Layout de sala de escritório

Passo a passo para o melhor layout de sala de escritório

Melhorar o layout de sala de escritório é importante para criar um ambiente de trabalho mais eficiente, funcional e confortável para os funcionários, o que pode trazer uma série de benefícios para a empresa.

 

Um layout bem projetado pode ajudar a minimizar distrações e interrupções, permitindo que os funcionários se concentrem melhor em suas tarefas e aumentem sua produtividade. Além disso, um ambiente de trabalho confortável e agradável pode ajudar a reduzir o estresse e a fadiga dos funcionários, melhorando seu bem-estar e satisfação no trabalho.

 

Mas, o que muita gente não imagina é que um bom layout de sala de escritório possibilita a redução de custos, uma vez que pode ajudar a minimizar o desperdício de espaço e recursos, reduzindo custos com aluguel, energia elétrica, entre outros.

 

Neste artigo, você encontrará o passo a passo para melhorar o layout da sala de escritório.

 

Saiba mais: Conheça a metodologia FMEA e como aplicá-la na sua indústria

Passo a passo para o melhor layout de sala de escritório

O planejamento de um bom layout para uma sala de escritório requer uma abordagem cuidadosa e organizada. 

 

Ao seguir os passos que apresentaremos, é possível planejar um layout eficiente, funcional e confortável para uma sala de escritório, que atenda às necessidades dos funcionários e melhore a produtividade e o bem-estar no ambiente de trabalho.

Analise as necessidades dos funcionários

O primeiro passo é entender as necessidades dos funcionários, o tipo de trabalho que realizam, o espaço que precisam para executar suas tarefas e suas preferências de layout. É importante envolver os funcionários no processo de planejamento para garantir que suas necessidades sejam atendidas.

Meça o espaço disponível 

Meça o espaço da sala e anote as dimensões e as características do ambiente, como portas, janelas, tomadas, pilares e outras limitações estruturais que possam afetar o layout.

 

Defina as áreas funcionais

Com as informações coletadas, é hora de definir as áreas funcionais da sala, como as áreas de trabalho individuais, estações de trabalho em grupo, salas de reunião, áreas de armazenamento, copa, entre outras.

Considere a circulação

Lembre-se de considerar a circulação de pessoas na sala, garantindo que haja espaço suficiente para que os funcionários se movam com facilidade. Isso pode incluir a criação de corredores e áreas de passagem.

Escolha o mobiliário adequado

Agora é um dos momentos que as pessoas mais gostam, escolher a mobília. Escolha o mobiliário adequado para cada área da sala, levando em conta as necessidades dos funcionários e a função de cada espaço. O mobiliário deve ser ergonomicamente correto e confortável para os funcionários.

Tenha um plano em escala

Crie um plano em escala da sala de escritório, mostrando a disposição de cada área e peça de mobiliário.

Teste o layout

Antes de finalizar o layout, teste diferentes opções e peça feedback dos funcionários para garantir que a disposição escolhida atenda às suas necessidades e preferências.

Faça ajustes

Realizar ajustes é fundamental. Faça eles no layout conforme necessário e com base no feedback dos funcionários e na experiência do uso.

 

Leia mais: Mas afinal, o que é a certificação ISO 9001?

Como a TDGI pode ajudar

Para assegurar a conservação das estruturas e instalações prediais com os melhores serviços e processos de manutenção em hospitais, conte com um parceiro sólido, confiável, experiente e com conhecimento de mercado.

Empresa multinacional de engenharia, a TDGI promove o funcionamento adequado das instalações e reduz custos com os serviços de gestão e execução de manutenção técnica.

Atuamos com as melhores práticas do mercado, cumprimos os SLAs estabelecidos e garantimos que o cliente foque exclusivamente no seu core business. Tudo com o objetivo de valorizar os ativos dos nossos clientes e criar relacionamentos de longo prazo.

