A forma correta de realizar o controle de entrada e saída de estoque

O controle de entrada e saída de estoque é uma das práticas mais importantes para a gestão eficiente de uma empresa, independentemente do seu porte ou setor de atuação. Esse processo permite que a empresa tenha um controle preciso dos seus itens, evitando problemas como a falta ou excesso de produtos em armazenamento, além de garantir uma gestão financeira mais adequada, uma vez que a gestão de estoque é diretamente ligada ao capital de giro da empresa. 

 

Dessa forma, o controle de entrada e saída de estoque é um elemento crítico para a manutenção da eficiência operacional, a satisfação dos clientes e o sucesso dos negócios.

 

Neste artigo, você entenderá mais sobre qual a importância e como fazer o controle de entrada e saída de estoque corretamente.

Qual a importância do controle de entrada e saída de estoque?

O controle de entrada e saída de estoque é importante para garantir que uma empresa tenha um gerenciamento eficiente dos seus materiais, evitando perdas financeiras, desabastecimento e outros problemas relacionados à gestão de estoque.

 

Ao controlar a entrada de novos itens no estoque, a empresa pode saber quais são os produtos disponíveis e suas respectivas quantidades. Por outro lado, o controle da saída dos itens permite que a empresa saiba quais itens estão sendo consumidos, em que quantidade e por quem. Essas informações são fundamentais para o planejamento e a tomada de decisão em relação às compras, produção e vendas da empresa.

 

Além disso, um controle eficiente de entrada e saída de estoque ajuda a evitar erros no registro e armazenamento de produtos, além de prevenir a falta ou excesso de itens em estoque, que podem prejudicar a operação da empresa e a satisfação dos clientes. Dessa forma, o controle de entrada e saída de estoque é uma prática essencial para o sucesso e a sustentabilidade dos negócios.

 

Saiba mais: Conheça a metodologia FMEA e como aplicá-la na sua indústria

Como fazer o controle de entrada e saída de estoque corretamente

O controle de entrada e saída de estoque é fundamental para gerenciar adequadamente os materiais em uma empresa, evitando perdas, extravios e desabastecimento. Para realizar esse controle de forma eficiente, é importante seguir algumas práticas recomendadas:

Registre todas as movimentações

É importante registrar todas as movimentações de entrada e saída do estoque por meio de um sistema informatizado.

Padronize o registro

Padronize o registro para garantir que todos os itens sejam registrados da mesma forma, evitando erros e facilitando a identificação dos itens.

Realize inventários periódicos 

Outra dica que pode ser muito útil na hora de fazer o controle de entrada e saída de estoque é realizar inventários periódicos para verificar se os registros de estoque correspondem à quantidade física de itens armazenados.

Controle de validade

Monitore as datas de validade dos produtos em estoque para evitar o desperdício e garantir que os itens estejam em boas condições para uso.

Controle de estoque mínimo

Estabeleça um estoque mínimo para cada item e monitore regularmente para garantir que os níveis de estoque estejam adequados.

Utilize tecnologia

Utilize sistemas de gestão de estoque para automatizar e agilizar o processo de controle de entrada e saída de estoque.

 

Leia mais: Mas afinal, o que é a certificação ISO 9001?

Como a TDGI pode ajudar

Para assegurar a conservação das estruturas e instalações prediais com os melhores serviços e processos de manutenção em hospitais, conte com um parceiro sólido, confiável, experiente e com conhecimento de mercado.

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Manutenção e gerenciamento de ambientes hospitalares: como fazer corretamente

A manutenção e o gerenciamento de espaços hospitalares são elementos críticos na garantia da segurança e eficiência dos serviços de saúde. Em um ambiente hospitalar, a manutenção adequada pode ajudar a prevenir falhas de equipamentos, assegurar a conformidade com as normas de saúde e segurança e, consequentemente, melhorar a qualidade do atendimento prestado aos pacientes.

 

O gerenciamento de espaços hospitalares, por sua vez, se concentra na gestão eficiente dos espaços físicos do hospital, incluindo o planejamento e uso de áreas clínicas e não clínicas, recursos humanos, tecnologias e sistemas de apoio à gestão. 

 

Além disso, ele também inclui a supervisão de questões relacionadas a suprimentos e equipamentos, além do gerenciamento de riscos e segurança, garantindo que as instalações atendam aos requisitos legais e regulamentares. 

