limpeza hospitalar

A Importância da Limpeza Hospitalar: Guia Completo

A limpeza hospitalar é fundamental para manter a saúde de pacientes, funcionários e visitantes. O ambiente hospitalar é propenso à disseminação de doenças, o que pode piorar o quadro clínico dos pacientes. Portanto, é crucial que a limpeza seja feita de maneira constante e diligente. 

Além de ser um cuidado de higiene, a limpeza hospitalar também afeta o aspecto emocional das pessoas. Um ambiente limpo e organizado transmite a sensação de acolhimento, tão necessária no enfrentamento dos problemas de saúde. 

Neste artigo, a Verde Gestão Ambiental compartilha informações sobre o processo de limpeza hospitalar e os cuidados essenciais na execução das tarefas de limpeza nesses ambientes. 

Entendendo a Limpeza Hospitalar 

A limpeza hospitalar envolve a eliminação de sujeira de ambientes e superfícies de um hospital, reduzindo as chances de contaminação e proporcionando conforto, segurança e bem-estar a todos. Inclui a remoção de poeira, resíduos, limpeza de móveis, portas, chão e objetos, além da retirada do lixo, prevenindo alergias, infecções e contaminações em geral.

É essencial elaborar e seguir cronogramas, estabelecer normas, organizar processos e planejar rotinas. No entanto, a limpeza não implica necessariamente na desinfecção de superfícies e utensílios. 

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

Diferença Entre Limpeza e Higienização 

Embora muitas vezes usados como sinônimos, limpeza e higienização hospitalar são conceitos distintos. A higienização é um tipo específico de limpeza hospitalar. 

A limpeza elimina sujeira, poeira, manchas e outros resíduos, mas não necessariamente promove a desinfecção total. Para erradicar germes, vírus e bactérias, é necessário recorrer à higienização hospitalar. 

A higienização requer o uso de substâncias, equipamentos ou calor específicos para erradicar micro-organismos. Alguns produtos utilizados incluem desinfetantes, hipoclorito de sódio, álcool 70% e fontes de calor. 

O objetivo da higienização é descontaminar e desinfetar as áreas do hospital, eliminando micro-organismos e evitando infecções hospitalares. É fundamental para a segurança dos pacientes em recuperação. 

Classificação das Áreas Hospitalares 

As áreas hospitalares são classificadas em críticas, semicríticas e não críticas. Cada categoria requer protocolos específicos de limpeza e produtos ideais. Detergentes neutros, soluções desinfetantes, hipoclorito de sódio e álcool 70% são essenciais para descontaminar e desinfetar as áreas. 

Locais Críticos 

São áreas com grande quantidade de pacientes em estado grave, como Pronto Socorro, Centro Cirúrgico e UTI. Requerem três limpezas por dia devido ao alto risco de infecção. 

Locais Semicríticos 

Incluem ambientes com pacientes internados em estado estável, como quartos e enfermarias. Devem ser limpos pelo menos duas vezes ao dia para manter o controle de riscos de infecção. 

Locais Não Críticos 

Englobam áreas não utilizadas para internação de pacientes, como administração e recepção. A limpeza deve ser realizada uma vez por dia. 

Tipos de Limpeza Hospitalar 

Existem vários tipos de limpeza hospitalar, categorizados conforme a periodicidade, abrangência e situação do hospital. 

Limpeza Concorrente 

É efetuada diariamente nas dependências dos pacientes internados, incluindo a limpeza de pisos, mesas, pias, maçanetas e interruptores, além da reposição de materiais e recolhimento do lixo. 

Limpeza Terminal 

Ocorre após a liberação de um paciente, envolvendo a desinfecção do local para eliminar ou reduzir riscos de contaminação. Também é feita em outras áreas do hospital conforme um cronograma mensal. 

Limpeza Imediata 

Realizada em situações emergenciais, como a descontaminação de secreções corpóreas em casos de sangramento. Deve ser feita imediatamente após o evento. 

Limpeza Preparatória 

Feita diariamente antes da chegada do paciente para procedimentos em centros cirúrgicos e salas de endoscopia, ultrassonografia, raio-X e tomografia. 

Rotina de Limpeza Hospitalar 

A rotina de limpeza envolve várias atividades que devem ser cumpridas rigorosamente. 

Limpeza Geral 

Antecede o processo de desinfecção e envolve a remoção de sujeira de superfícies, usando solução com água, detergente e desinfetantes adequados. 