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gestão em facilities

Gestão em facilities: conheça os principais tipos

Gestão em facilities é o processo de gerenciamento de serviços, operações e recursos necessários para manter um ambiente de trabalho seguro, confortável e eficiente para os colaboradores de uma organização. Isso pode incluir a gestão de serviços como limpeza, segurança, manutenção de infraestrutura, gerenciamento de resíduos, controle de acesso e outras atividades que não fazem parte do core business da empresa.

 

A importância da gestão em facilities é garantir que a infraestrutura e serviços de uma organização estejam adequados e funcionando de maneira eficiente para suportar as atividades principais da empresa. Uma gestão eficiente de facilities pode melhorar a satisfação e produtividade dos colaboradores, reduzir custos, minimizar riscos de segurança e garantir a conformidade com as regulamentações governamentais.

 

Neste artigo, você irá conhecer alguns dos principais tipos de gestão em facilities que podem ser implementados na sua empresa.

 

Saiba mais: Conheça a metodologia FMEA e como aplicá-la na sua indústria

Tipos de gestão em facilities

Existem diferentes tipos de gestão em facilities que podem ser aplicados em organizações. Cada modelo tem suas vantagens e desvantagens, e a escolha dependerá das necessidades específicas da organização, bem como dos recursos disponíveis para investir em gestão de facilities. Conheça os principais deles.

Gestão interna

O primeiro modelo de gestão de facilitie é a gestão interna, neste modelo a empresa é responsável por gerenciar todas as atividades de facilities, desde a contratação de pessoal até a compra de equipamentos e suprimentos.

Gestão terceirizada

Uma maneira diferente ocorre com a gestão terceirizada, onde a empresa contrata uma empresa especializada em serviços de facilities para gerenciar todas as atividades relacionadas, incluindo a contratação de pessoal, a compra de equipamentos e suprimentos e o gerenciamento de projetos.

Gestão mista

Ainda existe o modelo de gestão mista, em que a empresa combina a gestão interna e terceirizada, delegando algumas atividades a uma empresa terceirizada e mantendo outras sob sua gestão interna.

Gestão integrada

Além desses, temos a gestão integrada. Aqui, a gestão de facilities é integrada à gestão de outras áreas da empresa, como financeira, recursos humanos e operações, para garantir uma abordagem holística e eficiente.

Gestão de serviço único

Existem casos em que será realizada apenas uma única contratação, chamamos esse modelo de gestão de serviço único. Nele, a empresa contrata uma única empresa terceirizada para fornecer todos os serviços de facilities, desde a limpeza até a manutenção de equipamentos e infraestrutura.

 

Leia mais: Mas afinal, o que é a certificação ISO 9001?

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gestão da manutenção hospitalar

8 dicas de gestão da manutenção hospitalar

A gestão da manutenção hospitalar é o conjunto de processos, procedimentos e atividades destinados a garantir a operação segura e eficiente dos equipamentos e infraestrutura em hospitais e outras instituições de saúde. 

 

A importância dessa gestão reside no fato de que a manutenção inadequada ou negligência pode levar a falhas de equipamentos e sistemas, interrupções no atendimento ao paciente, prejuízos financeiros e até mesmo riscos à vida dos pacientes e profissionais de saúde. 

 

Uma gestão da manutenção hospitalar adequada envolve planejamento e programação de manutenções preventivas e corretivas, controle de custos, treinamento de equipes, gestão de contratos com fornecedores e avaliação contínua da eficiência do sistema.

 

Saiba mais: Conheça a metodologia FMEA e como aplicá-la na sua indústria

8 dicas de gestão da manutenção hospitalar

A gestão da manutenção hospitalar pode ser feita sem grandes problemas ou dificuldades para o hospital ou clínica, basta conhecer algumas dicas para otimizar esse processo e implementá-los no seu dia a dia. A seguir, você irá conhecer algumas dessas dicas.

Planejamento e Programação

Desenvolver um plano de manutenção preventiva para identificar e programar as atividades necessárias para manter equipamentos e instalações em boas condições de funcionamento.

Priorização

Estabelecer prioridades e categorias de equipamentos, avaliando a importância para o atendimento do paciente, tempo médio de reparo e a criticidade do equipamento.