 

Juntos, a manutenção e o gerenciamento de espaços hospitalares são fundamentais para garantir que o ambiente hospitalar seja seguro, confortável e propício à recuperação dos pacientes.

 

Saiba mais: Conheça a metodologia FMEA e como aplicá-la na sua indústria

Onde a manutenção e gerenciamento de ambientes hospitalares pode ser aplicada?

A manutenção hospitalar pode ser aplicada em diversas áreas dentro de uma instituição de saúde, desde as áreas administrativas até as áreas clínicas. Algumas das áreas onde a manutenção hospitalar é importante incluem:

Equipamentos médicos

A manutenção hospitalar é fundamental para garantir o bom funcionamento de equipamentos médicos, como monitores cardíacos, respiradores, equipamentos de diagnóstico por imagem, entre outros.

Sistemas de climatização

Os sistemas de climatização são importantes para manter a qualidade do ar e garantir o conforto térmico dos pacientes e funcionários, além de prevenir a proliferação de microorganismos. A manutenção desses sistemas é fundamental para garantir a sua eficiência e segurança.

Sistema elétrico

A manutenção do sistema elétrico é importante para garantir a segurança dos pacientes e funcionários, bem como para evitar interrupções no fornecimento de energia que possam prejudicar o funcionamento de equipamentos médicos.

Instalações hidráulicas

A manutenção das instalações hidráulicas é fundamental para garantir o fornecimento de água potável, bem como o correto tratamento e descarte de resíduos.

Infraestrutura em geral

A manutenção da infraestrutura em geral, incluindo pintura, reparos em pisos e paredes, manutenção de elevadores, entre outros, é importante para assegurar a segurança e o conforto dos pacientes e funcionários.

Melhores práticas de manutenção e gerenciamento de ambientes hospitalares

Programação regular de manutenção

É importante estabelecer um cronograma de manutenção regular para garantir que todas as áreas e equipamentos do hospital sejam verificados e mantidos em bom estado de funcionamento.

Treinamento de colaboradores

Todos os colaboradores devem ser treinados em relação às práticas de manutenção e segurança do hospital, para que possam identificar e relatar problemas com rapidez.

Controle de infecções

A manutenção do ambiente hospitalar deve incluir a limpeza e desinfecção regular de todas as áreas, equipamentos e superfícies de contato, além de práticas de higiene pessoal e uso de equipamentos de proteção individual.

Inspeção e manutenção de equipamentos

Todos os equipamentos médicos devem ser inspecionados e mantidos regularmente para garantir a sua eficácia e segurança.

Gerenciamento de resíduos

A manutenção do hospital deve incluir a gestão adequada de resíduos hospitalares, desde a coleta até o descarte, para garantir a segurança dos colaboradores e do meio ambiente.

Atualização de normas e regulamentos

É importante que a equipe de manutenção do hospital esteja atualizada em relação às normas e regulamentos de saúde e segurança, garantindo que todas as práticas correspondam com as legislações vigentes.

 

Leia mais: Mas afinal, o que é a certificação ISO 9001?

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Como a manutenção preventiva pode diminuir o retrabalho

A manutenção preventiva é uma estratégia que pode solucionar diversos problemas envolvendo toda a produção industrial, entre eles, garantir que as máquinas e equipamentos em uma empresa estejam sempre funcionando em seu melhor estado. 

 

Dessa forma, além de ajudar a reduzir o tempo de inatividade e os custos de reparo, a manutenção preventiva também pode ajudar a diminuir o retrabalho na produção.

 

Isso acontece porque, quando as máquinas estão em bom estado e funcionando corretamente, é menos provável que ocorram erros e falhas na produção, o que pode levar a um aumento na qualidade dos produtos e a uma redução significativa do retrabalho. 

 

Neste artigo, discutiremos como a manutenção preventiva pode ser uma estratégia eficaz para reduzir o retrabalho e melhorar a eficiência na produção, e como as empresas podem implementar essa estratégia em suas operações.

 

Saiba mais: Conheça a metodologia FMEA e como aplicá-la na sua indústria

O que é manutenção preventiva?

