otimizar processos, garantir que o hospital tenha sempre os suprimentos necessários para a realização das atividades, etc.

Afinal, estamos falando sobre a saúde e a vida dos pacientes. Sendo assim, neste artigo, falaremos como fazer uma boa gestão da cadeia de suprimentos hospitalares.

O que é gestão da cadeia de suprimentos hospitalares?

A gestão da cadeia de suprimentos hospitalares nada mais é do que realizar um controle sobre todos os suprimentos presentes em um hospital, identificar aqueles que são mais utilizados e realizar a substituição dos mesmos, para que nunca falte na hora em que um paciente estiver precisando.

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Como fazer uma boa gestão da cadeia de suprimentos hospitalares?

Para que sua equipe consiga realizar uma boa gestão da cadeia de suprimentos hospitalares, separamos algumas dicas muito importantes e que podem ser facilmente implementadas, garantindo mais produtividade e eficiência para o hospital.

Faça o levantamento dos processos

A primeira coisa que é necessário fazer é identificar os processos e quais são os suprimentos necessários para a realização desses processos. Com isso, é possível saber quais são aqueles que possuem maior rotatividade e sua equipe de gestão pode se preparar para comprar novos itens com antecedência.

Negocie com os fornecedores

Com todas essas informações em mãos, é possível usá-las para otimizar seus processos e, ainda, reduzir custos. Ao negociar com bons fornecedores, é possível combinar datas para que os suprimentos sejam entregues, fazer contratos longos, o que pode garantir maiores descontos e muito mais.

Assim, você garante que sempre terá os suprimentos necessários.

Evite desperdício

Outra dica é evitar desperdício, ou seja, não adianta comprar muitas unidades de um mesmo suprimento, sendo que ele não é muito utilizado. Além de ocupar muito espaço de armazenamento, esse suprimento pode acabar estragando com o tempo e o dinheiro gasto será desperdiçado.

Utilize a tecnologia

Outra forma de garantir uma boa gestão da cadeia de suprimentos hospitalares é com a utilização de tecnologias e softwares que realizam todos esses processos de maneira automatizada, identificando e analisando todo o seu estoque e quais são os suprimentos necessários.

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

Como a TDGI pode ajudar

Para assegurar a conservação das estruturas e instalações prediais com os melhores serviços e processos de manutenção em hospitais, conte com um parceiro sólido, confiável, experiente e com conhecimento de mercado.

Empresa multinacional de engenharia, a TDGI promove o funcionamento adequado das instalações e reduz custos com os serviços de gestão e execução de manutenção técnica.

Atuamos com as melhores práticas do mercado, cumprimos os SLAs estabelecidos e garantimos que o cliente foque exclusivamente no seu core business. Tudo com o objetivo de valorizar os ativos dos nossos clientes e criar relacionamentos de longo prazo.

Ficou interessado em saber mais detalhes? Entre em contato com nossos especialistas agora mesmo!

 

O que é PCM e como aplicar na manutenção hospitalar?

A manutenção hospitalar é um processo fundamental para garantir mais segurança e conforto para os profissionais que trabalham em hospitais e, principalmente, para os pacientes que frequentam as instalações e necessitam do melhor atendimento possível.

Sendo assim, encontrar formas de otimizar a manutenção hospitalar é muito importante, pois, melhora a qualidade do trabalho e, consequentemente, garante melhores condições de atendimento aos pacientes.

Uma das formas de otimizar a manutenção hospitalar é com o PCM, Planejamento e Controle de Manutenção. Esse planejamento pode ser utilizado em muitas categorias de manutenção, entre elas, na hospitalar.

Você já sabe o que é o PCM? Se a resposta for não, neste artigo, falaremos tudo sobre o Planejamento e Controle de Manutenção e como aplicá-lo na manutenção hospitalar.

O que é PCM?

Como falamos anteriormente, PCM significa Planejamento e Controle de Manutenção e através dele, é possível garantir a eficiência dos processos de manutenção preventiva, essenciais para a instituição.