Monitoramento

Monitorar continuamente o desempenho dos equipamentos e as condições das instalações para identificar possíveis problemas antes que eles ocorram.

Conte com a tecnologia

Utilizar ferramentas de gerenciamento, como softwares especializados em manutenção, para controlar e acompanhar os registros de manutenção e automatizar as tarefas.

Treinamento

Treinar os funcionários de manutenção, bem como o pessoal clínico, para reconhecer sinais de mau funcionamento e realizar a manutenção básica de rotina.

Gestão de estoque

Controlar o estoque de peças de reposição e materiais necessários para a manutenção, garantindo que os suprimentos estejam disponíveis quando necessário, evitando a parada de equipamentos.

Comunicação

Estabelecer uma comunicação eficiente entre as equipes de manutenção e o pessoal clínico para garantir a disponibilidade de equipamentos e instalações essenciais para o atendimento ao paciente.

Avaliação contínua

Realizar avaliações regulares do sistema de manutenção para identificar áreas de melhoria e oportunidades de aprimoramento. 

 

Leia mais: Mas afinal, o que é a certificação ISO 9001?

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Construção de edifícios

Tudo o que você precisa saber sobre construção de edifícios

O setor de construção de edifícios é um dos três principais setores que formam a indústria da construção, juntamente com o setor de obras de infraestrutura e o setor de serviços especializados para a construção. O setor de construção de edifícios abrange diversos tipos de edifícios, como prédios residenciais, comerciais, industriais, agropecuários e públicos, além de reformas e manutenções dessas estruturas.

 

Atualmente, o setor de construção de edifícios emprega mais de 820 mil pessoas no Brasil, o que representa 8,5% da mão de obra total da indústria brasileira. Os dados são do Perfil Setorial da Indústria, plataforma lançada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

 

Em 2022, a construção de edifícios foi responsável por 16,2% de todo o PIB da indústria brasileira. Neste artigo, você entenderá mais sobre as etapas que consistem na construção de edifícios.

 

Saiba mais: Conheça a metodologia FMEA e como aplicá-la na sua indústria

Etapas da construção de edifícios

A construção de edifícios é um processo complexo que envolve diversas etapas, desde a concepção do projeto até a conclusão da obra. Cada etapa da construção de edifícios requer conhecimentos técnicos específicos e a colaboração de diversos profissionais, desde arquitetos e engenheiros até pedreiros, eletricistas e encanadores. 

 

O acompanhamento e a coordenação adequada de todas essas etapas são fundamentais para garantir a qualidade e a segurança da edificação.

Planejamento e projeto

A primeira coisa a ser feira é a concepção do projeto, incluindo o dimensionamento e distribuição dos espaços, a escolha dos materiais e técnicas construtivas, a análise de viabilidade econômica, entre outros.

Preparação do terreno

Antes de começar a construção do edifício em si, são realizadas as obras de terraplanagem, nivelamento e preparação do terreno para a construção, incluindo a criação de acessos e vias de circulação.

Fundações

Após realiza a preparação do terreno, são construídas as fundações, que servem para transmitir as cargas da edificação para o solo. As fundações podem ser diretas (sapatas, blocos e radier) ou profundas (estacas, tubulões e caixões).

Estrutura

Outra etapa fundamental é quando são construídos os elementos estruturais da edificação, como pilares, vigas, lajes e escadas. A estrutura pode ser em concreto armado, aço, madeira, entre outros materiais.

Alvenaria

Nesta etapa, é feita a construção das paredes e divisórias da edificação, utilizando materiais como tijolos, blocos cerâmicos, blocos de concreto, entre outros.

Instalações hidráulicas e elétricas

O próximo passo é realizar a instalação dos sistemas hidráulicos e elétricos da edificação, incluindo tubulações, fiações, caixas de passagem, quadros elétricos, entre outros.

Acabamentos

Nesta etapa, são feitos os acabamentos internos e externos da edificação, como revestimentos de parede, pintura, colocação de piso, forros, esquadrias, entre outros.