A manutenção preventiva é uma estratégia de gestão de manutenção que tem como objetivo prevenir falhas em máquinas e equipamentos antes que ocorram. Ela é baseada em um conjunto de atividades programadas, realizadas em intervalos regulares, para garantir que os equipamentos estejam em bom estado de funcionamento e evitar a ocorrência de falhas inesperadas. 

 

A manutenção preventiva pode incluir atividades como inspeção, lubrificação, ajustes e substituição de peças desgastadas, e é considerada uma estratégia eficaz para reduzir o tempo de inatividade, os custos de reparo e melhorar a eficiência operacional.

 

Leia mais: Mas afinal, o que é a certificação ISO 9001?

Como reduzir o retrabalho com a manutenção preventiva?

Encontre os equipamentos críticos

A primeira coisa que você pode fazer é um mapeamento de todo o processo industrial, em busca dos principais gargalos e pontos de retrabalho. Dessa forma, é possível identificar alguns dos equipamentos que geram mais retrabalhos do que os outros quando apresentam alguma dificuldade. 

Faça um planejamento de manutenção preventiva

Depois de identificar onde estão os elementos que merecem atenção, é necessário criar uma espécie de plano para a manutenção preventiva. Com isso, é possível ajudar a definir quando agir e qual é a melhor maneira para isso.

Contrate um time preparado

Outra forma de diminuir a necessidade de retrabalho é com a contratação de equipes especializadas na área. Dessa forma, você garante que as pessoas envolvidas na manutenção realizem o melhor trabalho possível e, consequentemente, diminuam as chances de erros e retrabalho.

Acompanhe os resultados

Por fim, é importante realizar o acompanhamento dos resultados e dos dados sobre a manutenção preventiva. Com essas informações, é possível se preparar para as manutenções futuras e prever quando será necessário realizar substituições ou reparos nos equipamentos.

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5G na indústria: como a tecnologia pode impactar positivamente?

O desenvolvimento e a evolução das tecnologias de comunicação têm impactado significativamente a forma como as empresas operam em todo o mundo. Com o advento da tecnologia 5G na indústria, o setor está prestes a experimentar uma revolução em termos de eficiência, produtividade e conectividade. 

A tecnologia 5G promete oferecer uma ampla gama de benefícios para a indústria, incluindo velocidades de transmissão de dados mais rápidas, maior largura de banda, menor latência e maior capacidade de conexão de dispositivos IoT (Internet das Coisas). 

Neste contexto, a adoção do 5G na indústria tem o potencial de transformar a maneira como as empresas operam, permitindo que elas aumentem a eficiência operacional, reduzam custos e desenvolvam novas soluções e modelos de negócios. 

Neste artigo, discutiremos como a tecnologia 5G está sendo aplicada na indústria e os benefícios que ela pode oferecer às empresas.

 

Saiba mais: Conheça a metodologia FMEA e como aplicá-la na sua indústria

O que é a rede 5G?

Primeiramente, vamos entender mais sobre a rede 5G. De forma geral, a rede 5G é o avanço na tecnologia de redes móveis, sendo a evolução da banda larga sem fio. Atualmente, nos chips de celulares, encontramos até a tecnologia 4G e muitos aparelhos ainda possuem apenas esse tipo de tecnologia.

Essa tecnologia que está sendo trazida para o Brasil aos poucos, poderá oferecer maiores avanços na conectividade e nas telecomunicações, principalmente quando falamos em dados.

Quais os benefícios da tecnologia 5G nas indústrias?

A seguir, vamos apresentar algumas das principais vantagens e benefícios que a implementação da tecnologia 5G nas indústrias pode proporcionar para as empresas. Confira.

Maior velocidade de transmissão de dados

A tecnologia 5G pode oferecer velocidades de transmissão de dados até 100 vezes mais rápidas do que as redes 4G existentes, permitindo que as empresas processem e transmitam grandes quantidades de dados em tempo real.

Menor latência

O tempo de resposta mais rápido do 5G pode reduzir a latência na comunicação de dados entre equipamentos, possibilitando que as máquinas trabalhem em tempo real e aumentem a eficiência na produção.

Conexão de múltiplos dispositivos

Com o 5G, é possível conectar um número muito maior de dispositivos simultaneamente, permitindo uma maior integração de sistemas, o que pode levar a melhorias na eficiência da cadeia de produção.