Desinfecção 

Envolve a remoção de micro-organismos de artigos ou superfícies. Após a limpeza geral, aplica-se solução germicida para evitar contaminação por contato com superfícies. 

Descontaminação 

Envolve a remoção de materiais orgânicos, como urina e sangue, aplicando solução desinfetante diretamente no agente contaminante. 

Critérios da Limpeza Hospitalar 

Para uma limpeza hospitalar adequada, é necessário seguir protocolos de saúde, incluindo o uso de EPIs, atenção ao recolhimento do lixo, sequência de limpeza do mais limpo ao mais sujo e manutenção dos equipamentos de limpeza. 

Leia mais: Os principais desafios na gestão de manutenção e como superá-los 

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Para assegurar a conservação das estruturas e instalações prediais com os melhores serviços e processos de manutenção em hospitais, conte com um parceiro sólido, confiável, experiente e com conhecimento de mercado. 

Empresa multinacional de engenharia, a TDGI promove o funcionamento adequado das instalações e reduz custos com os serviços de gestão e execução de manutenção técnica. 

Atuamos com as melhores práticas do mercado, cumprimos os SLAs estabelecidos e garantimos que o cliente foque exclusivamente no seu core business. Tudo com o objetivo de valorizar os ativos dos nossos clientes e criar relacionamentos de longo prazo. 

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tecnologias do futuro

Entenda as tecnologias do futuro e as ferramentas da manutenção 4.0

O futuro da manutenção industrial já foi definido e é chamado de manutenção prescritiva. Esse sistema, gerido por inteligência artificial (IA), permite a medição e análise remota em tempo real e ainda toma decisões sem necessidade de intervenção humana. 

Essencialmente, são máquinas que se auto avaliam para determinar quando e como vão falhar e, além disso, são capazes de sugerir intervenções para minimizar os danos. Esse tipo de manutenção, apoiado por tecnologias revolucionárias, destaca as fábricas inteligentes das demais e marca o início da manutenção 4.0. 

Tecnologias do Futuro que Sustentam a Manutenção 4.0 

Dentro das fábricas inteligentes, existem tecnologias em desenvolvimento desde a terceira revolução industrial. Essas tecnologias são aplicadas em todos os setores para impulsionar a produtividade, aumentar a segurança e criar novas oportunidades de negócios. Quando aplicadas à manutenção, elas podem: 

– Prever falhas 

– Otimizar o planejamento 

– Viabilizar o monitoramento de ativos em tempo real 

– Aumentar a disponibilidade dos ativos 

– Tornar as decisões mais assertivas 

É importante ressaltar que algumas dessas tecnologias já estão sendo aplicadas para diagnóstico, controle, monitoramento e insights na área de manutenção. Vamos explorar mais sobre quais são essas tecnologias e suas capacidades. 

IIoT 

A Internet das Coisas (IoT) está transformando o mundo ao interconectar dispositivos, equipamentos, máquinas e sistemas, que enviam informações captadas por sensores. Isso viabiliza o monitoramento e controle da linha de produção à distância, sendo então denominada Internet Industrial das Coisas ou IIoT. 

A planta moderna da Bosch em Blaichach, Alemanha, integra várias tecnologias disruptivas para otimizar a produção. 

Big Data 

É praticamente impossível visualizar a quantidade massiva de dados gerados em uma fábrica, independente do seu tamanho. A coleta e análise instantânea de um grande volume de dados variáveis é conhecida como Big Data.  

Sistemas baseados em Big Data possibilitam a correlação de dados para entender, por exemplo, como e quando algumas máquinas deixam de funcionar, o que permite a elaboração de um Plano de Manutenção Preventiva (PCM) mais assertivo. 

Robôs Colaborativos 

Robôs colaborativos são utilizados para auxiliar em tarefas repetitivas, pesadas e complexas. Na manutenção, podem transportar e posicionar peças de reposição, sejam elas grandes e pesadas ou pequenas e frágeis. 

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

Inteligência Artificial 

A IA é outro destaque da Indústria 4.0. Ao simular o funcionamento da inteligência humana na execução de tarefas, os sistemas baseados nessa tecnologia podem fazer ajustes e encontrar maneiras mais eficientes e eficazes de executá-las.  

Ela se destaca pela capacidade de resolver autonomamente os mais variados tipos de problemas. Na manutenção industrial, pode ser usada para indicar intervenções na manutenção prescritiva ou sugerir prioridades no planejamento da manutenção preventiva. 