Entrega da obra

Por fim, é feita a vistoria da obra, com a verificação do cumprimento das normas técnicas e regulamentações, e a entrega da edificação ao proprietário ou comprador.

 

Leia mais: Mas afinal, o que é a certificação ISO 9001?

Como a TDGI pode ajudar

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Gestão da qualidade em saúde

5 práticas para implantar a gestão de qualidade em saúde

A gestão da qualidade em saúde é um conjunto de práticas e estratégias que visam garantir a prestação de serviços de saúde com alta qualidade e segurança para os pacientes. Essa gestão busca garantir que os serviços de saúde sejam prestados de forma consistente e confiável, de acordo com padrões e normas estabelecidos.

A gestão da qualidade em saúde envolve a identificação dos processos de trabalho, a definição de indicadores de desempenho e a utilização de ferramentas para monitoramento e avaliação dos serviços de saúde. É importante destacar que a gestão da qualidade em saúde não se limita apenas à qualidade técnica dos serviços prestados, mas também engloba aspectos relacionados à satisfação do paciente, à segurança do ambiente e à eficiência dos processos.

A gestão da qualidade em saúde é fundamental para garantir a segurança e a eficácia dos serviços de saúde, bem como para promover a satisfação dos pacientes e profissionais de saúde. 

Além disso, a gestão da qualidade em saúde é uma exigência regulatória em muitos países e pode contribuir para a obtenção de certificações e acreditações, que demonstram o compromisso com a qualidade e segurança dos serviços prestados.

Principais conceitos da gestão de qualidade em saúde

  • Implementação de sistemas de gestão da qualidade: como o ISO 9001, que estabelece requisitos para o sistema de gestão da qualidade de uma organização.
  • Identificação e análise dos processos de trabalho: com o objetivo de identificar possíveis falhas e oportunidades de melhoria.
  • Definição de indicadores de desempenho: para monitorar e avaliar a eficácia dos processos.
  • Capacitação e treinamento de profissionais de saúde: para garantir a qualidade técnica dos serviços prestados.
  • Gestão de riscos: identificação e avaliação dos riscos associados aos processos de trabalho e implementação de medidas preventivas.

 

Saiba mais: Conheça a metodologia FMEA e como aplicá-la na sua indústria

5 práticas para implantar a gestão de qualidade em saúde

A implementação da gestão de qualidade em saúde é um processo que requer planejamento, engajamento dos profissionais de saúde e monitoramento constante. 

Além disso, é um processo contínuo e que requer a colaboração de todos os envolvidos na prestação de serviços de saúde.

Identificar a equipe responsável

É importante designar uma equipe responsável pela implementação da gestão de qualidade em saúde, composta por profissionais de diferentes áreas (médicos, enfermeiros, administradores, entre outros).

Estabelecer objetivos e metas

Definir objetivos claros e mensuráveis para a gestão de qualidade em saúde, bem como metas para alcançá-los.

Identificar processos e áreas de atuação

Identificar os processos e áreas de atuação que serão monitorados pela gestão de qualidade em saúde, como a segurança do paciente, a efetividade dos tratamentos, a satisfação dos pacientes, entre outros.

Estabelecer indicadores de desempenho

Definir indicadores de desempenho que permitam monitorar a qualidade dos serviços prestados e avaliar o sucesso das ações implementadas.

Realizar treinamentos e capacitações

Promover a capacitação e treinamento dos profissionais de saúde, para que possam implementar as práticas de gestão de qualidade em saúde de forma adequada e eficiente.

 

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Como a TDGI pode ajudar

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construção civil sustentável

Construção civil sustentável: o que é e quais os benefícios dessa prática

A construção civil sustentável é um conceito que busca promover a construção de edifícios e estruturas de forma a minimizar o impacto ambiental, social e econômico ao longo de todo o ciclo de vida dessas construções. Isso inclui desde a escolha do terreno até a fase de demolição e reciclagem dos materiais.