O PCM consiste num conjunto de estratégias utilizadas para programar ações de manutenção. O sucesso do PCM está baseado em três pilares:

  • Pessoas: treinamento, liderança, dimensionamento da equipe;
  • Processos: tipos de manutenção, formas de trabalho, gestão dos processos;
  • Ativos: banco de dados, criticidade dos equipamentos, planos de manutenção.

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Como aplicar o PCM na manutenção hospitalar?

Elabore um cronograma

A primeira coisa é criar um cronograma detalhado de ações, com atenção para não sobrecarregar a equipe técnica e não determinar prazos inalcançáveis.

Programação de parada

A programação de paradas é fundamental, afinal, é necessário prever a parada de equipamentos para que seu uso não seja planejado. O PCM permite determinar o momento de sua parada e a previsão de retorno do equipamento.

Uso de ferramentas

Somente quando todos os equipamentos e instrumentos são avaliados e em condições perfeitas de uso é que se pode considerar o sucesso da manutenção.

Recursos

O PCM também permite fazer o controle dos gastos com peças de reposição, óleos lubrificantes de máquinas e demais insumos necessários para a manutenção que dependem do planejamento de recursos.

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

Como a TDGI pode ajudar

Para assegurar a conservação das estruturas e instalações prediais com os melhores serviços e processos de manutenção em hospitais, conte com um parceiro sólido, confiável, experiente e com conhecimento de mercado.

Empresa multinacional de engenharia, a TDGI promove o funcionamento adequado das instalações e reduz custos com os serviços de gestão e execução de manutenção técnica.

Atuamos com as melhores práticas do mercado, cumprimos os SLAs estabelecidos e garantimos que o cliente foque exclusivamente no seu core business. Tudo com o objetivo de valorizar os ativos dos nossos clientes e criar relacionamentos de longo prazo.

Ficou interessado em saber mais detalhes? Entre em contato com nossos especialistas agora mesmo!

 

O que a legislação diz sobre a contratação de serviços terceirizados?

A contratação de serviços terceirizados é uma ótima alternativa para muitas empresas e indústrias, pois garante que a equipe seja capacitada e formada sempre por profissionais de alta qualidade, mas sem que a própria organização tenha que arcar com custos de capacitação.

Por isso, cada vez mais, empresas e instituições estão optando pela contratação de serviços terceirizados. Porém, para que essa estratégia seja feita de forma correta e em conformidade com as normas, é necessário entender o que a legislação brasileira diz sobre a contratação de serviços terceirizados e quais deles podem entrar nesse processo.

Neste artigo, você saberá o que a nova lei da terceirização diz sobre isso e muito mais.

O que a nova lei diz sobre a contratação de serviços terceirizados

A nova legislação trabalhista foi implementada em 2017 e trouxe algumas mudanças em relação à contratação de serviços terceirizados. A seguir, veja o que diz a Lei 13.429/2017.

Todas as empresas num contrato de terceirização – contratantes ou prestadoras de serviços – devem cumprir as exigências das leis do trabalho: registro em carteira do trabalho, jornada legal fixada, férias, 13º salário, proteções previdenciárias e FGTS, normas de saúde e segurança do trabalho, além do que estiver previsto em acordos e convenções coletivos da respectiva categoria profissional.

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

O que caracteriza contratação de serviços terceirizados

A contratação de serviços terceirizados pode ser resumida como uma prestação de serviços na qual o trabalhador não tem vínculo empregatício com a empresa que o contratou.

A contratante possui uma demanda para um serviço especializado, que pode ser de consultoria, manutenção, serviços, etc. 

Então, o contrato é feito com base no trabalho entre duas pessoas jurídicas – a contratante e a prestadora de serviços sendo, esta última, a responsável por delegar as atividades a profissionais que compõem o seu quadro de colaboradores.

Quais serviços podem ser terceirizados?

A principal mudança na lei de 2017 foi em quais serviços podem ser terceirizados. Antes, essa atividade era limitada aos chamados atividades-meio (limpeza, segurança, recepção).

Agora, com a Lei 13.467/2017, ampliaram-se os serviços, permitindo a contratação de terceirizados para realizarem quaisquer atividades da contratante, inclusive sua atividade final.