Realidade Aumentada 

A Realidade Aumentada (RA) consiste na sobreposição de objetos virtuais ao mundo físico. Na manutenção, técnicos podem explorar conteúdos virtuais, como vídeos, infográficos, fotos, documentos e animações 3D, que auxiliam no conserto dos ativos.  

Essa interação pode ser feita com dispositivos móveis ou óculos especiais. Além disso, é possível espalhar elementos virtuais pela fábrica para orientar os funcionários sobre processos e equipamentos e interagir com eles. 

Cloud Computing 

A escalabilidade, flexibilidade e economia proporcionadas pela computação em nuvem são características marcantes na transformação das empresas.  

Os dados colhidos por sensores ou cadastrados manualmente pelos técnicos e processados em softwares de manutenção industrial podem ser armazenados em servidores remotos altamente seguros.  

Os próprios aplicativos, na verdade, passam a funcionar na nuvem, sendo oferecidos como um serviço (SaaS). 

Leia mais: Os principais desafios na gestão de manutenção e como superá-los 

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manutenção elétrica

10 Erros Comuns na Manutenção Elétrica e Como Evitá-los

Manter as instalações elétricas da sua empresa em boas condições é essencial para garantir a segurança e a eficiência energética do local. A manutenção elétrica preventiva ajuda a evitar problemas graves e dispendiosos no futuro, mas, se não for realizada corretamente, pode trazer riscos tanto para o patrimônio quanto para os ocupantes.  

A manutenção elétrica é uma tarefa que deve ser realizada com muito cuidado e atenção para garantir a segurança e a eficiência do sistema. Evitar os erros comuns pode ajudar a garantir que a manutenção elétrica seja realizada de forma segura e eficaz.  

Neste artigo, vamos abordar alguns erros comuns que podem ser cometidos durante a manutenção elétrica e como evitá-los. 

  1. Não desligar a energia

Esse é um erro básico, mas surpreendentemente comum. Antes de começar qualquer tipo de trabalho elétrico, é crucial desligar a energia do local para evitar choques elétricos. Mesmo que você esteja apenas trocando uma lâmpada, é sempre melhor prevenir do que remediar. 

  1. Não usar as ferramentas adequadas

Utilizar as ferramentas corretas é fundamental para realizar qualquer tipo de manutenção, e com a elétrica não é diferente. Ferramentas inadequadas ou em mau estado de conservação podem causar danos aos componentes elétricos e aumentar o risco de acidentes. 

  1. Não seguir as normas de segurança

As normas de segurança existem para proteger tanto os trabalhadores quanto os ocupantes do local. Não seguir as normas de segurança, como o uso de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), pode resultar em acidentes graves. 

  1. Ignorar a importância do aterramento

O aterramento é uma parte crucial de qualquer sistema elétrico, pois ajuda a prevenir choques elétricos e incêndios. Ignorar a importância do aterramento ou realizar uma instalação inadequada pode ter consequências graves. 

  1. Não realizar testes após a manutenção

Após realizar qualquer tipo de manutenção elétrica, é essencial testar o sistema para garantir que tudo está funcionando corretamente. Ignorar essa etapa pode resultar em falhas no sistema e possíveis acidentes no futuro. 

  1. Tentar realizar a manutenção sem o conhecimento adequado

A eletricidade é perigosa e deve ser manipulada apenas por profissionais qualificados. Tentar realizar a manutenção elétrica sem o conhecimento adequado pode resultar em danos ao sistema e riscos para sua segurança. 

Leia mais: Os principais desafios na gestão de manutenção e como superá-los 

  1. Não identificar e etiquetar os fios corretamente

A identificação correta dos fios é fundamental para garantir a segurança durante a manutenção elétrica. Etiquetar os fios de forma inadequada pode resultar em confusão e possíveis acidentes. 

  1. Ignorar sinais de problemas

Sinais como cheiro de queimado, fios desencapados, disjuntores que desarmam frequentemente, entre outros, indicam que há algo errado com o sistema elétrico. Ignorar esses sinais pode resultar em problemas graves no futuro. 

  1. Utilizar peças de baixa qualidade

A qualidade dos componentes elétricos é fundamental para garantir a segurança e a eficiência do sistema. Utilizar peças de baixa qualidade pode resultar em falhas no sistema e possíveis acidentes. 

  1. Não realizar manutenção preventiva

A manutenção preventiva é fundamental para garantir a segurança e a eficiência do sistema elétrico. Ignorar essa prática pode resultar em problemas graves e dispendiosos no futuro. 