Essa ideia busca, portanto, a redução do consumo de recursos naturais, a minimização da geração de resíduos e emissões de poluentes, a promoção da eficiência energética, o uso de materiais de construção ecológicos e a adoção de práticas que promovam o bem-estar das pessoas envolvidas na construção e uso dos edifícios.

Como funciona a construção civil sustentável?

 

Para realizar a implementação do conceito de construção civil sustentável, são utilizadas técnicas e tecnologias que buscam a eficiência energética, como a utilização de energia renovável, sistemas de ventilação natural, isolamento térmico e iluminação eficiente, além do uso de materiais de construção sustentáveis, como madeira certificada, tijolos ecológicos, blocos de terra compactada, entre outros.

Ela é importante para promover um desenvolvimento mais equilibrado e preservar os recursos naturais para as gerações futuras. Além disso, edifícios construídos de forma sustentável tendem a ter um custo menor a longo prazo, pois consomem menos energia e água, além de proporcionar um ambiente mais saudável e confortável para as pessoas que os utilizam.

 

Saiba mais: Conheça a metodologia FMEA e como aplicá-la na sua indústria

Benefícios da prática da construção civil sustentável

A construção civil sustentável apresenta benefícios significativos tanto para o meio ambiente quanto para as pessoas, além de contribuir para o desenvolvimento econômico sustentável. Dentre os principais benefícios, podemos citar:

Redução do impacto ambiental

O principal impacto é que, a construção civil é responsável por uma grande parte dos impactos ambientais causados pela atividade humana, tais como a emissão de gases de efeito estufa, consumo de água e energia, e geração de resíduos. 

A construção sustentável busca minimizar esses impactos por meio da adoção de práticas e tecnologias que reduzem o consumo de recursos naturais e a emissão de poluentes.

Eficiência energética

A construção civil sustentável promove o uso de técnicas e tecnologias que visam a redução do consumo de energia, como a utilização de fontes renováveis de energia, sistemas de iluminação e ventilação eficientes, e isolamento térmico adequado. Isso resulta em edifícios mais eficientes do ponto de vista energético, reduzindo os custos de energia a longo prazo.

Redução de custos

Outro benefício é na redução de custos. A construção sustentável pode reduzir os custos de construção e manutenção de edifícios, especialmente a longo prazo, por meio da adoção de práticas que promovem a eficiência energética e o uso de materiais sustentáveis.

Responsabilidade social

Por fim, a implementação desse conceito leva em consideração os impactos sociais da construção e operação dos edifícios, buscando promover a segurança, a saúde e o bem-estar das pessoas envolvidas na construção e uso dos edifícios, além de contribuir para a melhoria das condições de vida das comunidades ao seu redor.

 

Leia mais: Mas afinal, o que é a certificação ISO 9001?

Como a TDGI pode ajudar

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manutenção não planejada

Quais os problemas causados pela manutenção não planejada

A manutenção não planejada é uma intervenção de reparo ou manutenção que é realizada de forma inesperada e sem um planejamento prévio. Em outras palavras, a manutenção não planejada ocorre quando há uma necessidade de reparo ou manutenção que não foi prevista ou agendada com antecedência.

 

Isso pode ocorrer devido a vários motivos, como falhas repentinas de equipamentos, desgaste ou envelhecimento natural de peças, problemas de operação ou manuseio inadequado dos equipamentos. 

 

Essa forma de manutenção pode ser mais cara e levar mais tempo para ser concluída, causando interrupções na produção e na operação de uma empresa.

 

Por isso, a manutenção planejada é geralmente preferida, pois permite que a empresa planeje com antecedência as atividades de manutenção, minimizando os impactos na produção e reduzindo custos. 

 

Ela também permite uma melhor programação do uso de recursos, materiais e mão de obra, além de garantir a segurança dos trabalhadores e a confiabilidade dos equipamentos.

 

Neste artigo, você irá entender quais são os problemas causados pela manutenção não planejada e como evitá-la.

 

Saiba mais: Conheça a metodologia FMEA e como aplicá-la na sua indústria

Quais os problemas causados pela manutenção não planejada?