Maior segurança

A tecnologia 5G possui recursos avançados de segurança cibernética que podem ajudar a proteger as informações confidenciais das empresas e reduzir o risco de violações de dados.

Novas aplicações

Com a alta velocidade e baixa latência do 5G, a indústria poderá desenvolver novas aplicações e soluções que antes não eram possíveis, como a adoção de inteligência artificial, realidade virtual e aumentada, e a automação de processos complexos.

Eficiência energética 

Com o 5G, as empresas poderão adotar a tecnologia de IoT para monitorar e gerenciar a energia e os recursos de forma mais eficiente, reduzindo os custos operacionais e diminuindo a pegada de carbono das indústrias.

 

Leia mais: Mas afinal, o que é a certificação ISO 9001?

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Conheça a norma NBR 5410

A norma NBR 5410 é uma norma técnica brasileira criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que estabelece as condições mínimas de segurança para instalações elétricas de baixa tensão, ou seja, aquelas que têm tensão nominal igual ou inferior a 1.000 volts em corrente alternada ou 1.500 volts em corrente contínua.

Essa norma estabelece as exigências e recomendações para projetar, instalar e realizar manutenções em instalações elétricas de baixa tensão, visando garantir a segurança das pessoas, dos animais e a preservação dos bens materiais.

Por isso, neste artigo, você vai entender o que é a norma NBR 5410, qual sua importância e onde aplicá-la.

 

Saiba mais: Conheça a metodologia FMEA e como aplicá-la na sua indústria

Qual a importância da norma NBR 5410?

Para se ter uma ideia da importância dessa norma, um estudo realizado pela Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel), revelou que durante todo o ano de 2021, foram registrados 1.579 acidentes com energia elétrica. 

Somente os choques foram responsáveis por 674 óbitos, seguidos pela perda de 46 vidas em incêndios por sobrecarga de energia (curto-circuito) e 40 mortes por descargas atmosféricas (raios).

Ao todo, foram 898 acidentes com choque elétrico, uma média de 75 por mês, ou seja: quase três indivíduos acabam ficando feridos todos os dias, muitos deles em situações corriqueiras, com baixa tensão.

 

Leia mais: Mas afinal, o que é a certificação ISO 9001?

Onde pode ser aplicada a NBR 5410?

 

Como falamos, a norma NBR 5410 é utilizada para instalações elétricas, por isso, pode ser utilizada em diversos locais, como:

  • Instalações temporárias
  • Instalações novas ou já existentes que estejam em reforma;
  • Áreas de edificações externas, que estejam descobertas;
  • Linhas elétricas de sinal que sejam fixas (com exceção de circuitos internos elétricos de equipamentos);
  • Circuitos elétricos fora de equipamentos que estejam funcionando sobre tensão; superior a 1000 volts, alimentados por uma instalação que seja igual ou inferior a 1000 volts em uma corrente alternada;
  • Locais de marinha, acampamento e instalações análogas;
  • Circuitos elétricos que sejam alimentados por sobre tensão nominal igual ou inferior a 1000 volts em uma corrente alternada, frequência inferior a 400 Hz ou a 1500 volts em uma corrente contínua.

O que diz a norma NBR 5410?

A norma NBR 5410 estabelece as condições mínimas de segurança para instalações elétricas de baixa tensão em edificações residenciais, comerciais e industriais. Alguns dos principais pontos abordados pela norma incluem:

Proteção contra choques elétricos

A norma estabelece medidas para proteger as pessoas e os animais contra choques elétricos, como o uso de dispositivos diferenciais-residuais (DR) e de aterramento adequado das instalações.

Seleção e instalação de equipamentos elétricos

A NBR 5410 define as características que os equipamentos elétricos devem ter para serem instalados de forma segura, como a escolha adequada dos dispositivos de proteção contra sobrecorrentes e a instalação em ambientes adequados para sua utilização.

Condutores elétricos

A norma estabelece as características que os condutores elétricos devem ter, como sua seção transversal, tipo de isolamento e resistência elétrica.

Dispositivos de proteção contra sobretensão

A norma define a seleção e instalação adequada de dispositivos de proteção contra sobretensão, que protegem os equipamentos elétricos de danos causados por descargas atmosféricas e outras perturbações elétricas.