Lembre-se, se você não se sente confortável ou qualificado para realizar a manutenção elétrica, é sempre recomendável contratar um profissional qualificado para fazer o trabalho. 

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

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eficiência energética na indústria

Como aumentar a eficiência energética na indústria?

A eficiência energética tornou-se um pilar fundamental no mundo corporativo. Sua relevância se deve ao fato de que, ao otimizar o consumo de energia, não só garantimos um planejamento de geração eficaz, mas também atendemos a demanda crescente dos diversos setores econômicos.

Segundo a Empresa de Pesquisa Energética, a indústria representa mais de 30% do consumo total de energia e quase 40% da eletricidade usada em nosso país. Para enfrentar esse desafio, a indústria tem investido em inovações tecnológicas e em campanhas de conscientização, visando uma gestão energética eficaz. Por quê? Porque uma boa gestão energética não apenas diminui custos, mas também solidifica a imagem da empresa, destacando-a em seu segmento. 

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

Dicas para Melhorar a Eficiência Energética no Setor Industrial 

Se você busca otimizar a gestão energética da sua empresa, aqui vão três medidas eficazes: 

Reavaliação do Consumo Energético: Antes de tudo, entenda seus gastos atuais com energia. Um consumo excessivo não só indica desperdício, mas também um impacto financeiro. Por isso, monitore regularmente seu consumo e considere a possibilidade de contratar especialistas para avaliações detalhadas. 

Gestão Inteligente de Maquinário: A modernização do parque de máquinas é fundamental. Equipamentos recentes não apenas consomem menos energia, mas também são mais eficientes em suas operações. Lembre-se de priorizar máquinas certificadas pelo selo Procel, garantindo assim a sua eficácia energética. A manutenção regular também é crucial para evitar paralisações desnecessárias e custos inesperados. 

Iluminação Otimizada: Uma iluminação adequada é vital tanto para áreas produtivas quanto administrativas. A dica é simples: invista em lâmpadas LED, que são duráveis e econômicas, e amplie a entrada de luz natural. Considerar divisórias translúcidas e sensores de presença também contribui para uma gestão luminosa mais eficaz e econômica. 

A eficiência energética não é só uma estratégia; é um compromisso com o futuro. Ao adotar práticas mais sustentáveis, sua empresa não apenas economiza, mas também se destaca como uma referência em responsabilidade e inovação no setor. 

 

Leia mais: Os principais desafios na gestão de manutenção e como superá-los 

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tipos de lixo hospitalares

Quais são os tipos de lixo hospitalares e como descartá-los corretamente?

Os resíduos hospitalares, ou de serviços de saúde, englobam todos os detritos gerados durante o atendimento de pacientes, sejam humanos ou animais. Esses resíduos podem vir de hospitais, clínicas, laboratórios, entre outros locais. Mais do que simples “lixo”, eles podem apresentar riscos biológicos e necessitam de um descarte específico para prevenir contaminações e impactos ambientais. 

Origem e Riscos 

Não apenas provenientes de hospitais, esses resíduos também são encontrados em centros de pesquisa e laboratórios farmacológicos. A sua gestão inadequada pode comprometer a saúde pública e o meio ambiente, visto que incluem materiais biológicos contaminados, peças anatômicas, seringas, substâncias tóxicas, inflamáveis e até radioativas. 

Normas de Descarte 

A Anvisa estabeleceu padrões nacionais para o manuseio, tratamento e destinação dos resíduos hospitalares. Tais diretrizes asseguram o correto acondicionamento e tratamento desde a sua geração até o descarte final, incluindo opções como aterramento, radiação e incineração. Estes padrões são essenciais para proteger o meio ambiente e garantir a segurança dos profissionais envolvidos.

Leia mais: Os principais desafios na gestão de manutenção e como superá-los 

Classificação dos Resíduos Hospitalares 

De acordo com a Resolução RDC nº 33/03, os resíduos hospitalares se dividem em: 

  1. Grupo A (potencialmente infectantes): Materiais com agentes biológicos que podem causar infecções, como bolsas de sangue contaminado.
  2. Grupo B (químicos): Resíduos que contêm substâncias químicas perigosas, como medicamentos oncológicos e reagentes laboratoriais.
  3. Grupo C (rejeitos radioativos): Materiais com radioatividade acima do padrão aceitável, por exemplo, resíduos de exames de medicina nuclear.
  4. Grupo D (resíduos comuns): Detritos que não apresentam risco específico, como gesso e materiais recicláveis.
  5. Grupo E (perfurocortantes): Objetos capazes de perfurar ou cortar, incluindo lâminas e agulhas.