Paradas inesperadas

A manutenção não planejada pode resultar em paradas inesperadas da produção ou equipamento, o que pode afetar negativamente a produtividade e a lucratividade da empresa.

Aumento de custos

A manutenção não planejada muitas vezes resulta em custos mais elevados do que a manutenção planejada, devido à necessidade de reparos urgentes ou substituição de peças danificadas.

Tempo de inatividade prolongado

A manutenção não planejada pode levar mais tempo do que o esperado, o que pode levar a um tempo de inatividade prolongado, causando atrasos na produção e perda de negócios.

Segurança em risco

A manutenção não planejada pode aumentar o risco de acidentes, já que as falhas no equipamento ou na infraestrutura podem não ser detectadas a tempo.

Impacto na reputação da empresa

A manutenção não planejada pode afetar a reputação da empresa, já que os clientes podem ficar insatisfeitos com atrasos na entrega de produtos ou serviços.

Dificuldade em programar manutenções futuras

A manutenção não planejada pode dificultar a programação de manutenções futuras, uma vez que os reparos imprevistos podem interferir com a agenda de manutenção regular.

Como evitar a manutenção não programada?

A manutenção não planejada pode ser evitada através da implementação de práticas de manutenção preventiva, que visam identificar e corrigir problemas antes que eles se tornem graves o suficiente para exigir uma manutenção não planejada. 

 

Primeiramente, elabore um cronograma para a realização de inspeções regulares, manutenção e substituição de peças. Este cronograma deve ser baseado nas recomendações do fabricante, bem como em dados históricos e informações sobre o uso do equipamento.

 

Além disso, utilizar ferramentas de monitoramento contínuo para detectar problemas antes que eles se tornem graves. Por exemplo, sensores de temperatura, vibração ou pressão podem alertar sobre o desgaste excessivo de uma peça ou sobre um problema iminente.

 

Leia mais: Mas afinal, o que é a certificação ISO 9001?

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O que é manutenção equipamentos biomédicos?

Realizar a manutenção equipamentos biomédicos é uma obrigação que as clínicas e hospitais devem seguir. A RDC nº 2/2010 é uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) do Brasil que estabelece as diretrizes para a implementação de um sistema de controle de qualidade em laboratórios clínicos. 

 

Essa resolução foi criada para garantir que os serviços de análises clínicas ofereçam resultados precisos e confiáveis aos pacientes.

 

Dentre as diversas resoluções temos a obrigatoriedade de que os equipamentos utilizados no laboratório sejam calibrados regularmente e mantenha um registro das manutenções realizadas.

 

Dessa forma, neste artigo você conhecerá mais sobre a manutenção equipamentos biomédicos e qual sua importância.

 

Saiba mais: Conheça a metodologia FMEA e como aplicá-la na sua indústria

O que é manutenção equipamentos biomédicos?

A manutenção de equipamentos biomédicos é o processo de reparar, ajustar e calibrar equipamentos médicos utilizados em hospitais, clínicas e outros ambientes de saúde. Esses equipamentos incluem, por exemplo, monitores cardíacos, respiradores, equipamentos de imagem, equipamentos de terapia intensiva, equipamentos de diagnóstico, entre outros.

 

A manutenção de equipamentos biomédicos é fundamental para garantir que esses equipamentos funcionem adequadamente e com segurança, pois muitos equipamentos de saúde podem afetar diretamente a vida e a saúde dos pacientes. Além disso, a manutenção regular também ajuda a prolongar a vida útil dos equipamentos, reduzindo a necessidade de substituí-los frequentemente, o que pode ser bastante caro.

 

A manutenção de equipamentos biomédicos é realizada por técnicos e engenheiros biomédicos, que têm conhecimentos técnicos especializados para identificar e resolver problemas de equipamentos. Esses profissionais realizam manutenção preventiva, que consiste em revisões periódicas dos equipamentos, e manutenção corretiva, que é realizada em caso de falha ou problema nos equipamentos.

Qual é a importância da manutenção equipamentos biomédicos?