Instalações especiais

A NBR 5410 define as condições especiais de instalação elétrica em ambientes com riscos adicionais, como ambientes úmidos, explosivos e com presença de gases inflamáveis

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gestão de resíduos hospitalares

Como fazer a gestão de resíduos hospitalares corretamente?

Realizar uma gestão de resíduos hospitalares é fundamental para garantir a segurança de todos os colaboradores e deixar sua empresa em conformidade com as obrigações em sustentabilidade.

 

Os resíduos hospitalares podem trazer diversos prejuízos para o meio ambiente e para a sociedade quando descartados de maneira incorreta, podendo ser materiais tóxicos, infectantes e radioativos.

 

Uma boa notícia é que, de acordo com um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), 63,8% dos resíduos de serviços de saúde coletados tiveram destinação adequada. 

 

Porém, muitas ainda não realizam essa gestão de resíduos hospitalares. Por isso, neste artigo, vamos entender como realizar a gestão de resíduos hospitalares corretamente.

 

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Tipos de resíduos hospitalares

Primeiramente, é necessário entender quais são os tipos de resíduos hospitalares e quais devem ser a forma correta de realizar sua gestão. De acordo com a RDC Anvisa nº 222/2018, os oriundos de serviços de saúde podem ser classificados em cinco grupos:

 

  • Grupo  A: agentes biológicos, que, por suas características, podem apresentar risco de infecção.
  • Grupo B: produtos químicos que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.
  • Grupo C: rejeitos que contenham radionuclídeos em quantidade superior aos limites estabelecidos pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).
  • Grupo D: resíduos que não apresentem risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares.
  • Grupo E: resíduos perfurocortantes, tais como: lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas endodônticas, lâminas de bisturi e utensílios de vidro quebrados.

 

Como realizar a gestão de resíduos hospitalares corretamente?

Identificação dos resíduos

Os sacos e recipientes coletores devem ser identificados, conforme sua classificação (infectantes, químicos, radioativos, comuns ou materiais perfurocortantes).

Acondicionamento dos Resíduos

Realizar a embalagem dos resíduos, onde a capacidade dos recipientes de acondicionamento deve ser compatível com a geração diária de cada tipo de resíduos.

Coleta e Transporte Interno

O transporte dos resíduos dos pontos de geração até o local destinado ao armazenamento temporário.

Armazenamento Temporário de Resíduos

Guarda temporária dos recipientes contendo os resíduos já acondicionados. De acordo com o volume diário de resíduos e o porte da instituição, podem existir dois pontos de armazenamento temporário: um local próximo aos pontos de geração, que é recolhido diariamente e outro ponto externo, com acesso facilitado para os veículos coletores.

Coleta e Transporte Externo

Remoção dos resíduos de serviços de saúde do abrigo de armazenamento externo até a unidade de tratamento/disposição final. O serviço de coleta deve estar de acordo com as regulamentações do órgão de limpeza urbana.

Tratamento dos Resíduos

Qualquer processo manual, mecânico, físico, químico ou biológico que altere as características dos resíduos, visando à minimização do seu risco.

Disposição Final

Resíduos de serviços de saúde que não apresentam riscos biológicos, químicos ou radiológicos, podem ser encaminhados para reciclagem, recuperação, reutilização, compostagem, aproveitamento energético ou logística reversa, conforme legislação vigente.

 

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

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Gestão Industrial 4.0

O que é gestão industrial 4.0 e como ela vai impactar sua empresa

A Transformação Digital na indústria é a aplicação das tecnologias da Digitalização, de forma a impactar toda a cadeia de valor, nas dimensões Tecnologia, Processos e Pessoas. Dessa forma, a gestão industrial 4.0 é uma resposta das empresas à Indústria 4.0, onde as mudanças no mercado, as novas necessidades do consumidor e as inovações na produção precisavam de uma transformação que consiga acompanhar essas mudanças tecnológicas. 

 

A Gestão 4.0 precisa se adaptar a esses novos tempos e acompanhar as necessidades do cliente ao mesmo tempo, em que é preciso estar atento às equipes, motivar os colaboradores para que eles permaneçam engajados e focados no crescimento da empresa. 

 

Neste artigo, falaremos sobre a gestão industrial 4.0 e como ela impactará sua organização. Por isso, continue a leitura até o final e saiba tudo sobre o assunto.