Ao compreender a gravidade e a especificidade de cada tipo de resíduo, podemos promover práticas mais seguras e sustentáveis em estabelecimentos de saúde. 

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

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epis e epcs

EPIs e EPCs, qual a diferença?

Garantir a segurança dos colaboradores é uma responsabilidade primordial de qualquer empresa, independentemente de sua área de atuação. Seja na linha de frente, lidando diretamente com maquinários, ou nos setores administrativos, a aderência às normas de segurança é imprescindível para prevenir acidentes. 

Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) 

Os EPIs são amplamente reconhecidos e consistem em dispositivos ou acessórios para uso individual, voltados para proteger o trabalhador de potenciais riscos à sua integridade física e saúde. Segundo a Norma Regulamentadora 6 (NR-6), é dever da empresa fornecer, sem custos, os EPIs adequados aos riscos da função desempenhada. 

Estes equipamentos são obrigatórios quando: 

  1. As medidas de segurança gerais não garantem total proteção.
  2. Enquanto os Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) estão em implantação.
  3. Em situações emergenciais.

Sendo assim, os EPIs se fazem necessários quando medidas coletivas de eliminação de riscos não são aplicáveis ou suficientes.  

Alguns dos EPIs mais usados nas indústrias incluem: 

– Proteção para a cabeça: capuz ou balaclava. 

– Proteção auditiva: protetores auriculares e abafadores de ruídos. 

– Proteção visual: óculos e viseiras. 

– Proteção de mãos e braços: luvas e mangotes. 

– Proteção respiratória: máscaras e filtros. 

– Proteção corporal: coletes e macacões. 

– Proteção de pernas e pés: sapatos, botas e botinas. 

Leia mais: Os principais desafios na gestão de manutenção e como superá-los 

Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) 

 

EPCs são medidas instaladas no ambiente de trabalho para garantir a proteção coletiva. Eles têm como foco principal os riscos compartilhados nos processos de trabalho. Contrariamente aos EPIs, que minimizam as consequências de acidentes, os EPCs buscam evitá-los. A grande vantagem dos EPCs é que sua eficácia não depende da atitude individual do colaborador. 

As normas que regulamentam o uso de EPCs são NR-4, NR-10, NR-12 e NR-33, e nelas são estabelecidas as medidas necessárias conforme a atividade exercida. 

Exemplos de EPCs são: 

– Sinalizações: cones, correntes, placas e faixas de segurança. 

– Alertas: sirenes, alarmes e luzes em empilhadeiras. 

– Proteções: grades, barreiras contra luminosidade e radiação. 

– Bloqueadores: para impedir o acionamento de maquinários durante manutenções. 

– Sistemas: de ventilação e exaustão. 

Tanto EPIs quanto EPCs são vitais para preservar a saúde e a integridade dos trabalhadores. Eles não apenas protegem os colaboradores, mas também minimizam custos relacionados a acidentes. Vale ressaltar que, após fornecer tais equipamentos, a empresa deve assegurar seu uso correto, promovendo um ambiente de trabalho seguro e saudável.  

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

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clp

O que é CLP e como otimizar sua produtividade na indústria

A evolução tecnológica tem o poder de remodelar rotinas, trazendo mais eficiência e praticidade para diferentes setores. No âmbito da automação industrial, o Controlador Lógico Programável (CLP) surge como uma ferramenta vital.  

Originado na década de 1960, o CLP foi criado para atender a demanda de uma marca automobilística que desejava variar a produção de carros sem paralisações custosas e demoradas. A solução foi o CLP, que permitiu uma rápida e eficiente alteração nos processos. 

Entenda sua importância e veja como ele pode aumentar a produtividade no seu negócio. 

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

O que é CLP? 

O CLP é, simplificadamente, um computador que tem a finalidade de automatizar máquinas e etapas em operações industriais. Segundo a NEMA (National Electrical Manufacturs Association), o CLP é um “aparelho eletrônico digital que utiliza memória programável para armazenar internamente instruções e implementar funções específicas, como lógica, sequenciamento, temporização, contagem aritmética, entre outros”. 

Sua importância tem crescido consideravelmente, especialmente com os avanços da Indústria 4.0, que promove uma maior integração entre máquinas e sistemas. 