Com isso, podemos entender que a manutenção de equipamentos biomédicos é fundamental para garantir a segurança dos pacientes, reduzir custos, prolongar a vida útil dos equipamentos, garantir a conformidade com as normas e regulamentações, além de melhorar a eficiência dos serviços de saúde.

Por isso, separamos mais alguns benefícios e motivos para implementar a manutenção equipamentos biomédicos.

Segurança dos pacientes

A manutenção adequada dos equipamentos biomédicos é crucial para garantir a segurança dos pacientes. Equipamentos mal funcionantes ou descalibrados podem causar danos aos pacientes, resultando em lesões ou mesmo em morte.

Redução de custos

A manutenção preventiva regular dos equipamentos biomédicos ajuda a evitar falhas ou problemas mais graves, que poderiam resultar em altos custos de reparo ou substituição de equipamentos.

Prolongamento da vida útil dos equipamentos

A manutenção preventiva adequada pode prolongar a vida útil dos equipamentos biomédicos, reduzindo a necessidade de substituí-los com frequência.

Garantia de conformidade

A manutenção adequada dos equipamentos biomédicos é fundamental para garantir que eles estejam em conformidade com as normas e regulamentações governamentais e setoriais aplicáveis.

Melhoria da eficiência

A manutenção regular dos equipamentos biomédicos ajuda a garantir que eles estejam funcionando de forma eficiente e eficaz, contribuindo para a melhoria da qualidade dos serviços de saúde prestados.

 

Leia mais: Mas afinal, o que é a certificação ISO 9001?

Como a TDGI pode ajudar

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Conheça mais sobre a ferramenta 5W2H e como aplicá-la.

A ferramenta 5W2H é uma metodologia utilizada para planejamento e gestão de projetos, atividades e processos. Ela consiste em responder sete perguntas básicas que definem as principais características e elementos daquilo que se deseja planejar ou realizar. As perguntas são: 

 

  • What (O quê?): O que será feito?
  • Why (Por quê?): Por que será feito?
  • Where (Onde?): Onde será feito?
  • When (Quando?): Quando será feito?
  • Who (Quem?): Quem será responsável por fazer?
  • How (Como?): Como será feito?
  • How much (Quanto?): Quanto vai custar?

 

A partir das respostas a essas perguntas, é possível criar um plano de ação detalhado, estabelecer metas e prazos, definir responsabilidades e recursos necessários para a realização de um projeto ou atividade. 

 

Com isso, a ferramenta 5W2H é bastante utilizada em diversos setores das empresas para garantir que os objetivos sejam alcançados de forma eficiente e organizada.

 

Saiba mais: Conheça a metodologia FMEA e como aplicá-la na sua indústria

Benefícios da ferramenta 5W2H

Clareza de objetivos

As perguntas da ferramenta ajudam a definir claramente o que será feito, por que será feito e quais são os resultados esperados.

Definição de metas e prazos

Com as respostas às perguntas, é possível estabelecer metas claras e definir prazos realistas para alcançá-las.

Identificação de responsabilidades

A ferramenta permite definir quem será responsável por cada tarefa e atividade, evitando confusões e mal-entendidos.

Foco na execução

A metodologia 5W2H ajuda a manter o foco na execução das atividades, garantindo que todas as etapas do processo sejam realizadas de forma organizada e eficiente.

Redução de erros

A ferramenta ajuda a identificar possíveis problemas e riscos antecipadamente, o que reduz a chance de erros e imprevistos durante a realização do projeto.

Aumento da eficiência

A ferramenta ajuda a definir o melhor caminho para alcançar os objetivos, utilizando recursos de forma mais eficiente e maximizando os resultados.

Monitoramento e controle

A ferramenta permite monitorar o progresso das atividades, identificar desvios e ajustar o plano de ação quando necessário, garantindo o controle do projeto ou processo.

Como implementar na manutenção?

Agora que você já conhece mais sobre a ferramenta 5W2H, vamos entender melhor como ela funciona através de um exemplo prático utilizando a manutenção.