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

Como a TDGI pode ajudar

Para assegurar a conservação das estruturas e instalações prediais com os melhores serviços e processos de manutenção em hospitais, conte com um parceiro sólido, confiável, experiente e com conhecimento de mercado.

Empresa multinacional de engenharia, a TDGI promove o funcionamento adequado das instalações e reduz custos com os serviços de gestão e execução de manutenção técnica.

Atuamos com as melhores práticas do mercado, cumprimos os SLAs estabelecidos e garantimos que o cliente foque exclusivamente no seu core business. Tudo com o objetivo de valorizar os ativos dos nossos clientes e criar relacionamentos de longo prazo.

Ficou interessado em saber mais detalhes? Entre em contato com nossos especialistas agora mesmo!

Gestão de espaço: como deve ser o espaço físico de uma empresa?

Realizar uma boa gestão de espaço pode trazer diversos benefícios para uma empresa. O espaço físico é responsável por proporcionar segurança, conforto e todas as demais necessidades que os colaboradores possuem na hora de exercer suas atividades no trabalho.

Por isso, se você está pensando em reformar sua organização ou quer saber mais sobre gestão de espaço, separamos algumas dicas essenciais que vão mostrar como deve ser o ambiente ideal de uma empresa. Confira.

Qual a importância da gestão de espaço

Uma instituição que quer aumentar a produtividade e os resultados da sua equipe precisa garantir uma gestão de espaço de qualidade, oferecendo as melhores soluções e condições de trabalho para seus colaboradores.

Uma boa gestão de espaço é responsável por deixar o ambiente mais confortável e produtivo, garantindo que todas as ferramentas e recursos necessários para a execução das atividades estejam ao alcance de todos os colaboradores.

Assim, sua equipe não fica desanimada graças a um lugar improdutivo, melhora o engajamento e a eficiência dos colaboradores e, consequentemente, aumenta a produtividade e os resultados que o negócio alcança.

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Como deve ser o espaço físico de uma empresa?

Na hora de construir ou reformar o espaço físico de uma empresa, é necessário levar em consideração alguns pontos fundamentais da gestão de espaço que terão grande impacto nas atividades realizadas pela equipe. Confira alguns desses itens.

1- Espaço físico disponível

A primeira coisa que deve ser considerada é o espaço físico propriamente dito. Ou seja, a metragem do espaço, como ele está dividido, o que está instalado, etc.

2- Infraestrutura do prédio

Outro ponto importante é a infraestrutura: a parte elétrica, hidráulica e estrutural do prédio onde a empresa será instalada. Isso garante mais comodidade e segurança para todos os colaboradores e pode evitar problemas sérios no futuro.

3- Tecnologia

Cada vez mais a tecnologia se torna fundamental, por isso, é essencial que, durante o planejamento e construção da empresa, se pense em quais tecnologias serão necessárias e como será a disposição delas no espaço físico.

4- Ruídos

Os ruídos são comuns e podem atrapalhar muito no ambiente de trabalho. Sendo assim, é necessário o cuidado ao pensar em soluções para a gestão de espaços sanar esse tipo de problema.

5- Limpeza

Um ambiente limpo é sinônimo de um local mais agradável e produtivo, por isso, pensar na limpeza e em como ela será feita é uma ótima maneira de facilitar o trabalho dos responsáveis por esse setor e garantir um lugar de trabalho muito mais agradável.

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

Como a TDGI pode ajudar

Para assegurar a conservação das estruturas e instalações prediais com os melhores serviços e processos de manutenção em hospitais, conte com um parceiro sólido, confiável, experiente e com conhecimento de mercado.

Empresa multinacional de engenharia, a TDGI promove o funcionamento adequado das instalações e reduz custos com os serviços de gestão e execução de manutenção técnica.

Atuamos com as melhores práticas do mercado, cumprimos os SLAs estabelecidos e garantimos que o cliente foque exclusivamente no seu core business. Tudo com o objetivo de valorizar os ativos dos nossos clientes e criar relacionamentos de longo prazo.

Ficou interessado em saber mais detalhes? Entre em contato com nossos especialistas agora mesmo!