Os benefícios deste controlador são vastos: 

  1. Redução de Desperdícios: O CLP ajuda a economizar matéria-prima, evitando desperdícios.
  2. Eficiência Temporal: Diminui o tempo de produção.
  3. Redução de Custos: Com menos necessidade de intervenção manual, o custo com mão de obra e manutenção é otimizado.
  4. Diagnóstico de Falhas: O dispositivo identifica falhas, facilitando manutenções corretivas.
  5. Versatilidade: Pode operar diversas máquinas simultaneamente, otimizando a produção.

Tipos de CLP 

Os CLPs podem variar em tamanho e funcionalidade. Os principais tipos são: 

Compacto: Onde sensores são incorporados em um único gabinete. 

Modular: Com sensores localizados em módulos distintos. 

Soft-PLC: Que integra as funcionalidades de um CLP tradicional, oferecendo mais flexibilidade. 

O CLP é mais do que um simples dispositivo: é um aliado estratégico para indústrias que buscam inovação, eficiência e competitividade. Diante dos benefícios e das possibilidades que oferece, fica claro que investir em CLP é um passo certeiro para otimizar processos e garantir a sustentabilidade do negócio no mercado atual. 

Continue atualizado sobre as tendências da automação industrial e como elas podem beneficiar seu negócio, mantendo-se sempre à frente da concorrência.

Leia mais: Os principais desafios na gestão de manutenção e como superá-los 

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análise energética

Análise Energética: O que é e Qual sua Importância para a Indústria

A produção industrial é intrinsecamente ligada ao consumo de energia, principalmente em nações com um parque industrial robusto, como é o caso do Brasil. 

É evidente que a otimização do consumo de energia é essencial para manter a eficiência operacional e a sustentabilidade financeira das empresas.  

A análise energética não é apenas uma ferramenta para otimização de custos, mas uma necessidade estratégica para qualquer indústria que busca eficiência, sustentabilidade e competitividade no mercado.  

Num cenário de crescente demanda e potenciais aumentos de tarifas, a análise energética torna-se um aliado indispensável para a indústria brasileira. 

Este artigo abordará o que é a análise energética e por que ela é fundamental para a indústria. 

O que é Análise Energética? 

A análise energética refere-se à avaliação sistemática de sistemas elétricos para identificar eventos ou fatores que possam impactar a eficiência do consumo de energia na indústria. Essa avaliação engloba diversos fatores, desde a potência até a variação e range de tensão, harmônicos, entre outros.  

O objetivo principal é entender como a energia é consumida e encontrar oportunidades para melhorar sua eficiência e reduzir custos. 

Leia mais: Os principais desafios na gestão de manutenção e como superá-los 

Importância da Análise Energética para a Indústria 

Redução de Custos 

Mais de 40% dos custos de produção na indústria brasileira estão ligados à energia elétrica. A otimização desse consumo pode resultar em economias significativas. 

Prevenção de Falhas 

Identificar oscilações ou falhas permite antecipar manutenções, evitando paralisações indesejadas que prejudicam a produtividade e geram perdas financeiras. 

Otimização da Tomada de Decisão 

Com dados concretos em mãos, gestores podem fazer escolhas mais embasadas, seja na compra de equipamentos, em reformas infra estruturais ou na alocação de recursos. 

Melhoria Contínua 

Realizar análises energéticas periodicamente é uma maneira de manter a eficiência energética sempre em cheque e promover a melhoria contínua. 

Vantagens da Análise Energética 

Identificação de Áreas Problemáticas: Com ferramentas certas é possível identificar com precisão falhas e necessidades de correção em fatores de potência, garantindo um consumo de energia mais equilibrado e eficiente. 

Inspeção Termográfica: Ao aliar a análise energética à inspeção termográfica, consegue-se identificar perdas de energia nos sistemas térmicos. Através da medição da temperatura superficial, esta inspeção detecta perdas e possíveis falhas, otimizando ainda mais o consumo energético. 

A Realidade Energética na Indústria Brasileira 

A indústria brasileira é responsável por 41% do consumo de energia elétrica do país. Com equipamentos que necessitam de grandes quantidades de energia, os custos relacionados são um fator determinante na competitividade do negócio.  

Em 2021, a demanda nacional por eletricidade cresceu 6% em comparação ao ano anterior, refletindo um aumento nas atividades industriais. 

O desafio aqui é duplo: não apenas a demanda por energia está crescendo, mas também estamos no período seco, onde os reservatórios de hidrelétricas têm estoques menores. Isto, combinado com o acionamento dos parques termelétricos, pode levar a um aumento nas tarifas elétricas.  