 

  • What (O quê?): O que precisa ser mantido? Quais são os equipamentos ou sistemas que precisam de manutenção?

 

  • Why (Por quê?): Por que a manutenção é necessária? Qual é o impacto da falha desses equipamentos ou sistemas na produção, qualidade ou segurança?

 

  • Where (Onde?): Onde a manutenção será realizada? Qual é o local onde os equipamentos ou sistemas serão mantidos?

 

  • When (Quando?): Quando a manutenção será realizada? Qual é a periodicidade e as datas específicas de manutenção?

 

  • Who (Quem?): Quem será responsável pela manutenção? Qual é o nome e o cargo do responsável?

 

  • How (Como?): Como a manutenção será realizada? Qual é o método e as etapas do processo de manutenção?

 

  • How much (Quanto?): Quanto vai custar a manutenção? Quais são os custos envolvidos, incluindo mão de obra, materiais, equipamentos e outros recursos?

 

Com base nas respostas a essas perguntas, é possível criar um plano de manutenção detalhado, estabelecendo as datas, responsabilidades, métodos e recursos necessários para garantir que os equipamentos ou sistemas estejam sempre em bom funcionamento. Além disso, a ferramenta permite o monitoramento e controle da execução do plano, identificando desvios e realizando ajustes quando necessário, garantindo assim a eficácia da manutenção e a maximização da vida útil dos equipamentos ou sistemas.

 

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Qual a importância da NR18 para construção civil?

A segurança no trabalho é um tema que interessa empresas de todos os setores e tamanhos, afinal, é dever de todo empregador garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável para seus colaboradores. A fim de realizar o controle e a orientação para garantir mais segurança, normas como a NR18 construção civil foram desenvolvidas.

 

Segundo as estatísticas de acidentes de trabalho levantadas pelo Anuário Estatístico da Previdência Social 2021, disponível no site do Ministério do Trabalho e da Previdência Social, o total de acidentes foi de 536.174, um aumento de 15,11% em relação ao ano anterior, quando foram registradas 465.772 ocorrências.

 

Dessa forma, é possível entender a necessidade de normas como a NR18 construção civil para garantir mais segurança para todos os colaboradores. Neste artigo, você saberá mais sobre esse assunto.

 

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O que é a NR18 Construção Civil?

A NR18 é uma Norma Regulamentadora (NR) emitida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (atualmente Ministério da Economia) que estabelece as diretrizes de segurança na construção civil.

 

A norma tem como objetivo garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores da construção civil, bem como a organização e a disciplina dos canteiros de obras. Ela estabelece medidas de prevenção e proteção em relação às atividades realizadas em altura, escavações, fundações, estruturas, demolições, entre outras.

 

Além disso, a NR18 também trata de questões relacionadas à higiene e ao conforto nos locais de trabalho, como a disponibilização de água potável e instalações sanitárias adequadas, por exemplo.

 

Todas as empresas que atuam na construção civil devem seguir as normas da NR18 para garantir a segurança de seus trabalhadores e evitar acidentes de trabalho.

Qual a importância da NR18 na construção civil?

Prevenção de acidentes de trabalho

O principal fator de importância é que a NR18 estabelece medidas de prevenção e proteção em relação às atividades realizadas em altura, escavações, fundações, estruturas, demolições, entre outras, reduzindo o risco de acidentes de trabalho. 

Garantia da saúde dos trabalhadores

Além disso, a NR18 estabelece medidas para assegurar a higiene e o conforto nos locais de trabalho, como a disponibilização de água potável e instalações sanitárias adequadas, por exemplo, contribuindo para a saúde e bem-estar dos trabalhadores.

Melhoria da organização do canteiro de obras

Outro benefício é que a NR18 estabelece normas de organização e disciplina nos canteiros de obras, o que melhora a produtividade e a eficiência do trabalho.

Aumento da segurança para os usuários das obras

Por fim, a NR18 estabelece medidas de segurança que também visam proteger os usuários das obras, como cercamento de áreas de risco e proteção de trabalhadores que trabalham em altura, por exemplo.

 

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