 

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Como a gestão industrial 4.0 impacta a sua empresa?

A implementação da gestão industrial 4.0 pode trazer diversos benefícios e impactar as empresas de diferentes formas. Duas das principais e mais procuradas pelos empreendedores são: aumentar os lucros e oferecer melhores resultados aos clientes. 

 

Porém, ao realizar essa mudança toda a administração interna também é beneficiada e ganha com esse modelo de gestão. 

 

Dessa forma, os impactos da gestão industrial 4.0:

 

  • Agilidade na tomada de decisão;
  • Compreensão prática das demandas;
  • Visão inovadora das lideranças, contagiando o restante do time;
  • Estratégias mais assertivas e com valor agregado à marca e à experiência do cliente; 
  • Mais tempo para focar em atividades específicas;
  • Redução de custos;
  • Melhores resultados;
  • Vantagem competitiva para a empresa. 

Quais são os pilares da gestão industrial 4.0?

A seguir, confira os pilares da gestão industrial 4.0 que podem ser implementados na sua empresa sem grandes dificuldades.

 

  • Relacionamento com os clientes;
  • Diversificação de canais;
  • Análise de informações;
  • Automação;
  • Equipes de alta performance;
  • Integração dos setores.

 

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

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Redução de custos na indústria

Redução de custos na indústria: consertar ou substituir, qual vale mais a pena?

Na hora da redução de custos na indústria, muitas empresas se perguntam se vale mais a pena substituir um equipamento ou consertá-lo. Essa busca pela melhor opção é fundamental para as empresas conseguirem reduzir seus gastos, porém, quando feito de maneira equivocada pode gerar mais prejuízos do que os gastos normais da manutenção do equipamento.

 

Por isso, neste artigo, vamos falar um pouco sobre a redução de custos na indústria e se vale mais a pena substituir ou consertar um equipamento danificado. Confira.

 

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Redução de custos na indústria: consertar ou substituir?

Muitos fatores são importantes para que você decida se vale mais a pena consertar ou substituir um equipamento que esteja velho ou danificado. Apresentaremos alguns dos principais pontos que devem ser considerados na hora de tomar essa decisão.

Tempo

Um dos principais pontos que devem ser considerados é o tempo de vida do equipamento, isso porque, muitos equipamentos mais antigos podem ter saído de linha e não são mais produzidos, dessa formas as peças de substituição não possuem manutenção fácil.

 

Dessa forma, quando um equipamento está obsoleto, a melhor opção com certeza é a substituição, afinal, manter um equipamento velho e danificado pode gerar diversos prejuízos para a empresa que podem ser muito mais caros no futuro do que a empresa gastaria para realizar a substituição.

Custo

Outro fator decisivo na hora de definir se será realizado o conserto ou a substituição é o custo. A redução de custos na indústria depende desta comparação e da opção que apresente o melhor custo x benefício. 

 

Muitos especialistas analisam esses pontos para definir onde realizar a redução de custos na indústria. Por exemplo, eles concluem que, se a sua indústria já teve muitos gastos com um equipamento ao longo do tempo, talvez seja mais viável comprar um novo produto.

 

Entretanto, se o equipamento vai passar pela primeira manutenção depois de anos em uso e também desempenha uma função muito relevante no ciclo de produção, pode não ser viável gastar muito, visto que, com a metade deste investimento, é possível solucionar o problema através da manutenção.

 

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

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Conheça a metodologia FMEA e como aplicá-la na sua indústria

Se você é um gestor de empresas ou indústrias, com certeza deve estar familiarizado com a metodologia FMEA. Esse conceito tem por objetivo garantir que a empresa tenha bons lucros, dando foco em oferecer produtos e serviços de qualidade, produzidos e entregues no prazo, além de reduzir os gastos com matéria-prima e indicar falhas nos processos empresariais.

Como podemos ver, a metodologia FMEA pode trazer diversos benefícios para as empresas e indústrias que a utilizam. Por isso, neste artigo, falaremos tudo sobre esse assunto e mostraremos como é possível aplicar esse conceito na sua indústria.

O que é FMEA?

A primeira coisa que entenderemos é o que é FMEA. Essa sigla vem do inglês Failure Mode and Effect Analysis, em português, essa sigla é traduzida como Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos.