   

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

Como a TDGI pode ajudar 

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Equipamentos Médicos Hospitalares

Equipamentos Médicos Hospitalares: Como Fazer um Plano de Gerenciamento

A administração correta de equipamentos médicos hospitalares (EMH) não só garante o correto funcionamento de uma instituição de saúde, como influencia diretamente o sucesso dos tratamentos e a qualidade do atendimento oferecido.  

Com as constantes inovações tecnológicas, torna-se crucial desenvolver um plano eficaz de gerenciamento de tais equipamentos.   

Tal plano não apenas garante que os EMH estejam em perfeitas condições de operação, mas também auxilia as instituições a cumprirem padrões de qualidade e segurança, essenciais para a prestação de cuidados de saúde de alta qualidade.  

Ao seguir os passos que apresentaremos neste artigo, uma instituição estará bem equipada para enfrentar os desafios da gestão de EMH e garantir que eles sejam uma força motriz no fornecimento de excelentes cuidados de saúde. 

Desafios na Gestão de Equipamentos Médicos Hospitalares 

A gestão em saúde apresenta vários desafios, e no que se refere a EMH, a demanda é ainda maior. A cultura organizacional deve compreender a relevância destes equipamentos não apenas como máquinas, mas como elementos essenciais para segurança do paciente, eficácia no tratamento e controle de custos.  

Adicionalmente, convencer as lideranças a investirem em novas tecnologias e soluções requer argumentos sólidos e um plano de gerenciamento bem estruturado. 

 

Leia mais: Os principais desafios na gestão de manutenção e como superá-los 

Elaborando um Plano de Gerenciamento de Equipamentos Médicos Hospitalares 

Para ser bem-sucedido, um Plano de Gerenciamento de Equipamentos Médicos Hospitalares (PGEM) precisa ser: 

– Conciso 

– Objetivo 

– Bem-organizado 

– Atualizado 

– Facilmente compreendido 

Os passos a seguir guiarão a criação de um PGEM eficaz: 

Inventário 

É vital começar listando todos os equipamentos da instituição. Este passo é crucial para estruturar qualquer plano de manutenção. Apesar de ser uma tarefa trabalhosa, a informação gerada será a base do sistema de gerenciamento. 

Classificação dos Equipamentos 

Após a inventariação, os EMH devem ser classificados. Isso pode ser feito com base em sistemas fisiológicos, especialidades clínicas ou qualquer outro critério que facilite o gerenciamento. 

Organização dos Custos 

Compreender e categorizar os custos é crucial. Custos fixos, como salários e depreciação, são consistentes, enquanto custos variáveis, como treinamento e peças de reposição, podem flutuar. 

Manutenção dos Equipamentos Médicos Hospitalares 

Um elemento central do gerenciamento é a manutenção, seja ela preventiva ou corretiva. A manutenção preventiva visa evitar falhas futuras, enquanto a corretiva se concentra em resolver problemas emergentes. Ambas são vitais para manter os EMH em pleno funcionamento, assegurando a segurança do paciente e a qualidade do atendimento.  

   

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

Como a TDGI pode ajudar 

Para assegurar a conservação das estruturas e instalações prediais com os melhores serviços e processos de manutenção em hospitais, conte com um parceiro sólido, confiável, experiente e com conhecimento de mercado. 

Empresa multinacional de engenharia, a TDGI promove o funcionamento adequado das instalações e reduz custos com os serviços de gestão e execução de manutenção técnica. 

Atuamos com as melhores práticas do mercado, cumprimos os SLAs estabelecidos e garantimos que o cliente foque exclusivamente no seu core business. Tudo com o objetivo de valorizar os ativos dos nossos clientes e criar relacionamentos de longo prazo. 

Ficou interessado em saber mais detalhes? Entre em contato com nossos especialistas agora mesmo! 

manutenção elétrica industrial

Manutenção Elétrica Industrial: Um Guia Completo

A manutenção elétrica industrial é uma etapa fundamental no ecossistema de qualquer instalação industrial. E, enquanto sua importância é inquestionável, é igualmente vital entender seu funcionamento, benefícios e melhores práticas.  

Além de garantir a eficiência e segurança, a manutenção adequada pode também proporcionar economia de custos a longo prazo. Adotar as melhores práticas e considerar a terceirização são estratégias que podem ajudar as empresas a maximizarem o valor da manutenção elétrica. 