De maneira geral, podemos resumir o conceito de FMEA como uma metodologia para utilizar uma análise de potenciais falhas de um processo ou produto para que então seja obtida a confiabilidade do mesmo por parte dos clientes.

Além disso, essa análise é realizada para identificar o grau de risco que estas falhas oferecem para toda a organização.

Existem três tipos de FMEA: 

  • FMEA de processos;
  • FMEA de design;
  • FMEA de produto.

 

Saiba mais: Layout de escritório de contabilidade: quais os principais critérios para a otimização de espaço

Como implementar a metodologia FMEA na sua indústria

Se você ficou interessado no conceito da metodologia FMEA e quer implementar na sua indústria, é necessário seguir um passo a passo.

1- Definição

O primeiro passo é onde será escolhido o processo, produto ou serviço que será analisado.

2- Especificação

Aqui, será reunido todo e qualquer tipo de informação sobre as especificações do produto, serviço ou processo que será analisado.

3- Modos de falha

No próximo passo, a equipe responsável por implementar o FMEA irá fazer análise de todas as falhas e prováveis erros que possam ocorrer.

4- Efeitos

O grau de risco será classificado de acordo com o impacto da falha.

5- Causas

Neste momento, será debatido sobre a causa do acontecimento da falha. Nessa etapa, é possível utilizar outras ferramentas de qualidade para auxílio.

6- Controles

Agora, será classificado o grau de detecção das causas, agrupando-as de acordo com o nível de facilidade que é percebê-las.

7- Propostas

Será discutido possíveis ações que podem ser feitas para a melhoria ou controle das falhas.

8- Plano de ação

Por fim, será definido todos os itens importantes para a realização correta das propostas de melhorias (responsáveis, prazo, etapas, etc).

Leia mais: Como reduzir custos através da gestão de espaços

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Mas afinal, o que é a certificação ISO 9001?

Com certeza você já ouviu falar na certificação ISO 9001, não é? Mas você sabe para que ela serve e qual sua importância para as instituições?

A certificação ISO 9001 é um selo que garante que determinadas instituições, como indústrias, hospitais, etc., possuem segurança máxima para exercerem suas atividades, garantindo mais eficiência e melhorando o atendimento e os resultados.

A implementação da norma ISO 9001 permite a documentação completa das ações e a avaliação permanente dos resultados. Contudo, para se obter essa certificação internacional é preciso seguir alguns pilares: consistência na prestação de serviços, satisfação do cliente, melhoria contínua.

Qual a importância da certificação ISO 9001?

A principal importância dessa certificação é na garantia de que essa instituição é segura e certificada pelo órgão, dessa forma, dá mais confiança e credibilidade para a empresa e faz com que os clientes ou pacientes possam se sentir mais à vontade para fazer negócios com a instituição.

Além disso, como falamos na introdução, para que uma instituição seja certificada pelo ISO 9001, é necessário realizar algumas melhorias e mudanças na organização. Com isso, aumenta-se a produtividade e a eficiência, permitindo que ela tenha mais resultados positivos.

O certificado ISO 9001 faz parte de um sistema internacional de gestão de qualidade que padroniza as atividades e os processos, sempre com foco na satisfação dos clientes. Assim, seus benefícios se refletem positivamente na imagem e na reputação da companhia, além de aumentar o diferencial competitivo.

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Como conseguir a certificação ISO 9001?

Conseguir essa certificação não é uma tarefa fácil, porém, é possível. Para isso, é preciso completar algumas etapas, que podem demorar meses para serem concluídas.

Preparação

A primeira etapa é a preparação, onde a empresa deve identificar seus objetivos, escolher a melhor abordagem para a sua aplicação e a definição da equipe de implementação.

Documentação

Depois, é necessário fazer o levantamento da documentação necessária para a aplicação da sua empresa para a certificação ISO 9001.

Implementação

A próxima etapa é o momento de implementar o Sistema de Gestão da Qualidade. Nesta fase, novos requisitos que tenham sido incluídos na documentação devem ser apresentados aos funcionários.

Auditoria interna

O próximo passo é realizar uma auditoria interna, para verificar se todos os requisitos e passos anteriores foram cumpridos.

Certificação

Por último, é o momento da auditoria para a certificação.

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