Neste artigo, mergulharemos profundamente no tema e apresentaremos dicas para você otimizar a sua manutenção elétrica industrial. 

O que é Manutenção Elétrica Industrial? 

A manutenção elétrica industrial refere-se ao conjunto de práticas, estratégias e ações que visam garantir que os sistemas elétricos de uma instalação industrial estejam sempre em perfeitas condições de funcionamento.  

Isso inclui a prevenção de falhas, correções de problemas e otimização do funcionamento das máquinas e equipamentos elétricos. 

Antes de avançarmos, é crucial entender a diferença entre manutenção preventiva e corretiva: 

Manutenção Preventiva 

A manutenção preventiva é executada de forma planejada e regular, seu objetivo é prevenir falhas e problemas antes que ocorram, assegurando a continuidade e eficiência da produção. 

Manutenção Corretiva 

Já a manutenção corretiva é uma intervenção realizada após a identificação de uma falha ou defeito, buscando retomar as operações normais. 

Em termos simples, enquanto a preventiva busca antecipar problemas, a corretiva é a resposta a problemas já manifestados. 

Leia mais: Equipamento em manutenção: sinais de que um equipamento precisa de manutenção 

Dicas Fundamentais de Manutenção Elétrica Industrial 

Na hora de realizar a manutenção elétrica industrial da sua empresa, é importante seguir algumas dicas e regras que poderão facilitar e otimizar os resultados obtidos por esse processo. 

Conheça algumas das principais dicas para a realização da manutenção elétrica industrial: 

Contrate Profissionais Qualificados 

A eletricidade é um campo técnico e requer conhecimento especializado. Engenheiros e técnicos eletricistas são essenciais, pois compreendem normas, regulamentos e desafios específicos da área. 

Conheça o Dimensionamento da Rede 

Um projeto elétrico industrial detalhado é vital. Ele deve incluir informações sobre dimensionamento da rede, quadro de distribuição e cálculos de carga para evitar problemas como incêndios causados por instalações inadequadas. 

Utilize Equipamentos de Proteção 

Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) são mandatórios. Proteger os profissionais de potenciais riscos elétricos é uma prioridade. 

Inspecione Componentes 

Uma inspeção regular de fiações, disjuntores, isoladores e outros componentes elétricos é vital para identificar e antecipar possíveis problemas. 

Organize a Infraestrutura 

O quadro de distribuição deve ser estruturado de maneira a separar circuitos, garantindo seccionamento seguro e eficiente. 

Monitorize as Condições de Funcionamento 

Avaliar regularmente o desempenho e a funcionalidade dos circuitos e equipamentos é crucial para garantir a segurança e eficiência da produção. 

Ferramentas e Normas 

A NBR 5410 é uma norma que todos os profissionais da área devem conhecer e aplicar. Além disso, a termografia é uma ferramenta vital, permitindo identificar pontos de aquecimento no sistema. 

Benefícios da Terceirização da Manutenção Elétrica 

Terceirizar a manutenção elétrica pode trazer benefícios significativos para as empresas, tais como planejamento estruturado, uma vez que uma empresa especializada pode fornecer um plano de manutenção personalizado. 

Além disso, contratar esses serviços também é uma forma de redução de custos, afinal, evita retrabalhos e falhas inesperadas, graças ao acesso a profissionais altamente treinados e atualizados. 

Por fim, vale ressaltar que a terceirização da manutenção elétrica industrial é uma ótima forma de otimizar o tempo da empresa e aumentar a agilidade e a produtividade. Isso acontece pois permite que os funcionários e gerentes possam se concentrar em suas operações principais e responder rapidamente as falhas. 

Ao considerar a terceirização, é crucial avaliar a reputação e a experiência da empresa prestadora de serviços. 

Leia mais: Os principais desafios na gestão de manutenção e como superá-los 

Como a TDGI pode ajudar 

Para assegurar a conservação das estruturas e instalações prediais com os melhores serviços e processos de manutenção em hospitais, conte com um parceiro sólido, confiável, experiente e com conhecimento de mercado. 

Empresa multinacional de engenharia, a TDGI promove o funcionamento adequado das instalações e reduz custos com os serviços de gestão e execução de manutenção técnica. 

Atuamos com as melhores práticas do mercado, cumprimos os SLAs estabelecidos e garantimos que o cliente foque exclusivamente no seu core business. Tudo com o objetivo de valorizar os ativos dos nossos clientes e criar relacionamentos de longo prazo. 

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